Venha ser um bruxo e jogar RPG no mundo de Harry Potter! Vagas ilimitadas!


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Coisas que você fez na juventude que você espera que seus filhos NUNCA façam.

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Ctaaciug Xyeetnuut

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Off: Pretendo fazer uma série de entradas com esta premissa. ^^

On:

Festa de fim de ano da graduação em Cronomancia.

E estavam eles no fim da graduação da escola e os seis deles, três de cada gênero, se reuniram para uma última festa, antes de mais uma etapa da vida mudar. Foi uma classe singular de prodígios e promessas, mas cada classe, cada história era singular por si mesma.

Eles se sentam em círculo, em uma sala privativa já fora da escola, todos responsáveis e capazes, pela lei pelo menos. A sala era adornada com um vasto tapete de temática de criaturas míticas de cores fortes, almofadas pelo chão e doze portas. Em uma mesa, está um caldeirão com uma poção, e seis taças douradas iguais e ao lado das taças uma poção.

Falam eles de histórias dos tempos vividos juntos, e criam uma história juntos. Pegando nas mãos um dos outros em círculo, eles mudam o tempo, a especialidade daquela pequena sociedade, eles mudam o passado para que tivessem vividos sempre juntos, e deixam as memórias dos fatos dançarem como a verdade que agora é em sua mente, enquanto apreciam a mudança nos corpos, tanto quanto a adição nas lembranças.

Ctaaciug tem um floco de neve pintado no seu braço esquerdo e seus cabelos tem faixas de um azul claro, quase glacial, e não foi esta a maior mudança no grupo, mas cada detalhe são apenas isto, detalhes, apesar de serem agradáveis de ver e ouvir. E então eles compartilham as histórias deste novo tempo que existe naquela magia, sejam elas belas como a vez que eles encontram seres de mítica beleza, viram manifestações de velhos deuses ou embaraçosas, como quando um dos garotos se apaixonou pela montanha perto da escola.

Ao soltar das mãos e o dispersar da magia, tudo então retorna como deveria ser, e eles conjecturam a efemeridade do tempo, aquele que é o rio enquanto os que não o estudam o imaginam como a rocha.

Retiram agora uma poção que imita o efeito de uma transformação animagus por um curto período de tempo, para representar a diferença das percepções, mesmo na essência, que torna a diversidade tão rica. Uma fênix, um unicórnio, um pegasus, um coalt, um pequeno dragão de pele que parecia uma translúcida ilusão de uma infinita noite estrelada e um animal estranho de cor vermelho claro, formato parecido com um gato, uma longa cauda, pés grandes como um canguru e que flutuava a alguns centímetros do chão...

Houve então que os animais se olharam e se perceberam até o efeito passar.

E vão para a terceira parte de sua reunião. O caldeirão é de poção polissuco e cada um retira um estojo com um fio de cabelo.

Enchem as taças colocando um fio em cada uma. Pegando suas varinhas, fazem desaparecer e aparecer as taças, as movendo aleatoriamente. Seguram as mesmas e então um deles fala.

-Para demonstrar a efemeridade da forma, como o tempo, o que acontecer aqui fique aqui, tendo como testemunha apenas esta sala, se você não falar sua forma ninguém precisa saber, uma vez que até o gênero é algo efêmero com esta poção.

Levantam as taças e pegam à poção do lado, uma poção de embelezamento para que a forma pudesse ser tão esteticamente agradável quanto poderia ser. O relógio na parede serve para marcar o tempo para quando for preciso novamente ativar o efeito da poção. Caminham todos para as portas e bebem a poção, ativam então os portkeys dentro das pequenas salas, que os levam para as outras portas de onde suas formas alteradas saem então. Realmente qual forma pertence a quem é deixado apenas a imaginação pois a ética impede algo mais contundente como Legimancia.

Uma meio-veela, uma meio-ninfa, dois descendente dos daoine sendo um de cada gênero, um dhampire e um bruxo conhecido pelas suas capacidades metamorfomagicas saem dos pontos de saída vestidos apenas em um lençol branco, novamente eles se sentam em círculo, agora fora da mesa e mais próximos.

Olhos atentos poderiam tentar atentar para detalhes, como se houve mudança de gênero, a mudança do centro de gravidade poderia levar a uma leve alteração no andar, mas no caso, parecia que se realmente ocorreu tal mudança, eles estavam preparados para ela, e nada foi notado. E a meio-veela começa.

-Quando cumprimos a vontade de nosso verdadeiro Eu, nós estamos inevitavelmente cumprindo com a vontade do universo. Na magia, na verdadeira magia ambas as coisas são indistinguíveis. Cada alma humana não é, de fato, UMA alma humana: é a alma do universo inteiro. E, enquanto você cumprir a vontade do universo, é impossível fazer qualquer coisa errada.

O daoine continua.

-E fazer isto é a grande busca a busca do Eu com “E” maiúsculo. Esse conhecimento vem da Grande Obra, do ouro que os alquimistas espirituais buscavam, a busca da Vontade, da Alma, a coisa que temos dentro que está por trás do intelecto, do corpo e dos sonhos. Nosso dínamo interior, se preferir assim. Agora, esta é particularmente a coisa mais importante que podemos obter: o conhecimento do verdadeiro Eu.

Eles deixam os lençois cair e se aproximando se beijam apaixonadamente. O dhampiro continua.

-Assim, parece haver uma quantidade assustadora de pessoas que não apenas têm urgência por ignorar seu Eu, mas que também parecem ter a urgência por obliterarem-se a si próprias. Isto é horrível, mas ao menos vocês podem entender o desejo de simplesmente desaparecer com essa consciência, porque é muita responsabilidade realmente possuir tal coisa como uma alma, algo tão precioso. O que acontece se a quebra? O que acontece se a perde? Não seria melhor anestesiá-la, acalmá-la, destruí-la, para não viver com a dor de lutar por ela e tentar mantê-la pura. Alguns se entregam a uma tentativa deliberada de destruir qualquer conexão entre nós e a responsabilidade de aceitar e possuir um Eu superior, e então ter que mantê-lo.

A daoine diz então.

-Mas muitos fazem isto porque não entendem que a Verdadeira Vontade é o que você ama fazer. É único de cada pessoa, por isso não dá para ensinar ou mostrar. O povo se amedronta achando que é algo grandioso, como salvar o mundo ou compor uma sinfonia, mas não é necessariamente isso. Pode ser algo pequeno, como cuidar de uma comunidade, organizar sua família doida, ser professor de Hogwarts, etc… Só que o que acontece, quando você se encaixa nessa via, tudo começa a “dar certo”. Todas as coincidências começam a acontecer, tudo vai convergindo para o processo funcionar, e a coisa vira uma bola de neve.

O dhampiro responde:

-Mas nada é essencialmente simples, elas são simples para nossos animais; são simples para aqueles no qual o mundo se resume a acordar, ir inerte pro trabalho, chegar em casa, dormir, acordar, trabalhar mais pra juntar dinheiro pra comprar algo novo que não precisa, depois trabalhar mais em um emprego que não gosta por uns 20 anos, pra se aposentar sem ter tempo de cuidar dos filhos e então viver de sua renda. Ai sim, é “simples”.

Ela diz:

-Mas partir em busca do verdadeiro Eu é sua responsabilidade, não dá para passar para frente.

Os dois se libertam dos ornamentos e se juntam aos que estavam se beijando, se tocando e beijando também, mais rápidos que os primeiros, mais derivados de Eros do que de Agape.

E os que restam então dizem.

-Todos os deuses são as letras de uma grande linguagem.

-Então que nosso caminho possa também compor uma bela história.

Juntan-se também aos outros.

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