Venha ser um bruxo e jogar RPG no mundo de Harry Potter! Vagas ilimitadas!


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Mansão Smith

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61 Re: Mansão Smith em Sex Maio 01, 2009 11:38 am

Graziela Fernandes

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Graziela olha admirada para a amiga.

-Poxa vida Charlie! Você não havia me dito que estava namorando!-Disse ela dando um abraço forte na amiga-Mas não se preocupe, esquecer faz parte da vida!-Graziela chega bem perto do ouvido da amiga e fala baixinho, de jeito que só ela escute-agora...carrega esse historia de lindo só pra você...se é que você me entendeu neh ?!-disse Graziela dando um sorrisinho malicioso.

62 Re: Mansão Smith em Sab Maio 02, 2009 11:45 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Enquanto ele espera a opinião de Mariina, sobre o que ele falou, ele responde parte retoricamente, parte resposta normal, para a questão de Charlotte.

Charlotte Smith escreveu: –Então... O que vamos bolar para essas férias? Alguma idéia?

-Podemos ir no deserto de Gobi, procurar Vermes Mortais da Mongólia, desde que os trouxas mandaram uma expedição em 2005 (http://cryptoworld.co.uk/mongolian-deathworm-documentary/), eles não tentaram mais, mesmo tendo achado pistas.

-Seria uma descoberta importante para a magizooloia, ainda mais realizada com acompanhamento de alguém tão jovem quanto nós.


E continua esperando a jogada de Marina.

63 Re: Mansão Smith em Seg Maio 04, 2009 9:27 am

Lucian Morrigan

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Lucian ainda se adaptava ao clima gostoso da casa, e apesar de ficar vermelho com o comentário de Grazi sobre ela não saber do namoro, ele ainda mantinha uma feição relaxada. Lucia se aproxima de Willian que parecia ser um rapaz muito simpático, e estende
a mão para ele se apresentando. – Oi meu nome é Lucian.. – diz ele animado. Então Charlotte façla com todos...

–Então... O que vamos bolar para essas férias? Alguma idéia?

Logo Ctaaciug tem uma idéia..

-Podemos ir no deserto de Gobi, procurar Vermes Mortais da Mongólia, desde que os trouxas mandaram uma expedição em 2005, eles não tentaram mais, mesmo tendo achado pistas.

-Seria uma descoberta importante para a magizooloia, ainda mais realizada com acompanhamento de alguém tão jovem quanto nós.


Lucian olha a todos e com a voz um pouco mais elevada diz. – Ah cara, sei lá... Mas acho que um acampamento seria legal, passar umas noites na floresta, só a gente, sem nenhum adulto, seria legal... Eu acho...

64 Re: Mansão Smith em Seg Maio 04, 2009 2:06 pm

Charlotte Smith

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
–Aposto que receberá inúmeros convites William, sua presença sempre melhora o ambiente. Tenho que me desculpar por não estar aqui para recebê-lo... Foi uma indelicadeza sem tamanho deixá-lo sozinho, mas lembrei que você e Marina já eram amigos e pelo que pude notar Grazy lhe fez ótima companhia. Agora foi sua vez de dar um sorrisinho malicioso para a garota.

–Agora sobre a programação de férias, vamos nos reunir amanhã no café e decidimos... Acho que preciso de um banho, pois diz minha tia que vai nos levar ao centro da cidade para ver as luzes de natal.

Ela colocou o cãozinho no chão e acariciou sua cabeça, às vezes aquele destruidor de sapatos conseguia ser dócil.



–Vamos lindo, vou te mostrar o seu quarto... Disse ao namorado.



:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Off: Não riam... Ai vai o mapa da casa Rolling Eyes


Vejam que eu coloquei uma foto do corredor lá no inicio.

65 Re: Mansão Smith em Seg Maio 04, 2009 3:00 pm

Lucian Morrigan

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Lucian acena levemente para Grazi e para os outros convidados, e sobe as escadas se enrolando a Charlotte, realmente um bom banho seria relaxante, afinal ele precisava relaxar para aproveitar cada segundo com sua linda namorada.
Enquanto eles subiam Lucian abraçou Charlotte pela cintura e lhe deu vários beijos no pescoço, fazendo-a ter que se segurar no corrimão ricamente adornado da escada.
Enqaunto a beijava brincava com ela. - Meu quarto vai ser perto do seu ? Não posso correr o risco de ficar muito longe hein...

--------


rsrsrrrss Gostei do mapa, bem simples de se entender, e mostra nitidamente como a casa é.. Ta uma graça amor..... Smile

66 Re: Mansão Smith em Seg Maio 04, 2009 3:55 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Ele não se virou, quando ele ouviu a voz da Charlotte e do Lucian.

Ele não se virou quando dos comentários.

Ele não respirou quando ouviu os beijos.

Seus pensamentos estão confusos como nunca antes, eles estão felizes, então não deveria estar ele também, abençoar o amor dos dois e evoluir além disto?

Não...

Na verdade ele se sente como se tivesse sido atingido pelo golpe de um deus furioso, como se Marte o tivesse partido em dois, seus olhos começam a coçar, marejando talvez, seu suspiro é profundo, a parte de cima de seu estomago dói sem motivo, mas ele mantém um sorriso em sua face, leve, tentando se concentrar no jogo.

Charlotte...

Ela é o imensuravelmente belo, anjo do julgamento.



E quando ela tocar sua trombeta anunciando o fim, parece que ele vai estar entre os condenados, e pertencer ao abismo.

Mas ele não vai desistir sem lutar.

E fala para ela:

-Charlotte, podemos conversar... depois... em particular, por favor?

Off: Faço minha as bem expressas palavras do Lucian, Charlotte.

67 Re: Mansão Smith em Seg Maio 04, 2009 5:28 pm

Lucian Morrigan

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-Charlotte, podemos conversar... depois... em particular, por favor?

E entre as nuvens Serenas surge um relampago, Lucian para na escada, ainda abraçado a Charlotte, seu rosto se fecha, assim como seus punhos na cintura da garota, mas o movimento foi tão leve que quase ela mesma não percebeu. Ele para de subir esperando a resposta dela, seu rosto a poucos centímetros do cabelo dela estava em uma expressão confusa, profunda, ele não se virou para o Corviniano não queria se entregar, tinha de amenizar suas feições antes. Então lentamente ele a solta, e desce um degrau dando espaço a ela, ele aguarda sua resposta olhando firme em seu rosto. Nada intimidador isso não era de seu feitio, mas preocupado talvez.

68 Re: Mansão Smith em Seg Maio 04, 2009 5:43 pm

Charlotte Smith

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Antes que ela saísse da sala do piano a voz de Ctaaciug veio encontrar seus ouvidos.

Por mais que tentasse essa história sempre viria buscá-la... Não desejava mais falar nada! Tudo já havia sido dito, já estava feito, nunca apagaria do seu coração como o garoto havia lhe magoado, era um dano irreparável, que ele no seu egoísmo, insistia em consertar.

–Ah... Tudo bem, nos falamos depois. Sua voz era fria e sem emoção nenhuma.

Então ela saiu acompanhada de Lucian, apertando firme sua mão, pois temia que ele fosse embora. Era muito fácil gostar dele, não precisaria dizer nada para impor sua vitória, bastavam alguns daqueles doces sorrisos para deixar qualquer uma morrendo de amores, não existia ninguém melhor

Já amá-la deveria ser um fardo, ela não o culparia se ele cansasse de tudo aquilo, pois aquela situação que ela o sujeitava deveria ser no mínimo constrangedora, mesmo que nunca fosse repreendida por seus atos, sabia que certas coisas o magoava... Não poderia mais continuar com isso...

Mas se tinha uma coisa que era certa, é que ela não poderia abrir mão dele, e enquanto ele deslizava seus lábios em sua nuca, ela correspondia o abraçando forte, não queria soltá-lo nem por um momento. Então eles se beijaram até que perdessem a noção do tempo.





Meu quarto vai ser perto do seu ? Não posso correr o risco de ficar muito longe hein...

–Você pode ficar no meu quarto... Eu estou dormindo junto com as meninas, então lá vai estar desocupado.

Os dois entraram no quarto, e pela a primeira vez em muito tempo ela pode ver suas coisas arrumadas da mesma maneira que havia deixado, os móveis estavam intocados, uma saudade enorme a invadiu. Lembrou-se da última vez que brincou com a boneca, da última vez que pendurou um vestido naquele guarda-roupa e da última vez que dormiu naquela cama fofinha...Lembrou de como ela costumava ser, havia mudado muito... Pra pior.

–Acho que preciso te dizer algo...



Última edição por Charlotte Smith em Ter Maio 05, 2009 1:14 am, editado 1 vez(es)

69 Re: Mansão Smith em Seg Maio 04, 2009 5:54 pm

Lucian Morrigan

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Eles entram no quarto, ele não poderia ficar em cômodo melhor, o cheiro de Charlotte estava em tudo, não teria como esquecê-la por um só momento, e o sorriso invade seus lábios. - Lindo... belas acomodações... realmente lindo... - dizia ele enquanto seus olhos percorriam o aconchegante quarto. Então ela a abraça, e levantando ela a rodopia no ar. Como estava brincalhão...

Mas quando ele a colocou no chão ela se aquietou, e com a voz pesarosa disse

–Acho que preciso te dizer algo...

Ele passa os dedos de leve em sua bochecha, e diz calmo mas bem sério.. - Sabe que pode me contar tudo...Estou ouvindo..

70 Re: Mansão Smith em Seg Maio 04, 2009 6:36 pm

Charlotte Smith

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–Há algum tempo atrás... antes do ataque do vingador... Bem...o Ctaaciug me beijou... Ela mordeu o lábio, apreensiva.

–Não sei o que dizer a não ser implorar que me perdoe... Por favor! Seus olhos marejavam esperando alguma reação. –Foi por isso que eu e a Fayra brigamos, ela sabia de tudo... E eu não tinha coragem de te contar!

–Só queria que você soubesse que eu nunca quis isso... Se me dessem um último pedido, eu escolheria você. Se a vida acabasse hoje ou daqui mil anos, eu escolheria você...

–Eu quis provocá-lo porque sinto ódio, mas nunca faria isso com você... Não importa o motivo Lucian, eu nunca seria desleal a você. Ele simplesmente me beijou e eu me vi enforcada com minha própria corda.

–Saiba que vou entender se você não quiser mais ser meu namorado, mas continuarei mantendo minha posição de namorada, porque é você que eu quero... Hoje sei disso mais do que nunca. E vou insistir sempre! As palavras saiam atrapalhas e as lágrimas molharam sua face.

–Me perdoe! Mais uma vez peço que não desista de mim.



Última edição por Charlotte Smith em Ter Maio 05, 2009 12:34 am, editado 1 vez(es)

71 Re: Mansão Smith em Seg Maio 04, 2009 9:04 pm

Lucian Morrigan

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Lucian limpava com carinho as lágrimas que escorriam pela face de Charlotte, mas quando ela fitava seu rosto podia ver vários sentimentos passar por ele, raiva, dor, ciumes... Então ele a abraça, e sussurra em seus cabelos. - Eu ja imaginava, eu vi você no Três Vassouras, e vi quando o Ctaaciug saiu de lá, mas eu não tinha certeza, e nem a Fayra nem ninguem me disse nada, ela se manteve fiel a você, apesar de eu ser o irmão dela. Eu só queria escutar isso dos seus lábios Charlotte, queria escutar isso de você... Queria saber se você estava sendo tão verdadeira comigo, como eu sou com você.

Ele para de falar e a afasta devagar, seus olhos estavam semicerrados de raiva, ela pode sentir o que ele sentia. Então levantando carinhosamente o queixo dela ele diz. - Só me responda uma coisa Charlotte... - ele olha para o lado, e volta a olha-la - Você gosta dele? um pouco que seja, não como colega, não como amigo, mais que isso... vc gosta dele mais que um amigo Charlotte, é só disso que eu preciso saber...

E antes dela responder ele sussurra de olhos fechados, como uma lembrança... - " Eu nunca a abandonarei..."

72 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 4:05 am

Charlotte Smith

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Professora de Hogwarts
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Um sentimento arrasador ia tomando conta dela... Por mais que ele tentasse esconder o quanto estava magoado, aqueles sentimentos eram maiores do que ele próprio e não havia sorriso no mundo que conseguisse fazê-los despercebidos... Ao invés de se esconder das memórias, Charlotte andou em frente e as cumprimentou e agora estavam lá cobrando seu preço da maneira mais impiedosa que poderia existir. Deixando que novas feridas surgissem em um coração que não merecia.

Mais uma vez aquele triângulo amoroso deixava claro o quão terrível e devastador poderia ser em suas vidas.

Lucian a tinha em seus braços de uma maneira carinhosa... Torturante por não saber o que viria em seguida, mais ainda sim assim era uma forma carinhosa de se abraçar alguém, pois sentia seus braços aquecendo-lhe o corpo, explicando escancaradamente que aquele abraço era o lado bom da vida... Aquele era o tipo de abraço que corrompia suas certezas e levava embora todas suas fraquezas.

Amar era simples, não era nem de perto aquela forma de amor destruidor que ela tinha sonhado ter vivido. Ela nunca tinha parado pra pensar nisso. Sequer tinha passado pela sua cabeça que sentir-se simplesmente leve e feliz pudesse ser possível. Amar sempre foi o torpor, a berlinda, a coisa mais insuportável do mundo, a catapulta pra lançar-se longe do próprio sentimento. Mas amar era definitivamente simples.

–Lucian eu sinto tanto por isso, por tudo que lhe causei e eu sei que nunca deveria ter omitido nada de você... Ter você é a única paz que ainda me resta, é diferente de tudo que eu já senti por alguém... É o que eu tenho de bom. Disse olhando em seus olhos.

Então o abraço que os uniu se desfez, e agora não era nada mais que um espaço vazio que os dividia. Incrível como centímetros podem se passar por quilômetros tão facilmente.

Só me responda uma coisa Charlotte... - ele olha para o lado, e volta a olha-la - Você gosta dele? um pouco que seja, não como colega, não como amigo, mais que isso... vc gosta dele mais que um amigo Charlotte, é só disso que eu preciso saber...

– O que eu sinto por ele é algo ruim, que não morreu completamente... Mais eu tenho fé que isso não é gostar, porque antes eu tinha medo que fosse e me escondia disso pois doía, agora que te conheço eu realmente tenho certeza de que “aquilo” não pode ser gostar... Uma vez que eu experimentei gostar de verdade.

- Eu sempre esperei por esse tipo de amor, que me desse alguma esperança de dias melhores, eu esperei por você os últimos onze anos e agradeço por você ter vindo cedo.

- Agora me diz... Se antes de você aparecer eu já te amava, eu já te esperava, eu já sabia que você existia, como eu posso não te amar agora que você tem forma, sorriso, coração e nome?



Última edição por Charlotte Smith em Ter Maio 05, 2009 4:26 am, editado 1 vez(es)

73 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 4:11 am

Marina Angela

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O fato do rapaz da Corvinal aceitar prontamente o desafio imposto não a surpreendeu. Não seria essa a primeira, nem a única situação em que eles concorreriam. Na verdade estava se tornando um fato trivial, a disputa entre os dois, pelas melhores notas. Ele despertava nela seu lado guerreiro e competitivo.

- Então vamos à batalha! - Beijou o namorado mais uma vez, com gentil carinho e sentou-se em frente às cartas que o rapaz arrumava na mesa. O fato de ele tirar do bolso um delicado amuleto não a surpreendeu mais do que a pergunta:



-O que você acha?


Marina ficou maravilhada com a peça. Aprendera desde cedo a apreciar a estética e a qualidade das jóias, e aquela obra trazia uma ambigüidade latente.

Um simbolismo explicito, ao entrelaçamento entre duas almas. Nela se podia ver o braço de ouro branco correndo de uma pérola à outra, “envolvendo-as, unindo-as” de forma a assegurar a permanência do contato intimo entre elas. Remetendo a sua forma, a lembrança do símbolo do infinito, que é como as uniões devem ser. Mas porque pérolas negras?

-“Uma ostra que não foi ferida, nunca vai produzir pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada”. - lembrou das palavras gravadas em um dos presentes do pai. E da conversa que tiveram naquele dia. Quando ele lhe consolou.


- “Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?

Suas idéias já foram rejeitadas ou mal interpretadas?

Já sentiu duros golpes de preconceito?

Já recebeu o troco da indiferença?

Então, produziu uma pérola.

Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.

Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessa por esse tipo de
sentimento.

A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas
abertas alimentando-as com sentimentos pequenos, não permitindo que cicatrizem.

Assim, na prática, o que vemos são muitas "ostras vazias" não por que
não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor
em amor.

Fabrique pérolas você também!”



Com os olhos rasos de lágrimas de saudades, ela apenas respondeu:

- É uma peça de muito bom gosto e com um significado bem marcante. Por favor, tire a primeira carta.







Colocando a carta na mesa ele começou a lhe fazer uma série de perguntas. Como em um estudo dirigido onde o interlocutor orienta o raciocínio até a resposta desejada. Isso despertou a sua curiosidade, e resolveu acompanhar a linha de pensamentos dele.



isto quer dizer que a realidade é fruto de nossas percepções



Tudo o que ele fala, ela traduz como Momento interior. A realidade de cada um. A lente com que cada um enxerga o mundo e o se apresenta neste palco. Esse filtro que é fruto da complexa trama de experiências que formam nossas vidas e de como elas interagem com o meio externo.

As palavras dele a fascinavam. Ela ainda buscava o ponto onde um processo deixava de ser ciência para se tornar magia. Mas por inúmeras vezes se pegava pensando em quantas realidades existiam na verdade. Se o mundo é exatamente isso que nossos olhos insistem em mostrar? E o principal, como cada um de nós vê o mesmo objeto, a mesma situação.

O que de fato tornava esse mundo “concreto” e o quanto dele é apenas “pano de fundo” distorcido de outra realidade?

Estaríamos todos ligados em uma mente coletiva, sonhando o mesmo sonho? Onde aceitamos as mesmas regras, leis e postulados?

Quebrar esse paradigma parece ser uma coisa muito interessante a se fazer.

- Eu tenho que concordar com você, que este grupo aqui presente tem qualidades excepcionais. E mesmo que cada um de nós tenha suas próprias crenças e realidades, de alguma forma elas se harmonizam quando nos encontramos. Deixo bem claro que mesmo nos embates e nas rivalidades, ainda existe espaço para a percepção do conjunto. De modo que nossas diferenças nos completam e até mesmo os rancores podem ser poderosas lições a serem aprendidas.

- Nascemos com essa capacidade de mudar o mundo, e a vamos perdendo à medida que nossos sonhos são esmagados pelo conceito consensual de realidade.

Olha para a Quimera sobre a mesa e responde inflamada.

- Até mesmo nesta representação criada pelo homem, a Quimera nos é apresentada como um monstro. Esse tipo de imagem subliminar vai assentado tijolos em nosso pensamento livre, de modo a delimitá-lo. E o fato da Quimera representar os sonhos, a criatividade, fica subjugado.

Tudo que existe hoje existe por que alguém em algum momento pregresso, sonhou com isso. Então ouso dizer que os sonhos são ingredientes fundamentais para essa transmutação da realidade, a que te referes.


- Os paraísos e os infernos são questões de escolhas pessoais. Não são lugares ou tempo. São reflexos de nós mesmos, portanto somos nossos únicos algozes.


-
Nossas notas foram as maiores de todos os primeiros anos Marina, mas sabe o que eu sinto dentro de mim, que o espírito da inovação não se mede por estes padrões, bela flor, eu sinto em ti um espírito da inovação poderoso. Mas também sinto que seu esforço não é apenas por si só, você luta por algo mais, pelo que é Marina, onde está seu coração, bela flor?


Aquelas palavras calam Marina. Sente o olhar do namorado sobre si e lhe corresponde com um olhar enternecido e doce. Debruça-se mais sobre a mesa e uma paixão toma conta da sua voz.

- O meu coração esta na ânsia de deixar a minha marca neste mundo. De saber que vivi uma vida que fez diferença. As minhas notas nada mais são, do que o reflexo do desejo constante que tenho, de conhecer um pouco de cada coisa. Pois só se muda o que se domina, e para mudar é preciso saber aonde se quer ir. Somos os obreiros do nosso destino.

- Olhe nossos amigos - inclina a cabeça na direção dos colegas que conversavam entre si um pouco afastados. Um sentimento muito bom preenche seu peito - formamos um grupo bem atípico, congregamos diferentes personalidades, culturas e conhecimentos, mas um sentimento maior nos une, que é a nossa amizade. E é apenas disso que preciso para lutar contra o conformismo. Braços fortes, mentes alertas e corações fieis.

Parou por um momento para tomar fôlego, e se inclinando mais sobre a mesa, olhou no fundo dos olhos do colega buscando a verdade de sua alma e questionou:

- Vou ter a sua parceria nesta busca? - e virou uma nova carta sobre a mesa.





Última edição por Marina Angela em Ter Maio 05, 2009 9:41 am, editado 4 vez(es)


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74 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 9:33 am

Lucian Morrigan

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Ele não sabia como agir, nunca fora atingido tão profundamente, dóia saber que outro rapaz estava em seu caminho, saber que outro rapaz a tocou, a beijou... Isso não era digno, mas a raiva se assolou dele.
Apesar disso, ele era tão carinhoso ou até mais que antes, ela podia sentir que em seus braços ela estava protegida, que não importa o que acontecesse, não importa o que os atingisse, ele estaria ali para protege-la. - Charlotte amor... - ele passa a mão suavemente desde seus cabelos até o queixo - Esqueça isso, esqueça o que lhe faz mal, o que nos faz mal, o que importa é que você não quiz isso, e que mesmo depois de tê-lo beijado, você não se sentiu balançada. O que importa é que você me contou, que confiou em mim..

Ele a abraça novamente, acariciando seus cabelos - Eu a amo, nunca seria capaz de magoar você, nunca teria forças o suficiente para viver sem você. Sempre vou estar aqui enquanto você me querer e ninguem.... vai se colocar no meu caminho...
- Apesar do carinho nas palavras dele, ela sentiu o tom amargo que as últimas palavras tiveram.
Lucian fica um tempo sem falar, apenas acariciando ela, o silêncio dizia muito mais que ele, ela sabia o quanto ele estava magoado, mas ele não demonstraria isso a ela, ela não era o alvo de sua raiva, ele então levanta o rosto de Charlotte nas mãos, e desenha o contorno de seus lábios com a boca, beijando-a logo em seguida.

75 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 9:58 am

Marina Angela

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[b]Enquanto aguardava a resposta de Ctaaciug, os latidos de Snoopy enchem o salão, disparando para a porta. Logo entra Chalotte , seguida do gentil garoto que conhecera na festa de aniversário dele próprio. Os dois pareciam felizes juntos, o que aparentemente provocou a ira do cãozinho, que fazia de tudo para chamar a atenção de sua dona.


Ficou muito linsojeada quando o rapaz tomou a sua direção e a cumprimentou com um galanteio. Com o rosto corado, baixou levemente os olhos .

- Obrigado, você é muito gentil - tornou a olhar para eles, aqueles olhos lhe eram familiares. Apenas talvez fosse uma ilusão de ótica. Precisaria confirmar essa informação mais tarde com Charlotte.

Após as devidas apresentações, e troca de ideias, o novo casal rumou para os aposentos do rapaz. Ficou olhando do casal para o seu parceiro de jogo. Ele agora parecia distraido, e tão logo Charlotte se distanciou, ele partiu ao seu encalço.

Aproveitou o intervalo no jogo para se aproximar dos amigos, e sentando no colo de Siby, em meio ao um abraço, questionou:

- Não seria muito frio para um acampamento? - questionou a Willian e a Graziela, enquanto olhava sugestivamente para Siby. Snoopy voltara para a sala e insistia em subir também colo do rapaz, de modo a se colocar entre ele e Marina. Parece que ele advinhava o quanto a garota adorava cachorros.

[/b]


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76 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 4:52 pm

Charlotte Smith

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Finalmente, depois que os minutos se arrastavam à espera daquele beijo, os lábios se encontraram e não havia mais o espaço que os dividissem. Ele graças a Deus era diferente dela, mesmo que estivesse magoado ele ainda a beijava com o mesmo carinho.

–Eu quero deixar tudo isso esquecido, Nada mais importa. Agora você me tem, agora eu tenho você. Nada mais importa. O resto são os restos. E não importam. Ela encostou devagarzinho sua testa no queixo do rapaz enquanto ele a embalava em seus braços.

-Somos eu e você!

77 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 5:19 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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-Sua vez Marina.

E espera ela retornar ao jogo.

-Isto é uma excelente proposta bela flor, e você poderia contar comigo a qualquer hora.

-Mas o que está acontecendo aqui, está me fazendo repensar muitas coisas, e o que estou vendo é que algo parece estar morrendo dentro de mim, talvez eu não devesse ter vindo para aqui.

-Eu estou sentido, como se eu estivesse abandonando, um pouco da minha humanidade, do meu eu individual, para me inserir na mente coletiva, só para me proteger.



-E isto me fez refletir quão conceitualmente isto é errado, então isto só me deixou visualizar um caminho em minha imaginação.

-Quando você está inserido demais em uma linha de raciocínio e a equação que está desenvolvendo dá errada, muitas vezes é mais eficiente apagar e começar de novo.

-É o que eu vou acabar fazendo com tudo isto.

-E vai ser através de uma negação por paradoxo, meu favorito é o paradoxo de Hardy o axioma segundo o qual não podemos fazer inferências sobre os acontecimentos passados que não tenham sido observados diretamente, ao mesmo tempo reconhecendo que o próprio ato da observação afeta a realidade que procuramos desvendar. Existe uma maneira de resolver este paradoxo, com cronomancia, com magia do tempo, logo eu vou ter poder suficiente para fazer isto, e vou reescrever a realidade, talvez uma parte, talvez toda.

-Você deve se perguntar por que Marina? Você nunca desejou mudar algum fato, alterar alguma coisa, plantar um caminho com mais flores, com menos espinhos? Esta fábula não está com um colorido muito bom para meus olhos, estou com vontade de pintar de novo, mesmo não sendo eu o artista.

-Antes quando eu olhava para o futuro, eu via uma vida simples, mas feliz, o caminho era tão claro, que parecia que era só caminhar por ele.

http://th04.deviantart.com/fs7/300W/i/2005/159/9/e/Absolute_by_blackeri.jpg

-Mas agora, eu não consigo mais focar direito, e fico temeroso se o que eu vejo é meu destino, ou o que há em meu coração. As linhas tem ficado mais tênues, e as armadilhas mais próximas.



E ele pega um velho caderno de desenho, que volta e meia ele carregava com ele e abre em uma página mostrando o conteúdo para ela.



-Ela escolheu ele, de novo, eu tinha esperança que desta vez fosse diferente, mas de novo só posso ficar feliz pelos dois. Eu estou falando abertamente para você, pois sei que você sabe do que eu estou falando, e você é minha amiga.

-E ver isto está me matando.


E entrega a jóia, com as duas pérolas para ela.

-Feliz Natalis Solis Invictus, para ti Marina, mesmo que adiantado, depois da conversa de logo mais, eu não sei se vou ter muito mais sentido para continuar aqui.

E retira mais uma carta e a sua pilha explode, com as cartas multicoloridas voando pelo céu, ele permanece com uma carta na mão, ele a mostra:



-Engraçada ironia, a torre, a letra do alfabeto de Toth, que faz referência a finitude, ao caminho nem sempre fácil da mudança.

E suspira triste.



Última edição por Ctaaciug Xyeetnuut em Ter Maio 05, 2009 6:16 pm, editado 1 vez(es)

78 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 5:25 pm

Lucian Morrigan

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Os minutos se passam, e o céu já mostrava seu manto negro, Lucian não queria sair dali, não queria deixar de envolver Charlotte, tão macia e delicada, mas eles precisavam de um banho, eles precisavam relaxar, ele mais ainda, precisaria estar relaxado e calmo ao voltar para a companhia dos outros colegas. - Minha Flor, precisamos nos banhar, tirar as roupas de viagem para voltar para a sala, afinal você é a Anfitriã... - o sorriso em seus lábios era cansado, ele vai em direção a suas malas, que ja estavam no quarto, e separa algumas coisas em cima da cama.
Então após pegar o roupão de banho, ele se direciona para o banheiro, e passando por Charlotte lhe da um beijo nos lábios. - Te vejo la embaixo... - e entra no banheiro, ele precisava de um tempo sozinho, precisava extravazar o que estava sentindo.

79 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 6:22 pm

Charlotte Smith

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–É verdade... São os primeiros convidados da minha vida! Disse abrindo um enorme sorriso.

–Te vejo lá embaixo lindo... E não demora. Ele lhe deu o último beijinho e entrou no banheiro.

Seus olhos correram pelo quarto mais uma vez, então ela seguiu até o criado-mudo de madeira e abriu a pequena gaveta trabalhada, lá dentro tinha alguma de suas antigas coisas que na pressa de ser mudar para o internato acabaram ficando para trás... Suas mãos tatearam ao fundo tocando delicadamente alguns dos objetos, então sentiu um metal frio tocar-lhe os dedos, era seu anel.



Ela o puxou para si... Era todo feito em prata e possuía uma inscrição em baixo relevo tirada de uma peça de teatro. Eram palavras de amor escritas pelo melhor poeta Inglês, em uma escrita morta que poucos conheciam. Então foi até mala do garoto e o colocou em cima de suas roupas e seguiu para seu quarto.

80 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 9:49 pm

Sibytus Stravius

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Professor de Hogwarts
Sibytus que ate então apenas observava o chato jogo entre Marina e Ctaaciug sem se pronunciar nem mesmo quando charllote e Lucian o comprimentaram, apenas fez um leve aceno com a cabeça, ele estava se sentindo perdido ali, muitas pessoas, apesar que em Hogwarts haviam sempre muitas pessoas ele sempre tentou se isolar e sempre teve exito, mas ali ele nao conhecia muita coisa, então nao tinha como se isolar das pessoas, reuniões de amigos nao era muito seu forte, porem seu "Transe" foi quebrado com o sentar de Marina em seu colo, dando-lhe um leve beijo... aquilo realmente chamou a atenção de Sibytus, nao havia como não chamar, porem logo em seguida Snoopy pula tambem em seu colo ficando entre ele e Marina, Sibytus nao gosta de animais que possam lembra-lo de algo passado de sua familia, logo se levantou com cuidado colocando Marina confortavelmente sentada na poltrona onde estavam, e diz...

-Amigo Ctaaciug, com o perdão da palavra, mas esse jogo entre voces dois esta um tedio, um verdadeiro pé no saco, jogar Snape explosivos nos podemos fazer em Hogwarts, estamos de ferias meus amigos, seria bom fazermos coisas que nao podemos fazer lá, esquecer por algum momento de la,relaxar um pouco

Apos falar isso ele vai em direçao da mesa do jogo e pega as cartas e joga todas elas para cima...

-Acampar seria uma otima ideia,mesmo com todo esse frio, poderiamos acampar aqui na sala ou em algum lugar que nao fizesse tanto frio,vamos nos divertir, esqueçamos de tudo ao menos nesses dias de ferias...

Sibytus apos esse ato de "Rebeldia" olhava para Marina procurando apoio, e depois para os demais...

ele estava um pouco constrangido por ter feito uma bagunça jogando as cartas do jogo para cima Embarassed

81 Re: Mansão Smith em Ter Maio 05, 2009 11:05 pm

Marina Angela

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- Eu não faço idéia do porquê de me achares digna desse presente - seu rosto corava violentamente e as mãos tremiam, os olhos baixos e timidos - mas eu realmente gostei muito dele e vou guardar esse amuleto com carinho - e fechando a jóia na palma da mão, beijou respeitosamente o rosto do rapaz, em agradecimento.

Ouviu com atenção sobre o que ele falava em manipular o tempo.

- Sabe Ctaaciug, eu já pensei muito sobre isso. Principalmente sobre a possibilidade de trazer minha irmã de volta. Mas eu creio que algumas coisas vão acontecer, independente do modo que você tente interferir nelas. Como um efeito borboleta.
Então eu não mudaria nada. Não é apagando os dissabores que nossa alma vai evoluir, mas usando essas situações como preciosas lições, as quais precisamos aprender na nossa jornada cósmica. Não sei se você acredita nisso, mas para mim essa verdade é tão consistente como a sua mão que eu toco agora.

Após ver seus desenhos, ela reflete por um momento, talvez ela não pudesse entender exatamente o que eles significavam, mas entendia a idéia geral.

Neste meio tempo, Sibytus resolve interromper o jogo, que afinal já tinha se perdido mesmo e se junta a eles.

- Amor, eu adoraria fazer qualquer coisa, desde que fosse com você - os olhos sonhadores fitam os deles enquanto ela se balança, de um pé para outro, firmando os braços no pescoço dele.

- Ctaaciug, animo rapaz, não é possivel que um guerreiro determinado como você entregue o jogo na primeira batalha. Onde está o seu espirito de general e o principal, onde está o estrategista que mora ai dentro de você? Nâo foi a toa que o chapéu te colocou na Corvinal - percebeu que estava sendo metida e moderou - E você sempre terá os amigos que aqui se encontram. Mesmo que eles não possam te dar o que apenas outra pessoa pode.

- Eu voto em irmos jantar, eu estou morrendo de fome. Cade a dona desta casa que nos esqueceu aqui?




_________________

82 Re: Mansão Smith em Qua Maio 06, 2009 1:51 am

Charlotte Smith

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Professora de Hogwarts
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Depois de um banho quentinho Charlotte voltou à sala do piano e juntou-se aos amigos...

–Vamos à cidade hoje jantar? Disse tentando animá-los, mais era uma péssima anfitriã, não conseguia pensar em nada legal pra fazer.

A porta de entrada abriu em um estampido forte e ela foi conferir quem havia chego, era Anne e Jack e estavam ensopados do passeio, o queixo de Charlotte caiu quando viu o Lufano molhado da cabeça aos pés.

–Tia! Ele vai pegar uma pneumonia... Reclamou. –Jack... Tome um banho quente pelo amor de Deus!

–Que isso… Foi só um chuvinha, o verdadeiro gosto da liberdade.

Charlotte foi até a janela e puxou a cortina de lado, estava nevando forte lá fora o tempo era horrível.

–Não dá pra sair com essa neve! O eu que eu faço? Estão prestes a morrer de tédio, estou perdida.

–Porque não jogam alguma coisa? Como verdade ou conseqüência?

Pela cara de sua tia boa coisa a brincadeira não era, Charlotte continuava com a sobrancelha erguida esperando alguma explicação, então Anne foi até a cozinha e voltou com uma garrafa de whisky lacrada.

–Está sugerindo que fiquemos bêbedos? Indagou nervosa.

– Claro que não... A brincadeira é o seguinte! Vocês sentam em volta da mesa e giram a garrafa, e quando ela parar e apontar para alguém, quem girou pergunta: Verdade ou conseqüência?

-E?

–A pessoa escolhida pela garrafa deverá responder sua pergunta verdadeiramente se escolher verdade. Agora se ela escolher conseqüência... Terá que ter um castigo ou fazer algo que ela mande.

Charlotte pegou entusiasmadamente a garrafa azul da mão de Anne.



–Muito esperto da sua parte tia...

–Não esqueça que essa brincadeira é uma faca de dois gumes... E existem duas regrinhas que se devem respeitar. A primeira é sempre dizer a verdade, e não vale escolher verdade mais de duas vezes seguidas.

- Mais para vocês meus anjinhos, vou acrescentar a terceira... Nada de tirar a roupa!
Ela gargalhava com a própria piada deixando a garota corada.

–HÁ-HÁ-HÁ, MUITO ENGRAÇADO.

–Vão se divertir enquanto eu tento convencê-los a entregar algumas pizzas...

~~~~~

Charlotte voltou à sala com a garrafa na mão, e tratou logo de explicar que não poderiam sair com toda aquela neve, então... Tinha pensado em outra forma de diversão.

–Quem quer jogar verdade ou conseqüência? Disse com um olhar perverso.

83 Re: Mansão Smith em Qua Maio 06, 2009 6:33 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Ele conclui então para a Marina:

-Eu até poderia concordar com você Marina, mas então eu penso que a causa da derrota não se encontra no obstáculo ou no rigor das circunstâncias; está no retrocesso na determinação e na desistência da própria pessoa.

Se falasse em dificuldades, tudo realmente era difícil. Se falasse em impossibilidades, tudo realmente era impossível. Quando o ser humano regride em sua decisão os problemas que se erguem em sua frente acabam parecendo maiores e confundem-no como uma realidade imutável. A derrota encontra-se exatamente nisso.

Pois não existe inverno no reino da esperança.


E responde a pergunta então lançada.

-Já que nosso game foi para o espaço com as cartas, eu topo.

84 Re: Mansão Smith em Qua Maio 06, 2009 10:00 am

Lucian Morrigan

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Lucian aproveitava a água que escorria nas costas, precisava disso mais do que percebera, estava relaxando, e aos poucos sentia que tudo voltava ao normal. Após um certo tempo no banho ele vai para o quarto, se trocar.
No quarto enrolando a toalha na cintura ele começa a pegar as roupas que tinha separado, então quando ele levanta a Camisa, logo algo cai no chão fazendo um “tlinc tlinc” baixinho, Lucian pega o pequeno objeto nas mãos, e analisa seus detalhes, era lindo, realmente lindo. A prata reluzia entre as letras gravados, o baixo relevo era perfeito, e lhe parecia ser um trecho de alguma poesia épica que ele não conhecia.

--------------------
Quando Charlotte pergunta sobre quem gostaria de jogar, eles escutam uma voz empolgada no alto da escada. – Huum, me parece um jogo bem interessante... Eu to dentro... !!!



Lucian desceu as escadas de dois em dois degraus,e correu em direção a Charlotte, lhe dando um beijo animado, ele não conseguia esconder o sorriso, ele levanta a mão direita e no lugar de uma aliança ela vê o anel que ela lhe dera, ele sorri e comenta em seu ouvido. – Lindo... Como você....

Só então ele se lembra que estava entre colegas, e se recompõe, dando uma tossidinha ele diz meio envergonhado. – Er... E aí galera... Vamos jogar ?

85 Re: Mansão Smith em Qua Maio 06, 2009 4:03 pm

Charlotte Smith

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Professora de Hogwarts
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Lucian apareceu com o anel que ela tinha lhe dado adornando seu dedo, pela carinha ele havia gostado.
Lindo... Como você....

–Eu já acho que é como você, mais não vamos discutir... Já sabe o que ta escrito?

As crianças sentaram animadamente em volta da mesa e Charlotte colocou a garrafa no centro dela.

–Eu não quero começar... Quem se habilita?

86 Re: Mansão Smith em Qua Maio 06, 2009 7:48 pm

Marina Angela

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- Oh Charlotte, porque sua tia falou em não tirar a roupa? Quem seria louco de fazer isso com todo esse frio? - os olhos da menina estavam arregalados tentando entender o ocorrido.


Preferia sair para jantar, a comida trouxa que ela mais gostava era pizza, mas vendo a tempestade de neve através da janela, mudou de idéia na mesma hora.

A idéia do jogo pareceu interessante. Era uma oportunidade de conhecer um pouco melhor os colegas. Mas que tipo de perguntas faria a cada um deles? E o principal, quem teria interesse na sua pacata vida?

- Vamos Siby, senta aqui na minha frente e vamos descobrir os segredos deste povo. -Sentou ao lado de Lucian , enquanto a cadeira do outro lado ainda estava vazia.

–Eu não quero começar... Quem se habilita?


Nem precisou perguntar duas vezes. A oferecida de plantão e mandona de marca maior, já estava com a garrafa na mão.

- Eu começo - falou em alto tom - Hum...Chivas 18 anos..., sua tia Anne tem coisas bem boas por aqui... aposto que ela deve ter uma 30 anos escondida por ai... é o favorito do meu pai. Todos prontos?

Pousou a garrafa deitada no centro da mesa e rodou graciosamente o objeto. A cada um que a ponta da rolha passava, Marina imaginava o que perguntaria. O ritmo foi diminuindo até que a garrafa parasse na frente de ...

- Verdade ou consequência Charlie? - os olhos de Marina brilhando de excitação pela resposta.



Última edição por Marina Angela em Qui Maio 07, 2009 8:03 am, editado 1 vez(es)


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87 Re: Mansão Smith em Qua Maio 06, 2009 8:09 pm

Charlotte Smith

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A garrafa rodava na superfície lisa da mesa e Charlotte a acompanha com os olhos, esperando quem seria a primeira vitima a revelar seus segredos.

Então ela foi perdendo a força e quando ela achou que fosse apontar para Lucian que estava ao seu lado, o último movimento do objeto indicou ela própria.

–Ferrou!

Que joguinho malvado era aquele? Pensou que fosse descobrir as fraquezas dos seus amigos... Porque havia se esquecido da Lei de Murphy?

–Conseqüência. Era a escolha mais sensata ainda mais que o carrasco era sua amiga, Marina não seria capaz de pegar tão pesado... Ou seria?

88 Re: Mansão Smith em Qui Maio 07, 2009 2:04 am

Marina Angela

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A mente de Marina trabalhava rápido. Não iria expor a amiga a nenhum constrangimento, mas ela precisava pagar por ter tirado o gostinho de contar um segredo seu ao grupo.

Levantou e cochichou alguma coisa no ouvido de Jack , obtendo um sorriso e um gesto afirmativo com a cabeça.

- Esperem um segundo apenas - os passos abafados correndo escada acima foram ouvidos na mesma velocidade que eles voltaram. Nas mãos um vestido mole e cavado, de paetes vermelhos. Um par de sandálias douradas, com tiras finissimas e de salto fino e alto pendia na outra mão.

- Sua prenda cara amiga - e Jack já se dirigia ao piano - será se vestir com esse traje e, acompanhada pelo nosso virtuose, cantar para nós, com direito a coreografia.- No piano, Jack dedilhava " I will survive" . E dizendo isso entregou o vestido à colega.


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89 Re: Mansão Smith em Qui Maio 07, 2009 8:10 am

Marina Angela

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Off:

Esse jogo é muito "perigoso" para crianças de doze anos, especialmente pelas partes que o complemetam. Vou considerar que está parte abaixo não está valendo.


"Se o jogador escolhido não conseguir dizer a verdade, nem fazer a consequência, o jogador estará sujeito ao poço!, ou seja o jogador que foi pedido para responder, coloca uma venda nos olhos, depois o jogador que perguntou "verdade ou consequência", vai apontando para os jogadores ao redor dele, até que o que tem a venda diz "PÁRA" e no jogador que o dedo estiver apontado, vai ser a "vitima", agora o jogador continua com a venda, e o que perguntou "verdade ou consequência" vai apontando para partes do corpo da vitima, e logo que o escolhido diga "PÁRA". O escolhido vai beijar a parte do corpo do jogador escolhido (vitima).

É hora dos dados

Se o Jogador também se recusar a beija a parte do corpo que lhe foi indicada, deverá jogar um dado onde tem como opções: Beijar, morder, cheirar (cada um desses repetem duas vezes). Vamos dizer que caiu em beijar, logo depois o jogador jogará outro dado com as seguintes opções: Boca, queixo, Bochecha, pescoço, você escolhe, ele(a) escolhe. Se cair em boca o escolhido tera que beijar a boca do outro jogador (citado acima como "vitima")"


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90 Re: Mansão Smith em Qui Maio 07, 2009 9:13 am

Sibytus Stravius

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Sibytus não estava nenhum pouco empolgado em jogar o jogo, mas quem sabe ali não fosse a oportunidade ideal de descobrirem algo sobre ele e de ele descobrir algo importante sobre alguem...

Sentou-se ao lado de Marina que começou a girar a garrafa, Sibytus nao demonstrou nenhuma reação quando a garrafa diminuia de força e estava a para proximo a ele, porem ela foi na direção de Charllote.

Charllote espertamente decidiu não contar nenhum de seus segredos para o grupo respondendo consequencia,tendo que pagar uma prenda...

-O que sera que Marina ira aprontar com sua melhor amiga?

Sibytus ficou se indagando, ate o momento em que Marina sai correndo escada acima e traz algumas roupas, e diz para ela a sua prenda, teria que dançar e cantar uma musica que Jack estava tocando, Sibytus nunca havia escutado tal musica, mas parecia ser uma prenda interessante...

Sibytus ficou agora esperando o momento da performance de Charllote ao pagar a prenda...

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