Venha ser um bruxo e jogar RPG no mundo de Harry Potter! Vagas ilimitadas!


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Ctaaciug Xyeetnuut

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1 Efeito Borboleta. em Dom Jul 04, 2010 6:44 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Professor de Hogwarts
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Off: Vou começar a narrar alguns fatos do último mês antes de Ctaaciug voltar para Hogwarts. Para uma situação cronologica.^^/

Efeito Borboleta - metáfora para a sensível dependência de um sistema às suas condições iniciais, dentro da Teoria do Caos. Mude as condições, mude o sistema.

Sistemas de cálculos avançados já vem há muito tempo, sendo usados para verificar sistemas de comportamento caóticos, como usar modelos de computadores para prever situações geopolíticas, além de programas como FAST ((Future Attribute Screening Technologies), que permitem a medida de sinais vitais e expressões faciais e prever com precisão se a pessoa analisada vai cometer um crime no futuro próximo.

Mas precisaria de uma capacidade de processamento superior a de toda a humanidade junta em 2010, ou seu mais de um quintilhão de cálculos por segundo, em 2060, já temos mais de um heptalhão. Mas todo este poder de cálculo seria inócuo, sem um calculador de padrão aleatório, um algoritmo preciso para isto.

O herdeiro do “Utah Electrode Array", que permite download/upload de data direto para um meio artificial, efetivamente tornando computadores uma extensão da consciência humana. Some-se a transferência de data sem cabos, através de energia (a transmissão de energia elétrica, sem cabos de um ponto ao outro é um feito do século XIX), então o problema do algoritmo foi resolvido, fazendo o subconsciente iniciar os algoritmos de cálculo (coisa que ele já faz), e o meio artificial aplica o poder de cálculo.

O cérebro se tornou um elemento de conexão híbrida e as trouxas estão fazendo o que os bruxos já faziam através de seus quadros, conservando a memória e a presença dos seus inventores, artistas e visionários, só que de uma maneira aperfeiçoada e sem ser invasivo.*

Ctaaciug, tornou os equipamentos movidos a um campo estável de energia gerado por um organismo mágico, então seus equipamentos são movidos a magia, a sua magia e linkada a sua clarividência, com dados sendo atualizados pelas informações colocadas em meio digital, ele tem um cenário de extrapolação para décadas, mas a grande dúvida é se ele vai conseguir rege-lo.

O Tempo nunca espera.
Ele entrega tudo igualmente para o mesmo fim.
Ele que deseja salvaguardar o futuro.
Precisa ir à frente, nunca parar.
Com seu coração como guia.


On that day, you sowed in my heart
A tiny seed of a tear.


Eu alcancei e empurrei o suicida a beirada da ponte, subi no topo e observei ele cair antes de apartar atrás.
Eu o peguei a cerca de 3/4 do caminho para baixo, e aparatei de novo.

-Você sabe, por volta de ¾ do caminho da queda, eu sempre acreditei que muitas pessoas realizam que elas tem motivos para viver e se arrependem de pular.

Enquanto ele toma um respirar, continuo.

-Ainda quer morrer?

Ele balança sua cabeça negativamente e eu sorrio, -Bom, eu conto a ele, enquanto eu vou saindo, [color=cyan]-Se você correr, você pode chegar no apartamento dela, e reconquistá-la antes dela partir. Ele concorda, se levanta, me agradece, e corre pela estrada a baixo.

Until the day, someday, when you make
A giant flower of a smile bloom
Even when I'm inside a bustling city
Sometimes I'm suddenly rewinding.


Eu chutei a porta, vestido em terno negro com gravata vermelha, e a máscara da comédia em um branco mármore em meu rosto, um profano levantava a camisa de um garotinho, um cara com uma câmera, me manda “cair fora”.

Eu o ignorei e caminhei rumo ao garoto, o tirei de perto do doente, e o olhando nos olhos eu disse,-Está tudo bem, eu disse enquanto os homens puxam suas armas, eu vim te tirar daqui. Ele me disse, protestando que haviam outros e que eles seriam machucados se ele saísse.

-Está tudo bem., eu disse a ele, eu vou resgatá-los também, mas eu preciso que você feche seus olhos e cubra suas orelhas, enquanto canta, “uni-duni-te” até eu falar que está pronto, tudo bem? Ele deixa cair uma láfrima e então concorda, virando e cobrindo as orelhas, ele começa a cantar...

Órgãos, que não são nossos começam a sair de seus donos.

-MUITO BEM, eu digo enquanto um Diffindo decapta um cara, CONTINUE CANTANDO!

Back then, the future was full of ifs
Like if we could be together forever
As I sense, no matter where I am,
Your form, which isn't anywhere


Logo eu tinha resgatado cento e quarenta e seis crianças, e as estava conduzindo através da cidade, para o casa do maior “chefão”, perguntando por uma conversinha rápida.

Uma vez que eu estava na sala com ele e seus guarda-costas, as crianças juntas no salão baixo de nós, eu fiz duas coisas.

Primeiro eu fiz quarenta milhões de doláres em barrasde ouro aparecerem a minha esquerda.

Segundo eu lancei um Fiendfire, obilaterando o dinheiro.

-Aqui tem cento e quarenta e seis crianças. Trinta e nove tem poderes similares aos meus, eu disse ao chefe que manteve sua postura, eles não vão usá-los para seu ganho pessoal, eles vão olhar as outras crianças, e se eles estiverem insatisfeitos, nós vamos obilaterar sua máfia, e pegar seus negócios onde eles existirem.

Eu recompus o dinheiro, e continuei, você vai usar este dinheiro, para educar estas crianças e ajudá-las a crescer direito. Minimize os danos feito a elas, ajude-as a encontrar famílias, empregos e vidas. Eu vou voltar em quinze anos, se eu tiver de voltar antes eu vou matar todos vocês, mas se elas estiverem felizes com o jeito que foram tratadas, eu vou triplicar este total e você vai ter quarenta super-humanos como amigos.

Ele me pergunta o porque de eu estar oferecendo a ele um acordo.

-Porque com isto, nem você, nem eles serão um problema para a sociedade.

Ele me olha e diz que existem trezentos e sessenta e seis crinças na indústria do sexo por ali, e me afirma que se eu não esqueci ninguém.

-Alguns estão quebrados demais para serem salvos, não sou tolo para acreditar que todos podem ser salvos.

Ele concorda e pede para seus auxiliares pegarem sacos de dormir, pois as crianças ficariam ali pela noite. Eu sorrio, isto faz quatorze circuitos de tráfico de crianças a menos.

-Você, não vai se arrepender disto, Antonio.**

Ele abre os olhos assustado, e então eu aparato.

Today, too, I face tomorrow
Underneath the same sky
Yes, just like how
The words you repeat melt my heart.


O cara está ali. Alex Smith, segurança do aeroporto, ele está apenas mais um dia chato de pirar e matar um monte de pessoas.

Eu avanço, com cabelo prateado e olhos vermelho-rubi, pelo detector, que vai PING e depois PING.

Alex se aproxima na minha frente, me dizendo para retirar os objetos metálicos. Sua face foi impagável quando eu puxei duas uzis e comecei a atirar pelo aeroporto, tomando cuidado para não acertar ninguém. Depois que eu senti que ele esvaziou sua arma nas minhas costas (protegidas por um Protego Totalis), eu corri para a janela e saltei por ela, aparatando fora da visão deles.

Isto serviu para animar o dia dele.

You're making a speech to me now
In your beloved voice
On that day, you sowed in my heart
A tiny seed of a tear
Until the day, someday, when you make
A giant flower of a smile bloom
Because you're right here.


O presidente da Birmânia, subiu ao púlpito, vinte soldados atrás dele. Ele tem um histórico de corrupção, morte e tortura em seu caminho. Inclua ai seus rivais politicos.

Viva os rifles snipers.

It probably isn't anything special
And at length, everyone will understand what it means.
Between the clouds that burned out red
Stars are sparkling

Right now, where and what kind of scenery
Are your eyes gazing at?


Eu caminho, para dentro do apart-hotel, que sim é bonito.

Eu me viro, para ver uma jovem loira, perguntando quem eu era e o que estava fazendo ali, enquanto se cobria com uma toalha.

-Oi meu nome é John Smith e eu estou aqui para sequestrar você, eu digo a ela, eu vou te deixar se vestir primeiro, mas desde que isto é um seqüestro, eu realmente apreciaria se você não chamasse ninguém, uma vez que isto ia arruinar toda a coisa do seqüestro.

Ela me pergunta com a voz trêmula, o porque eu vou seqüestra-la, alcançando uma faca de cozinha.

-Bem eu suponho...Na verdade nunca fiz isto antes e queria tentar. Você já foi sequestrada?Pergunto a ela.

Ela respondeu que atualmente sim.

-Legal. Eu disse. -Como eu estou indo?Ela relaxou a mão na faca, enqunato me disse que eu não estava indo muito, claramente insegura sobre o que estava acontecendo ali.

Droga!! Eu esqueci minha arma! Eu disse. Sabia que tinha esquecido alguma coisa… Você pode me passar a faca? Eu pergunto a ela.

Ela diz que não.

Então eu admito, Eu sou horrível nesta coisa de seqüestro não? Quer sair?

Ela deixa a faca e diz que sim, era só o tempo dela se vestir.

Eu sorrio, e esta noite terminou com nós sendo perseguidos pela polícia. Foi muito divertido.

The season you loved
Is coming 'round again
The fragments of you that I embraced
Haven't changed a bit


Eu saltei e rolei com Ahmed quando o carro bomba explodiu. VENHA! Eu grito para ele, levantando e correndo para o prédio em chamas -PRECISAMOS TIRAR ELES DE LÁ!!!

Ahmed levantou hesitante e eu pulei no prédio em chamas, ele jogou for a seu saco cheio de bombas de petróleo e correu para salvar todos.

Eu peguei a senhora e a jovem mãe, Ahmed pegando duas crianças e as carregando para fora, Está tudo bem. Eu digo as duas mulheres enquanto eu as deixo em segurança. -Não é hora para vocês irem para os Jardins de Allah ainda.

Então eu corro de volta para o prédio e pego o especialista em bombas ferido. Se eu tiver sorte, eu vou poder salvar suas pernas.

And several times over, you make a speech to me
In your beloved voice
I won't forget how, on that day, you sowed
A tiny seed of a tear
Until the day, someday, when you make
A giant flower of a smile bloom
Because you're right here
While discovering, while getting lost.


Eu sento ao lado de um jovem bruxo. Tarde. Eu o cumprimento.

-Olá. Ele responde.

Eu olho para o céu noturno…Cara, como deve ser lá em cima, huh? Eu pergunto a ele.

Ele sorri um pouco enquanto fala que os bruxos ainda não foram lá ainda.

-Hey, trouxas conseguiram. Eu respondo. -Eu sei que bruxos não estão muito longe.

Ele fica pensativo e diz que os bruxos podem enviar astronautas em um ponto ou outro.

-Ou talvez nós descobriremos uma nova maneira de fazer isto, por nós mesmos. Eu sugiro.-Quem sabe? Existe mais de uma maneira de se fazer alguma coisa, certo?

Ele fica pensativo, como se imaginasse uma possibilidade, e diz que sim, eu estou certo.

Morning, noon and night
We hurry on towards the promised place
Yes, just like how
The words you repeat melt my heart.
You're making a speech to me now
In your beloved voice
On that day, you sowed in my heart
A tiny seed of a tear.


E então eu estou olhando para a entrada do Ministério da Magia Britânico, eu não entro... Já faz tempo que eu não passo aqui, ainda não tenho coragem de entrar. Ano que vem a filha dela vai para Hogwarts, Bathala sorri perto de meu ombro, eu que estou tentando forjar um futuro melhor, ainda tão preso no passado.

Eu sorrio e então estou às portas de Hogwarts, e o plano continua.

Hey, at last you've made
A giant flower of a smile bloom.


Off: * http://www.nytimes.com/2002/06/20/technology/what-s-next-a-chip-that-mimics-neurons-firing-up-the-memory.html

** Clarevidência + Legimancia sutil.^^

2 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Ter Jul 06, 2010 10:26 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Off: Como eu não entendi se continuamos a postar aqui ou se é um new topic para cada história, se for é só migrar depois.

Sendo parte do pouco mais da meia dúzia de sobreviventes da maior tragédia para a sociedade bruxa desde Voldemort (ele ainda se questiona como existe uma sociedade bruxa inglesa, com uma sociedade que produz cerca de setenta crianças por ano...), ele foi recebido em casa como verdadeiro herdeiro de seu clã e tradição guerreira da família, e a batalha de Hogwarts serviu como prova de passagem da idade, nem precisou das formigas que era a prova do ano.

Junte o fato que ele pessoalmente derrotou em batalha (na verdade ele atirou nas costas do cara, mas não dá para atirar pela frente com o cara de costas), um dos perpetradores do massacre, isto fez com que os contratos de casamento para o clã oferecidos por ele aumentassem muito (sociedade medieval do plano inferior...).

Ele esperava que seus próximos anos, fossem tranquilos em um lugar belo na França (Beauxbatons, eu escolho você), mas como o destino é sacana e a vida é cheia de surpresas nem sempre boas, seu bisavo, o patriarca dos Xyeetnuut decidiu que ele deveria ir para Durmstrang para forjar o diamante bruto, que desde tão jovem honrava o legado do clã (valeu karma!!!!).

Lembrando que no primeiro ano, ele se envolveu com magia de transferência completa da mente, no segundo, o traçado de Avalon, além da busca por requilias históricas em Hogwarts, no terceiro magia das trevas, forjas de magia ancestrais, atendados seguidos na escola.

Então ele decidiu dar uma sossegada e ficar de boa (ledo engano...), ele esperava que a escola fosse um campo de treinamento de uma mistura de Blakanys da máfia russa mágica e Wikingüers prontos para ir para Asgard. Mas como não poderia ser tão fácil, quando ele chegou lá ele viu que seria muito pior, pois o local era HARDcore. Mas nem tudo era rium assim, Shiba tinha ido para lá também e ele se tornou seu colega como ANGRBOÐUR (que pode ser traduzido como proclamantes da angústia, o que mais seria parecido com a Sonserina, e que ele acabou de gaiato ali), pois devido ao carater marcial da institução, além das casas, clubes são encorajados para a união dos membros, afinal lá parece que é o grupo contra a realidade. Outro detalhe positivo era que a professora de poções era TOP gata, valia a pena até sentar na frente.

E assim começa seu primeiro ano longe de Hogwarts.


Lembrança do projeto de Arte das Trevas Xyeetnuut e Shiba, 4º ano, que escapou e tocou o terror na escola, até ser detido por uma coalisão de forças. Tiramos "O" nele.

3 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Qua Jul 07, 2010 9:20 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Off: Estou oscilando entre primeira e terceira pessoa narrativa, para não ficar repetitivo.^^/

E então veio o quinto ano, nosso segundo lá... Fora de Durmstrang a filhinha da Marina estava crescendo, e eu fui padrinho dela. E como mala absoluto e best friend forever dela e da Marisa, feriados, férias e entre outras escapadas volta e meia eu estava com elas, a gravidez na adolescência da Marina, além de ter ferrado qualquer chance de um viveram felizes para sempre (matar o pai da filha dela, deve ter contado pontos negativos e colocaria dois mortos na nossa cama, o que é uma coisa MUITO mal resolvida), acabou me aproximando da irmã dela, pois filho com mãe na casa dos pais, a familia inteira entra na história.

Mas isto serviu também de alerta, pois Hogwarts foi com certeza construída em cima de um templo de Cernunnos, fazer amor lá era filho certeza, como eu não sabia se Durmstrang era abençoado com esta caracteristica pelos deuses eslavos, proteção sempre, pois planejamento familiar é importante.

Falando em Cernunnos, 15 anos é a data do rito do Cervo, então eu tinha poucas coisas para me preocupar no ano, era encontrar uma deusa, para o rito, os O.W.L. e os deuses sabem o que mais, pois sempre havia mais, e eu estava certo de novo.


Bem, na escola conseguimos vagas de assistente de poções, não sei porque, porque eu e o Takeru eramos lendários em "efeitos alternativos" de poções. A professora (já falei que ela era muito gata?) começou uma revolucionária pesquisa de cura da lincantropia, após ter isolado o agente causador da doença, a idéia era que a poção funcionasse como um erecto, no agente contaminador tornando-o complexo demais para o organismo hospedeiro e saisse. Sendo morto ao sair, nem nossas explosões atrapalharam.

Quando a poção ainda não havia sido apresentada ao público, um grupo de vampiros-magos (até hoje suspeito de espionagem interna, mas não posso precisar o motivo) se infiltrou na escola com o intento de sequestrar a invenção e a inventora, durante a grande nevasca de 2061, para poder eliminar o poder de potenciais rivais e ter moeda de barganha, sempre tem isto.


Gás garroteante (gás du mau), no salão princiapl na hora do almoço colocou a maioria da escola a noucaute, uma vez que pouca gente ia perder o almoço no frio... Estavamos atrasados por estarmos no laboratorio, a professora Leila notou algo de estranho na situação, e nos manteve stealths. Os vampiros-magos despertaram e usaram Imperius no sétimo ano de todas as casa (professores talvez resistisem) e vieram atrás de nós, inclusive, com criaturas que pareciam fugidas de um famoso poema de Edgar Alan Poe (alguém se lembra qual?).

O que se seguiu é melhor explicado, nos botons comemorativos que fizemos depois, muito em referência a nossa atitude.



Solid "Ctaaciug" Snake, Prince "Takeru" of Persia e Erindae "Profª.Leila" Firestrider salvaram a escola.


A profesora demonstrou utilidades alternativas de Lumus Solem, quando recuamos para a floresta na nevasca. Elas são legais em vampiros.


Depois do fato, ela publicou sua descoberta no Departamento de Mistério, apagou nossa memória do procedimento de fazer a poção, guardou a sua memória do procedimento em Gringots e apagou a sua também, evitando que a utilidade de novas tentativas de sequestro ocorressem.

No outro ano ela ganhou uma Ordem de Merlin pela descoberta, mas estou me adiantando.

O fato ajudou a mim e ao Takeru nos nossos OWLS de Poções e DCTA (ou como é chamado lá Battle Magic), fiz um projeto especial para feitiços, com ajuda de alguns livros restritos, apesar do Takeru viver reclamando que ainda vou destruir o universo por paradoxo.


Lembrança do primeiro vira-tempo que fiz para o O.W.L. de feitiços. Não é uma versão mágica da armadura do Dr. Doom, mas já é um começo.

4 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sab Jul 24, 2010 9:19 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Esta é uma história de quando Ctaaciug já tinha saído de Durmstrang e decidiu no verão ir atrás de algo que ele uma vez tinha ido. A terra além das brumas, a lendária Avalon.

E ele voltou para onde tinha ido uma vez, e foi entrando na floresta que lá existia, e as nevoas começaram a se manifestar, ele caminhou sabendo que isto era uma boa possibilidade. Seus robes de viagem e sua varinha em punho, se mesclando ao ambiente com a floresta de árvores muito similares, mas ele continuou caminhando e viu que não estava andando em círculos pois não passava por suas próprias marcas de passagem.

Mas a floresta perto de Avalon parecia brincar, pregar peças, misturando a si e vestindo névoa como a um manto, ele então andou por um tempo inaudito, pois aquela era a terra das lendas, a floresta perto de Avalon, a floresta das fadas.

Ele então escutou.

Música, passos leves, risos, talvez uma cidade, era o que ele pensou. Mas ele foi seguindo e os passos foram ficando leves demais, a música linda demais e as risadas alegres demais, como um cristalino aquoso das mais puras fontes. Ele deveria ter recuado, mas a história não é feitas de "se" mas de fatos e a curiosidade dele foi maior que sua prudência, e a sua frente ele viu um cortejo.

Na frente a mulher mais linda que ele já vira, mas ela era diferente das outras mulheres que ele já vira, não incitava, nem confortava de tão linda provocava desespero, o coração batia contra o peito querendo sair, querendo romper, incapaz de aceitar, os olhos vertinham lágrimas, como comoção e para tentar obscurecer a visão daquela criatura que por falta de melhor definição, era perfeita. A respiração cessou, a boca pendeu. Ele se esforçou para viver.

Idade incerta, pele alva e absolutamente imaculada, cabelos soltos, negros, trançados em uma míriade de padrões maravilhosos, lindos como ondas de pura noite, olhos castanhos e dourados, era da altura certa, imponente mas delicada. E o seu corpo delgado estava coberto da mais refinada armadura, parecia ser feita de diamante mas era mais fluida e dançarina do que o do que o melhor dos vestidos dos nobres, fossem bruxos ou trouxas.

A Rainha carregava uma lança, seu cabo feito de carvalho vivo, forte e sinuoso, e a ponta linda e terrível de ouro e prata. A lança cantava uma melodia magnífica de valor e guerra, e ainda assim felicidade.

Atrás da Rainha, vinham seus servos. Dois camundongos vestidos com casacas vermelhas, com minúsculos sabres a cintura, que seguravam as pontas de uma diáfana capa que a Rainha trazia às costas. Um gigante encurvado e digno, portando um machado enorme e também digno. O machado observa os arredores com ar vigilante. Um dragão sinuoso, coberto de escamas iridescentes. Um ser com a aparência de um ovo rachado, dois olhos luminosos aparentes no negrume de seu interior, e duas pernas poderosas de réptil carregando-o num passo forte. Um porta-estandarte que era um gamo em forma humana, enorme e peludo, de ar feroz. O estandarte rebrilhava, com fios que, de alguma forma, pareciam ser pedras preciosas tecidas, e mostrava a Árvore do Mundo, onde habitavam os Nove Mundos e onde alguns dos patronos arquétipos da Corvinal viviam. Também estavam lá criaturinhas diminutas, voejantes e tagarelas, de asas translúcidas e beleza melíflua. Humanóides cinzentos de gorros vermelhos, sorrindo com fileiras de dentes pontiagudas. Duas árvores vagarosas, que conversavam sobre algum assunto arbóreo.

Ctaaciug deixou cair a varinha. Deixaria cair às mãos, se pudesse. Foi notado pelo atento machado do gigante. Quis correr, mas logo não quis mais, porque a presença faiscante do cortejo modificava suas vontades.

A Rainha aproximou-se.

- Você é humano? – ela disse. Sua voz era uma cachoeira distante ( tinha o mesmo cheiro de água boa de beber e se banhar), e o farfalhar de galhos no verão. Era zumbido de insetos coloridos e o som mais belo e aleatório que faz uma harpa ao ser soprada por uma brisa audaciosa.

- Sim - conseguiu dizer Ctaaciug.

A Rainha ficou examinando-o. Seus lábios, de um verde profundo, fizeram um sorriso avassalador.

- É educado perguntar seu nome, Majestade – disse uma das árvores.

- Sempre me esqueço de que humanos têm nome! – divertiu– se a Rainha –É uma grande presunção da parte deles.

Mas voltou-se ao jovem bruxo:

- Qual é o seu nome, humano?

- Ctaaciug – disse Ctaaciug.

- Que nome horroroso! – disse um dos camundongos. Outros do cortejo foram da mesma opinião.

- Humanos são tão divertidos – suspirou uma das fadas minúsculas –Estamos mesmo precisando de um animal de estimação, Majestade.

Uma das criaturas de gorros vermelhos se aproximou, lambendo os lábios cinzas e esfregando as mãos retorcidas.

- Estamos precisando de um lanche, Majestade.

Ctaaciug não conseguia reagir.

- É educado apresentar-se agora, Majestade – disse a árvore.

- Ele vai entender? – disse a Rainha.

- Talvez.

Pareceu suficiente.

- Mortal, sou Anira-Nalar, a Rainha das Fadas. Você está nas minhas terras.Tudo que está nas minhas terras é minha propriedade.

- E o que não está também deveria ser – acrescentou um camundongo. As fadas riram.

Ctaaciug examinou de novo aquela criatura perfeita, que de tão perfeita não podia ser gente. O gamo bípede, o gigante, as árvores. E fez algo que julgava impossível:

- Mentira – disse.– A Rainha das Fadas é uma criança.- Assim diziam as velhas lendas.

Silêncio. A lança parou de cantar. As criaturinhas voejantes tiveram um acesso de risos.

- Mortal, sou a Rainha! Como ousa me contradizer?

Era idiotice, mas já era tarde. Só restava ir em frente.

- A Rainha das Fadas é uma criança. Todos sabem. Minha avó me contou isso, e quem contou a ela foi sua avó. E avós raramente estão erradas. Você não pode ser a Rainha.

Houve fúria, mas Anira-Nalar olhou o rosto daquele humano, e viu que ele já passara o medo. E ainda não chegara à paixão.

- Porque não me teme?

-Porque temê-la não adianta nada. Já fiz a pior coisa possível, agora não faz diferença ter medo.

Um vinco formou-se entre as sobrancelhas da Rainha.

- Por que não me ama?

Ctaaciug pensou.

- Você é perfeita demais.

Os olhos castanho-dourados chamejaram, mas a Rainha teve dúvida: ele não a amava, e isso era um insulto. Mas não dissera que ela era perfeita?

- Você tem a obrigação de me amar – disse. – Todos me amam. Sou a Rainha da Fadas.

- A Rainha das Fadas é uma criança.

O vinco aumentou.

- Sou eu Rainha que É Cinco. Criança, Guerreira, Donzela, Dama e Senhora. Sou como as estações, mudo porque muda o mundo, e a minha mudança faz o mundo mudar. A avó de sua avó não mentiu. Fui Criança, mas hoje sou Guerreira.

- Por quê?

A Rainha não viu que estava atendendo ás exigências dele, o humano, e respondeu de pronto:

- Porque há uma guerra. Sha’skegok, a Terra das Sombras, nos ataca. Sua regente, a vil Rainha Negra, quer minha morte. Por isso, sou Guerreira, e irei até triunfar.

- Você não disse que tudo em suas terras pertence a você? Se existe essa Rainha Negra, e ela governa a Terra das Sombras, então nem tudo lhe pertence.

Um trovão ressoou com a fúria de Anira-Nalar.

- Isso também me pertence! A Terra das Sombras, a Rainha Negra, tudo! Eu mesma criei a Terra das Sombras, quando era Criança. Tinha pesadelos, e arranquei-os da minha cabeça, e eles formaram Sha’skegok. Meus pesadelos, minha cabeça. – A Rainha ergueu o queixo, triunfante.

- Você tem razão – disse Ctaaciug. – Parece que tudo aqui lhe pertence mesmo.

Ela sorriu, cruzando os braços.

- Menos uma coisa.

Dez pássaros caíram do céu, pela indignação da Rainha.

- O que não me pertence mortal?

-O meu amor. Ele é meu e o dou livremente a quem eu quiser.

As mãos da rainha estremeceram. A lança cantou um canto baixinho.

-Você vai vir comigo mortal, e vai me amar.

E assim o bruxo Ctaaciug, foi tornado sir Ctaaciug, cavaleiro mágico na corte das fadas, ele viveu com a rainha, lutou contra a Terra das Sombras... Sua varinha crescia folhas pois era como se vivesse com a energia vital abundante, seus olhos viam coisas antes invisíveis e estudava a magia das Grandes e Verdadeiras fadas.

Mas não entregava seu amor a rainha.

E até um dia, ele pediu algo a ela.

-Não é verdade que a Rainha concede três partidas de xadrez a convidados especiais?

Ela Assentiu. Mas disse que não jogaria com ele

- E não sou um convidado especial? Ou é comum que aconteça de alguém não amar a rainha?

- É claro que não!

- Logo, sou especial.

Os conselheiros cercaram a Rainha de pronto, mas Anira-Nalar não quis ouvi-los. Ordenou que fosse trazido um tabuleiro de xadrez, uma mesa e duas cadeiras.

- É verdade o que dizem sobre as apostas? – disse Ctaaciug, sentando-se.

- Não vou conceder-lhe desejo algum, mortal.

- É claro que não. Afinal, isso só aconteceria se sua Majestade perdesse, não é mesmo?

- A Rainha nunca perde!

- Então, peço-lhe humildemente que siga a tradição. Três partidas de xadrez, cada uma tendo como prêmio um desejo.

Os cavaleiros, conselheiros e caçadores exclamaram para a Rainha, mas ela era a Guerreira. Um de seus caprichos titânicos fora cutucado, e ela agora desejava jogar xadrez contra o cavaleiro. Afinal, se declinasse, isso não seria reconhecer a possibilidade de ser vencida? Arrumaram as peças. Ctaaciug fez o primeiro movimento. Em menos de um minuto a Rainha vencera. As fadas murmuraram.

- Não é possível que me derrote, meu pequeno mortal.

- Imagino que realmente não seja.

Nova partida: a Rainha deu inicio. E em poucos movimentos, venceu de novo. As fadas suspiraram.

-A vitória é minha.

- E tudo mais que existe na Terra das Fadas.

Terceira partida. Em dois movimentos, Anira-Nalar capturou a rainha de Ctaaciug. Havia sacrificado um peão. Ctaaciug tomou de volta a erainha, e usou-a para capturar o bispo.

- O que está fazendo? – disse Anira-Nalar.

- Ora, a rainha que foi capturada era a Criança. Esta é a Guerreira.

Continuaram o jogo. Anira-Nalar perdeu outra peça, mas tirou novamente a rainha do adversário. Ctaaciug recolocou-a no tabuleiro.

-Aquela era a Guerreira. Esta é a Donzela.

A Rainha das Fadas bufou, mas assentiu. Seguiu o jogo. Ctaaciug não era páreo, pois capturava-lhe uma peça, mas perdia outras tantas. Logo, perdeu a rainha. Devolveu-a ao jogo.

- Esta é a Dama.

Ficavam os dois quase sem peças. Mas Ctaaciug sempre em desvantagem. Sua rainha foi de novo capturada. E de novo recolocou-a.

- Esta é a Senhora.

Mas, em um lance, Anira-Nalar fazia xeque ao rei do adversário.

- Xeque – mate – sorriu a Rainha das Fadas.

- Ora Majestade – disse Ctaaciug. – Pensei que, aqui na Terra das Fadas, o poder fosse da rainha, e não do rei. Estou errado?

- O poder é da Rainha! – exclamou Anira-Nalar.

-Pois bem. Xeque – mate.

Ctaaciug posicionara suas peças de modo a cercar a rainha da Rainha. Não havia escapatória.

- Ora – sorriu Anira-Nalar. – Mas esta é apenas a Criança.

- Quer dizer então que existem duas rainhas de igual poder na Terra das Fadas?

-Não!

O cavaleiro derrubou a peça ameaçada.

- Então eu venci, Majestade.

Anira-Nalar ergueu-se, jogando o tabuleiro longe com um safanão.

- Tenho direito a um desejo – disse Ctaaciug.

-O que você quer mortal?

Ctaaciug sorriu, um sorriso tranqüilo, mas satisfeito, apenas os lábios se movendo. Naquela tarde ele saiu da Terra das Fadas, dois anos haviam se passado lá e apenas uma semana nos reinos mortais, mas ele não envelhecera um dia.

Avalon ainda não fora encontrada, mas ele sempre podia voltar lá para procurar mais. Ele saiu da floresta sorrindo.

E lá olhando ele caminhando ao longe, ainda na floresta, a Rainha sozinha, também sorria para ele.

Off: Alguém deduz o motivo pelo qual ele podia não amar a rainha, sendo ela senhora de tudo em suas terras? Wink

5 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Dom Ago 22, 2010 11:18 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Dos diários de Ctaaciug.


Entrada 1: Da teoria sobre a cura da selenidade.

Primeiro porque pensar em curar o envelhecimento? Com certeza não é sobre imortalidade, pois qualquer um que parar para pensar no assunto por dois minutos vai ver que isto é uma ideia estúpida, REALMENTE estúpida.

Mas é sobre viver ao máximo tudo o que pode com a benção da juventude, por toda a sua vida. O procedimento que em teoria pode ser utilizado para isto é o seguinte, é sabido de magias pode transformar bruxos em animais é dentro do que chamamos, pop-magik, ou magia para o povo. Para os mais catedráticos uma combinação Avisfor e Troca Cruzada Entre Espécies abre toda a biosfera para o mago alvo.

Nosso alvo em particular, é um animal bem interessante chamado Turritopsis dohrnii, que tem a incrível habilidade de reverter seu desenvolvimento, ou seja esta particular espécie de agua-viva, é capaz de transformar todas as suas células em uma mais jovem, mais resistente, atraves de um processo que nós não temos a menor idéia de como funciona chamado transdiferenciação.

Ou seja ela é essencialmente capaz de reiniciar seu processo de vida. Ao contrário de outros processos mágicos, como poções de envelhecimento, a magia não causa o rejuvenescimento, é um processo biológico, exatamente como envelhecer, ou como se você for tranformado em doninha e tiver sua perna arrancada, ela não vai crescer de novo quando você for destransformado. Processos biológicos se mantem em transformações.

Poderia ser contra-argumentado que a complexidade não é equivalente, mas isto já é um fato vencido, pois nenhum cérebro humano poderia contemplar a complexidade orgânica de todo o corpo humano a nível genético e do animal alvo para a transfiguração, mas o fazemos do mesmo jeito e é fácil. A nossa mágica estabelece os elementos de ligação. Então este realmente é um processo no qual podemos ter uma população de duzentos anos, jovem e ativa como se tivesse 20, depois disto segundo meus cálculos apesar de ainda não ter uma comprovação empírica, a nossa coesão orgânica se esfacela e o organismo morre simplesmente.

Ou seja é possível sim viver no máximo de seu corpo, por toda a vida.

Entrada 2 : Da utilização de Imperius para fins medicinais.

Nossa magia está profundamente concectada a nossa habilidade cognitiva, seja consciente ou inconsciente. E os limites de o quanto ela verdadeiramente pode afetar a realidade é ainda fonte de inúmeros estudos.

A controversa magia Imperius, já se demonstrou ser capaz de suplantar instintos básicos como a autopreservação e tem efeitos em mentes puramente instintivas como as de animais, então sua utilização pode ser o ponto focal, para todo um tratamento, no qual você "obriga" a magia do paciente (atraves da ordenação do subconsciente e do consciente) a reestabelecer a harmonia do corpo. Sendo este um tratamento de natureza Caracterales (ver sobre a classificação dos métodos de tratamento, de curandeiros e medibruxos que estabeleci), pode ser recomendado para casos no qual o paciente perdeu o contato com a realidade, como as vítimas da magia Crucio utilizada de forma constante.

6 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Qui Ago 26, 2010 7:30 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Entrada 3: Da transfiguração e outros pensamentos.

Bem conhecida são as cinco leis de Gamp sobre a transfiguração, que nos limita em nossa capacidade de transfigurar coisas, impedindo que coisas como alimento, vida e até mesmo informação, possam ser gerados por exercício direto de nossa vontade e magia.

Mas ai resulta uma grande incognita. Alguém se perguntou, porque?

Vamos tomar o exemplo de comida, uma combinação das magias, Planctos e Herbivicus, nós daria frutas, verduras e legumes, saudáveis, frondosos e passíveis de serem consumidos, além da magia Feitiço de Reposição puder ser usada para restabelecer um recipiente de vitamina de morango (predileção pessoal), por exemplo. Ou seja o problema não é nem falta de poder nem incapacidade de gerar algo tão complexo quanto comida, uma vez que geramos elementos ainda mais complexos, como animais vivos (que dependendo do qual podem ser comida também).

Ou seja magicamente não existe motivo para não sermos capazes disto.

A única explicação plausível, seria um bloqueio subconsciente instintivo, colocado ao invés de desenvolvido, pois provavelmente um raça ancestral mágica teria se extingido até obter uma espécie mais avançada de “medo” racial que fosse hereditário, em relação a estes fatos.

Mas a palavra colocado, pode ser usada neste contexto? Uma característica interessante de nossa biologia como Homo Magis, pois somos uma evolução paralela do Homo Sapiens, é que nossos genes mágicos, pois há mais do que um, estão em um só cromossomo e isto não ocorre naturalmente.

O gene que nos define mágicos é um só, mas vem em par para ter efeito, se você tiver o par, você é mágico, sendo a diferença de poder resultado de esforço pessoal. Mas todos os genes das características mágicas como vidência ou metamorfomagia, existem dentro do mesmo cromossomo.

Ou seja ele precisa ser engendrado, para existir.

Nossa raça é então um caso de evolução dirigida, o que é simples de perceber uma vez que não existe nenhuma condição ambiental que possamos atualmente imaginar, que pudesse gerar um ser como nós. Desafios ambientais são relativamente simples e até nossa inteligência não é fruto dele.

O que nos leva a série inquietante de perguntas, como por exemplo, quem nos engrendou? Com que motivo? Foram eles também, que colocaram este “bloqueio”, ou foi um efeito não esperado? Se esta raça existiu (prefiro o termo raça mais do que a concepção de indivíduo, apesar deste não poder ser cem por cento descartada), para onde eles foram? Existem algum sinal deles?

Talvez.

Mas para isto, teríamos de buscar os mais antigos registros de um “povo mágico”, anteriores inclusive a Pérsia Sassânica (de onde herdamos nossos chapéus e os primeiros procedimentos de magia organizada), um povo que não eram os deuses, mas até confundidos com os mesmos, ou então a serviço deles. O que é fácil entender, pois para civilizações da época que os Egípcios chamavam de o “Primeiro Tempo”, um povo mágico poderia com certeza ter estas atribuições aos olhos da época.

Vamos então aos que os povos citaram.

"Naqueles dias os anjos do Senhor- aqueles que foram chamados "Guardiães"- para que instruíssem os filhos dos homens, para que passassem julgamento e que fomentassem a retidão da Terra."

Tanto o livro de Enoch, quanto o Livro dos Jubileus, citam sobre estes "guardiões", intermediários entre Deus e os homens, que vieram instruir a humanidade. Eles viviam isolados do povo, mas alguns se reproduziram com as nativas e seus filhos foram chamados de Nefilim, cuja raíz é a palavra nefilá, que é a constelação de Orion, então os Nefelim, seriam "aqueles que são de Orion".

Interessante notar que os Nurrumbunguttias (os guardiães que ensinaram muitos preceitos aos aborígenes australianos), teriam vindo da "Terra de Orion". Mais que uma possível "origem alienígena", isto pode indicar que estes guardiões eram um povo mágico das terras do norte do mundo. O povo imortal da Irlanda, os Tuatha De Dannan, vieram do "norte" do mundo, e eram chamados de guardiões da luz (que é em muitas culturas, como a grega, é um símbolo para o conhecimento).

Para colaborar um pouco mais com esta idéia, os egípcios escreviam sobre uma época antes da unificação dos reinos do Alto e Baixo Egito, no qual haviam intermediários entre os deuses e os homens, que viviam com eles e se chamavam "Urshu" cuja tradução é "Guardiães", e seu grupo era os Neteru.

Eles viviam na Terra com os humanos e exerciam a soberania desde Heliópolis e outros santuários, em toda a extensão do Nilo. Alguns desses Neteru eram do sexo masculino, e outros do sexo feminino, mas todos possuíam uma escala de poderes sobrenaturais que incluiam a habilidade de aparecer à vontade como homem ou como mulher, ou como animais, pássaros, reptéis, árvores ou outras plantas. Paradoxalmente, suas palavras e atos pareciam refletir as paixões e as preocupações humanas. Da mesma forma, apesar de terem sido retratados como mais fortes e mais inteligentes que os humanos, acreditava-se que eles também ficavam doentes - e até morriam, ou eram mortos - sob certas circunstâncias.

Seria isto apenas coincidência? Ou mais que simbolismo, um relato sobre avançada capacidade de transfiguração? Onde poderíamos então conseguir informações contundentes sobre este fato, uma vez que como nós somos bons em nos esconder dos trouxas, este mítico povo parece que era bom em esconder as marcas de sua passagem? Uma possibilidade seria a pedra da ressureição, se ela for verdadeira em sua funcionalidade, então podemos conseguir "entrevistar" uma testemunha dos fatos, se é que alguma ainda permanece "por aqui" (seja onde aqui for). Outra seria investigar os pontos onde este povo deixou sua história, e os fatos me levam a conclusão, inclusive pelos Tuatha que citei acima, que um bom ponto inicial de investigação seria a igualmente mítica, Avalon.

Será este bloqueio, um bloqueio? Será um enigma? Qual seu propósito real? Nos impedir de ser deus? Alguém o resolveu? Se sim, o que obteve? Será que o lembramos por algum nome? Será ele Merlin?

Tantas perguntas, mas da dúvida surge a inquietação para procurar as respostas.

7 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sex Ago 27, 2010 8:50 pm

Dharana BlackCrow

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A primeira coisa que me chamou atenção neste post foi a citação das Leis de Gamp. Confesso que isso passou batido por minhas leituras de Harry Potter. Claro que das leis em si tenho consciência. Afinal para ser uma aluna razoável nas aulas de transfiguração era necessário conhecê-las, só não sabia o nome delas. Obrigado Ctaaciug por me instigar a atualizar este conhecimento.

Para colaborar com os colegas que também não se lembram delas vai aqui uma colinha que fiz no site do Potterish, no dicionário da Madame Prince.

Lei de Gamp

O campo da transformação, ministrado na matéria de Transfiguração possui limitações e é submisso a determinadas regras. Hermione Granger revela que há, na realidade, "cinco principais exceções" à Lei de Gamp no que diz respeito a Transfiguração Elementar:

1ª exceção: "a Comida"; ela pode ser convocada se a pessoa souber onde achá-la. Em meio a isso a comida pode ser transformada e aumentada a sua quantidade; porém, não pode ser produzida comida "do nada".

As outras quatro exceções são até o momento desconhecidas, mas é provável que alguma das outras quatro envolva:

* a fabricação de dinheiro (se realmente fosse possível gerar receitas, as famílias, como os Weasley não seriam pobres).
* gerar amor, pois é impossível produzi-lo ou imitá-lo. Veja também: Amortentia.
* ressuscitar de forma plena os seres vivos, pois a mágica não pode levantar os vivos (como ilustrado no conto infantil Babbity, a Coelha, e o Toco que Cacarejava)
* (?)


Em inglês: Gamp's Law

Livro: RdM (pp. 231, 450)

http://wiki.potterish.com/index.php/Lei_de_Gamp


Essa leitura também me lembrou de varias discussões nossas baseadas na possibilidade de ser ressuscitar ou não uma pessoa. Se a quarta regra baseia isso, vou deixar a tua criatividade me explicar a tua teoria depois que leres este conto.

Adrentemos então na primeira parte desta chamada “entrada 3". A que discorre sobre sermos ou não pré programados para não executar determinados tipos de magia. Uma única dúvida ficou a vagar pelo meu cérebro - piadinhas a parte, ele não é tão oco a ponto da divagação se perder ali dentro - essa programação é definitiva ou temporária? Como um "item" ou "nível" que só pode ser "acessado" quando se derrota o "chefão" do nível atual. Uma bomba relógio interna, programada para detonar a represa que retém nosso real conhecimento. Uma forma de nos proteger de nós mesmos. Mas com que objetivo? Somos nossos próprios algozes?

Em um segundo momento me vê passeando pela teoria de genes determinantes do fator bruxo na pessoa. E neste exato momento muitas ideias se atropelam. Como não tenho o teu dom das palavras, vou tentar organizar.

- Priiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii - o apito é para as idéias formarem uma fila indiana e cada uma se apresentar a sua vez.

"Uma característica interessante de nossa biologia como Homo Magis, pois somos uma evolução paralela do Homo Sapiens, é que nossos genes mágicos, pois há mais do que um, estão em um só cromossomo e isto não ocorre naturalmente.


O gene que nos define mágicos é um só, mas vem em par para ter efeito, se você tiver o par, você é mágico, sendo a diferença de poder resultado de esforço pessoal. Mas todos os genes das características mágicas como vidência ou metamorfomagia, existem dentro do mesmo cromossomo."

O fator bruxo - que torna uma pessoa um bruxo e não um aborto é herança genética? Se assim o for, um aborto é uma anomalia herdada ou uma má formação congênita?

Defini-se por hereditariedade a condição do individuo transmitir sua bagagem genética, através da reprodução, aos seus descendentes. E congênito, é uma característica adquirida pelo bebe no período de tempo no qual permaneceu em gestação. Normalmente, designa defeitos no desenvolvimento do embrião, chamados então de defeitos congênitos.

Teoria um:

A herança bruxa é transmitida por bagagem gênica, onde através dos alelos que agora denominaremos B para dominante e b para recessivo (olha o Mendel ai gente), os bruxos seriam BB e Bb e os squibs (acho o termo inglês mais bonitinho e menos pejorativo que aborto) seriam bb?

Então nos bruxos puro sangue teríamos apenas genes do tipo BB e nos de sangue ruim Bb? A combinação destes genes produziriam em alguma situação um bebe bb que seria um squib. Mas temos squibs que nascem de bruxos puro sangue, e temos os mugles (odeio o termo português trouxa) que seriam Bb? O que impediria um BB? Seria no mínimo irônico um nascido trouxa ser puro sangue.

Isso joga por terra a teoria dos genes duplos? O meu pequeno conhecimento de genética, no entanto, não é páreo para eliminá-la de vez.

Teoria dois:

O fator bruxo é determinado por genes que por algum tipo de falha não produzem bruxos. O exemplo mais clássico de que isso é possível é o caso de pessoas que apesar dos pais terem nos seus genes as instruções para formar pigmento no organismo, o bebe nasce sem um pinguinho que seja de cor. Correlaciono os albinos na espécie humana aos Squibs do mundo bruxo. Os genes apenas se negam a cumprir suas funções por motivos que desconheço e adoraria que alguém elucidasse.

O que me sobra uma terceira teoria. A que faz uso da congenicidade. Onde basicamente todos só genes para ser bruxo estaria ali (admitindo a teoria da herança genética bruxa), mas em algum momento o processo de transmissão genética pode ser afetado (como na Síndrome de Down, também chamada de trissomia do XXI, onde uma terceiro cromossomo se forma na posição 21, desestruturando o DNA) ou todas as etapas de construção do bebe são perfeitas (primeiro ao terceiro mês, mais ou menos), mas na fase funcional (quarto a sexto mês didaticamente falando) os órgãos não desempenham sua função destinada ou funcionam mal. São só chamados “Defeitos de fábrica" (um exemplo é a diabética congênita, onde o pâncreas existe perfeito em sua morfologia, mas na sua funcionalidade de produzir insulina, fica nulo ou deficitário).



Seriam os squibs seres com deficiência de substâncias que gerariam magia?

Ainda não sei a resposta sobre porque não somos capazes de burlar as leis de Gamp. Mas o meu medo é de que: e se essa raça ancestral que bloqueou nossa totalidade bruxa morreu toda e não deixou ensinamento algum de como desbloquear isso? E se esse conhecimento e poder total foi tão amplamente mal usado que levou ao extermínio essa raça, antes que tivessem tempo de deixar a chave de decodificação?

Se este for o caso meu querido Ctaaciug, estamos todos numa enrascada bem maior do que nossa filosofia pode dimensionar.


_________________

8 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sex Ago 27, 2010 9:59 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Mas com que objetivo? Somos nossos próprios algozes?


Parto da pessoal crença que se existe luz e escuridão no mundo, é a humanidade, não existe justiça, nem bem ou mal, nas leis da natureza. Então sim pode ser um timing para podermos acessar apenas quando formos capazes. Mais de um mito discorre sobre a oculta divindade humana, que repousa em si.


Teoria um:

A herança bruxa é transmitida por bagagem gênica, onde através dos alelos que agora denominaremos B para dominante e b para recessivo (olha o Mendel ai gente), os bruxos seriam BB e Bb e os squibs (acho o termo inglês mais bonitinho e menos pejorativo que aborto) seriam bb?

Então nos bruxos puro sangue teríamos apenas genes do tipo BB e nos de sangue ruim Bb? A combinação destes genes produziriam em alguma situação um bebe bb que seria um squib. Mas temos squibs que nascem de bruxos puro sangue, e temos os mugles (odeio o termo português trouxa) que seriam Bb? O que impediria um BB? Seria no mínimo irônico um nascido trouxa ser puro sangue.

Isso joga por terra a teoria dos genes duplos? O meu pequeno conhecimento de genética, no entanto, não é páreo para eliminá-la de vez.


Uma outra possibilidade seria não colocar uma diferenciação genética, entre os "sangue-puro" e os "sangue-ruim", pois não existem provas que isto existe a não ser preconceitos infundados. Bruxos são bruxos. Então poderiamos considerar as combinações seguindo um cenário similar de sua analogia como BB = bruxos, bB ou Bb = abortos e bb = mugles, o que validaria a teoria do par.


Seriam os squibs seres com deficiência de substâncias que gerariam magia?


Se assim for, uma poção pode ser utilizada para suprir estas substâncias gerando uma cura para o estado "aborto". Mas para esta situação poder ser comprovada, sugiro uma experiência, utilizando amostras de indivíduos-alvo diferentes, isolamos suas semelhanças e diferenças genéticas até chegarmos no(s) cromossomo(s) mágico(s).

Alias já tenho algumas teorias sobre algumas magias que podemos usar nesta investigação.


Ainda não sei a resposta sobre porque não somos capazes de burlar as leis de Gamp. Mas o meu medo é de que: e se essa raça ancestral que bloqueou nossa totalidade bruxa morreu toda e não deixou ensinamento algum de como desbloquear isso? E se esse conhecimento e poder total foi tão amplamente mal usado que levou ao extermínio essa raça, antes que tivessem tempo de deixar a chave de decodificação?

Se este for o caso meu querido Ctaaciug, estamos todos numa enrascada bem maior do que nossa filosofia pode dimensionar.


Tudo são ainda possibilidades nobre colega, mas são teses que são dignas do beneficio da pesquisa. Pelo futuro. Pela verdade.

9 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Qua Set 01, 2010 4:43 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Entrada 4: Da ética na mágica.

Como alguém disse a muito tempo atrás: "Faça aos outros aquilo que você gostaria que fosse feito a você".

Parece simples, claro. Trate os outros humanos da mesma maneira que você queria ser tratado. Parece fácil, certo?

Talvez não.

Existem sombras entre o que é certo e errado. Cultura, períodos históricos, definições pessoais enfim, podem levar a conclusões diferentes sobre o que é certo e errado.

Um exemplo simples seria os EUA e a Inglaterra trouxa, embora parecidos em muitas coisas, em muitos estados dos EUA, é certo matar alguns de seus criminosos, na Inglaterra isto é horrível demais para ser instituído.

Mas mesmo assim existem algumas coisas que são humanamente (perdão pelo neologismo) erradas. Como matar, talvez? Ou roubar? Mas então onde estas linhas são desenhadas?

Bater carteira, ou assaltar uma casa é uma coisa. Corrupção é outra?Comprar artefatos importados, mesmo sabendo que são artefatos das trevas, por falhas na lei, é diferente? Não é colaborar?

Matar talvez seja o mais claro. Mas até ai, não seja assim tão claro.... Matar alguém que te atacou, ou que matou alguém querido a você (arrancar um dente, na lei de Talião), faz esta morte um assassinato, menos assassino (desculpe o pleonasmo), do que matar uma amante por dinheiro?

A identidade do assassino importa? Um mago das trevas deprivado de direitos, liberdade ou mesmo vida é diferente de fazer a mesma coisa a um cidadão comum, ou a uma criança? E existe uma punição que verdadeiramente pague isto?

Muitas culturas até hoje, tem cultivado "pontos cegos", sancionando a perseguição, escravização e o extermínio de grupos etnicos ou religiosos (sangue-ruim? Os "não-Sonserinos"?). Pessoas ordinárias - porque não dizer "boas pessoas" - tem sido cúmplices em maldades terríveis, simplesmente porque elas não puderam ver que as pessoas que eles estavam abusando eram humanos como eles. Naturalmente em situações como esta, sempre existem repercussões. O extermínio sempre deixa cicatrizes. Mas geralmente apenas nas pessoas que diretamente praticam o ato. Mas e para as pessoas que mesmo não vendo o que acontecem, aceitam plenamente?

A real complexidade é que é nos humanos, sejam bruxos ou não, que reside o potencial para o melhor e o pior, isto no mesmo individuo.

É um campo minado. Para muitos dos trouxas, o melhor que eles podem esperar é viver em harmonia com as pessoas ao redor e não quebrar as leis de sua sociedade.

Para um bruxo, existe todo um novo nível de complexidade. Nós não temos apenas que levar em conta a sociedade em que vivemos e nossa consciência, mas temos de navegar pela ordem da própria realidade.

Muito da vida trouxa é fora do seu controle real. Empregos, família, finança, relacionamentos, todos estas coisas estão sob controle de forças que eles não podem plenamente afetar. Você não ganha aquele prêmio de loteria, ela não te ama mais, você não recebe aquela promoção...

É condição humana, parte das lições da vida o fato que nós não podemos ter o que queremos muitas das vezes. Temos que jogar pelas leis da sociedade e da física.

A menos que você seja um bruxo. Ai você pode torcer as regras estranhamente... Um mundo de potencial está aberto para você. É seu playground. Você tem potencial para transformar o mundo ao seu redor.

Você não precisa encarar rejeição, Imperius e oblivate, vão fazer ela acreditar que a vida dela é você. O cara que te enchia na escola? Você pode arrumar um acidente para ele e ninguém nem vai achar o corpo no meio do oceano. Precisa de grana? Ganhe no mundo trouxa e aproveite o câmbio.

Medo da interrogação com Veritasserum? Guarde sua memória para recupera-la depois em uma penseira, e use Oblivate em você, você vai falar a verdade que você se lembra, mesmo sendo fabricada. O cérebro e seus interrogadores não saberão a diferença.

Após um tempo usar mágica para dar um jeitinho vai se tornando mais fácil. Gradualmente o bruxo começa a ter o esquema, para trapaçear em coisas que precisem de um pouco mais de esforço, como uma prova importante. Daí para chegar a coisas como fazer com que ela te ame é pode ser um passo bem curto.

É no fim é fácil cair, nós somos os únicos presos a dois códigos de moralidades ao mesmo tempo. Como seres humanos com nossa consciência trabalhando com nossos códigos, que são diferentes, pois viemos de famílias e situações diferentes e temos visões diferentes da vida e como bruxos que tem (ou devia) de obedecer algumas regras da realidade, que os trouxas com não tem de se preocupar, conscientemente.

A mente dos outros é nossa para influenciar com a tênue linha das sombras, podemos viver como reis para os trouxas, ter vidas a nossos pés e a realidade a nosso joelho em muitos momentos. Estamos ensinando nossas crianças agora, como não foi feito a muito tempo, a fazer isto da maneira mais precisa e eficiente.

Estão todos eles, e até mesmo nós, preparados para a responsabilidade do poder? Ou para quantos a queda será rápida?

O poder não corrompe, ele revela.


10 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sab Set 04, 2010 10:51 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Esta entrada está rabiscada, como um rascunho escrito ao punho como se não estivesse usando penas mágicas.

Entrada 5:------

Porque o chapeu seletor é necessario? Ele gera um cenario irreal de pessoal interagindo principalmente com pessoas com tipos de pensamento proximos, o que na vida "real" não ocorre, pois temos de interagir com uma grande gama de pessoas, incluindo alguns casos que preferiamos que não. As casas limitam nossa capacidade de ter paciência...

Então por é usado.

Uma possibilidade é a afinidade elemental, ele escolhe os que tem potencial para ampliar um elemento, ou então para corrigir uma deficiência drástica em um elemento em um aluno, por isto vemos casos dito como "estranhos" nas casas.

As matérias tem elementos primários? Acredito que algumas são bem claros, como Magia de batalha (DCAT pois agora que ensinamos Dark Arts, é mais politicamente correto) para fogo, Poções para água, Herbologia para terra. Isto devido ao grande numero de talentos, prodigios e catedráticos que vieram das respectivas casas elementais.

Mas então quais seriam os elementos das novas matérias? Alguma delas seriam neutra (elementalmente equilibrada). Dark Arts eu acredito que é terra, mais do que a obvia água, afinal é uma arte de manifestação e compromentimento vital que não prima por sutilezas, como por exemplo poções.

Dimensões Mágicas? Qual seria o elemento?

Como usar técnicas de harmonia para ampliar a força elemental nas matérias que são elementalmente mais claras? E com isto maximizar o potencial dos que a praticam no ambiente? Uma sugestão seria usar as técnicas de vento e água... Preciso usar isto em minhas aulas...

11 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sex Set 17, 2010 8:22 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Cobertura de Ctaaciug.

Tokelau – Nova Zelândia.


Apreciando a visão do mar sentando em uma poltrona, Ctaaciug aprecia o sabor de um suco de limão, sendo seu sabor e temperatura propícios para a hora do dia, uma vez que o sol já se adianta depois do zênite nesta ilha.


Ísis, uma de suas assistentes executivas, uma cuja história de como se conheceram e como ela veio trabalhar para ele merece um capítulo a parte, está sentada perto dele, com um notebook e sua varinha próxima.



Isto se passou a cerca de duas semanas antes do início das aulas em Hogwarts.

-Mesmo se quiséssemos não conseguiríamos executar todos os planos e idéias que temos, todos os procedimentos que poderíamos executar ou prevenir para o bem das sociedades, mas mais que divagações precisamos de ação. Íris o que você acha que poderíamos fazer para influenciar o futuro político de nossa xenofobica sociedade?

Ela olha para a paisagem, e depois para seu interlocutor respondendo.


- Economia. O sistema econômico da sociedade bruxa é seu ponto mais vulnerável, por uma seqüência de fatores, entre eles porque tem contato com o sistema econômico trouxa. A riqueza e o poder de produção se concentra principalmente nas famílias mais ricas, e as reservas se concentram em um único ponto, uma fortaleza. Que por si só é um erro estratégico.

-Eles não tem em ainda noções como seguros e diversidades de investimentos, além da noção de que capital é crédito, é informação tanto quanto seu correspondente material. As operações são muito dependentes deste elemento material a ponto de ser praticável apenas porque a sociedade é pequena demais para gerar um volume de riqueza realmente significativo, ao contrário do que os trouxas fazem.

- Vamos imaginar um cenário então, senhor. Eu sei que em Hogwarts o senhor vai estar ocupado com suas pesquisas sobre a natureza da consciência e da magia. Mas o senhor deve relegar alguma pesquisa a seus estagiários, supervisionada pelo senhor, de algum caráter prático, estou certa?


-Sim, estou pensando em medicina no começo, uma cura para alguma doença, por exemplo. – responde ele, olhando agora para ela.

-Certo. Imagine que abrimos uma empresa em um país que em seu lado trouxa tenha uma política fiscal mais aberta e facilidade de registro de patentes. Seus alunos podem então, ou o senhor mesmo se tiver tempo, fazer uma descoberta interessante aplicavel a sociedade trouxa que vai chamar a atenção de investidores. Enquanto isto, lembro de novo que isto é apenas um cenário mental senhor, alguém assalta o Gringots, a fortaleza econômica da Inglaterra bruxa. Esvazia-se os salões das famílias, deixando apenas aqueles cujas famílias estão recuperando o prestígio e podem ser por isto mais facilmente manipuladas, como os Wise e os Ângela. Talvez de um forte opositor para confundir as investigações também seja útil ser preservado.

-E como é algo material podemos inserir esta riqueza na economia trouxa em diversos pontos de entrada e reunir como investimento na nossa empresa junto dos outros investimentos, fazendo com que ela "desapareça", se fundindo ao capital da empresa.

-Com o caos do sistema econômico, o ministério vai precisar de meios de reunir capital, ao invés de simplesmente injetar dinheiro no sistema economico, pois isto causaria uma (super) inflação. Ai o senhor pode vir com a opção de empréstimo ao sistema através de um investimento profano de recursos no Gringots, uma vez que como disse, o mundo trouxa consegue gerar uma quantidade de riquezas que o sistema econômico bruxo não consegue competir. Um bilhão de libras por exemplo, que é um recurso até fácil para uma patente verdadeiramente inovadora, reforçaria a frágil economia bruxa deste cenário tornando então este empréstimo a melhor opção do ministério. Se questionado como o senhor tem tanto dinheiro, o senhor pode sempre alegar que suas empresas trouxas deram muito dinheiro. “Por Merlin! Que bom que investi nelas”, é uma boa frase.

-Com esta atitude, o senhor vai estar abaixo apenas de Deus, na influência do sistema político da Inglaterra bruxa.


Ctaaciug toma mais um gole de sua bebida e olha novamente para a paisagem.

-Satisfatório Íris. Dependendo do meu interesse eu te informo depois que estiver em Hogwarts.

- A sua disposição senhor. Mas senhor, posso perguntar uma coisa? Porque vai lecionar em Hogwarts? O senhor poderia declarar independência de um território, instalar um presidencialismo vitalício, desafiar o sistema, ou simplesmente dedicar sua vida a inovação tecnológica, trazendo inspirações à forma material para o mundo.

Ele olha para ela, sorri de leve e responde.

-Pelo Jogo.

-Isto faz menos sentido do que aquela vez que o senhor desenvolveu um modelo de terraformação para tornar Vênus um planeta habitável em dois séculos.

-Meus cálculos estão corretos, apenas não vejo motivo para investir fora quando a casa precisa ser arrumada.

-E Isis, só quem joga o Jogo sabe da importância dele. Este é o principal motivo, mas não o único, o tempo te dirá os outros Íris, quando ocorrerem, pois ocorrerão.

12 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Ter Set 21, 2010 9:16 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Apenas para seus olhos:
Conteúdo confidencial.


Arquivo 1: Sobre o mérito de se usar engenharia mental de maneira mais ativa, nesta geração de alunos de Hogwarts.

Com uma combinação de aritmancia e alfabetos mágicos, é possível traduzir um feitiço para um formato de escrita ou som, vide ofuda e mantras (ver minhas anotações sobre o assunto), neste caso a escrita ou o som seriam apenas um gatilho para que o subconsciente de quem ler ou ouvir usasse a energia (mágica) ambiente para os efeitos desejados, depois de a magia ter sido acionada pela tradução de mídia do bruxo que a confeccionou (por isto fotocópias não funcionariam, cópias virtuais para escrita talvez..) Mas possivelmente isto só seria possível com magias (e talvez poções) que afetem a mente, pois um e-mail Incêndio é um conceito difícil de conceber.

Então um mantra Confundus escondido atrás do leve som ambiente na aula de Magitech, poderia ser usado para instigar um conceito, que na mente dos receptores (os alunos) se tornaria um idéia, e idéias podem ser altamente resistentes e contagiantes. A única maneira conhecida para se proteger deste tipo de [/i]mensagem subliminar mágica[/i] seria se o seu subconsciente instintivamente se opor a compulsões mentais. Isto é possível de se programar com a utilização de Imperius em si, aplicado por você mesmo, com a ordem “vencer todas as compulsões mentais externas inflingidas”.

Mas porque nos alunos deste ano? Porque eles são a flor que nasce depois da queimada, são a geração que mais carrega o símbolo da renovação e esperança no futuro, e por conseqüência os que mais terão chance de que seus empreendimentos afetem uma gama maior de pessoas no tempo próximo. Afinal mais dois anos e eles serão o futuro, já sendo adultos e participantes da sociedade.

Compulsões interessantes para se programar seriam: ordem, progresso, evolução, inteligência, união? Definir estas compulsões melhor...

Avaliar se este cenário teórico tem a necessidade de ser colocado em prática, através de observação de campo.

Se o cenário for bem sucedido, avaliar a potencial expansão do método para larga escala, usando eletrônicos de comunicação trouxas, através de transmissão wireless.

Arquivo 2: Do aumento da inteligência para um propósito.

Avaliar para ver se é possível, transfigurar o efeito e uma poção através de um feitiço de transfiguração. Se você sabe o método de composição, os ingredientes, a reação esperada, os efeitos. Isto tudo pode ser suficiente foco mental, para transfigurar os efeitos da poção diretamente no corpo sem a necessidade da ingestão da composição química.

Se for o quanto de efeitos de ampliação mental são cumulativos? Poção Barrufio (químico/mágico) + feitiço de transfiguração para simular efeitos similares (mágico) + Tiara de Raveclaw (resgatada através de vira-tempo e feitiço Protean) (objeto mágico).

Incluir talvez Felix Felicis e Elixir para memória, para quando uma pesquisa crucial se manifestar.

off: desculpa editar seu post, mas nao estava conseguindo lê-lo. adm.

13 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Dom Set 26, 2010 11:10 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Dubai - Emirados Arabes Unidos

E faltavam apenas dois dias para ele ir para Hogwarts.

Está ele contemplando, o potencial de uma obra, junto de seu grande amigo Shiba e de Íris uma de suas assistentes pessoais.

Ela diz:

-Conforme o senhor pediu, ai está o mais potente supercomputador para uso privado que a tecnologia trouxa desenvolveu. Mais de 549755813888000000000 cálculos por segundo.


-O senhor está trabalhando nele a dois dias, o que se me permite perguntar o senhor deseja?

Ctaaciug termina os últimos movimentos de varinha, seguidos dos últimos desenhos, e palavras. Olhando para os dois ele diz:

-Eu usei os feitiços que permitem fazer os quadros animados de Hogwarts, para animar este computador. Eu dei meus padrões de comportamento, e minha ansia de questionar e possibilidade de mentalmente evoluir e interagir como os quadros animados. Mas com a capacidade de processamento da máquina.

E monitor aparece uma face sem identidade e das caixas de som, uma voz monotonica, ainda não masculina ou feminina, que pergunta.

-Quem sou eu?

Ctaaciug responde.

-Isto é uma coisa que você vai ter de escolher. Vá, aprenda sobre o mundo e os seres conscientes, você é o primeiro. Escolha um nome e uma identidade. Retorne. Converse conosco.

A identidade parte então por uma conecção wireless para a internet global.

Ctaaciug diz então para Iris, que estava tentando manter sua boca fechada diante da situação...

-Iris, ele deve retornar em breve, preciso que você prepare os papeis, para a fundação da CiugCorp, no mundo trouxa. Nossa primeira área de atuação vai ser softwares. E quando ele retornar, converse com ele/ela, sendo derivado de um ser social, possivelmente ele vai ser uma se social também. O contrato social da empresa precisa ser assinado em um ato contratual mágico com cláusulas de que qualquer informação sobre a empresa que tentar ser divulgada sem a autorização dela, seja magicamente apagada, memórias inclusas. Isto deve dar jeito na espionagem industrial.

Caminha então ao lado de Shiba, e o convida a se sentar, na varanda do lado de fora da cobertura onde eles se encontram.

-Shiba, a sociedade mágica não pode ser afetada da mesma maneira que pretendo afetar a sociedade trouxa. Mas nem por isto ela precisa de menos cuidado, nem intervenções mais simples. Nos omitir do futuro que podemos criar, é deixar que ele seja inventado por outros e você sabe como isto é muito perigoso.

-Eu tenho um plano. Um primeiro e queria ser parecer sobre ele, como o renomado estrategista que é.

E abre uma tela de interação mágica para ele.


Ali estava o conteúdo do seu plano (o post anterior). Ele espera então o parecer de seu amigo.

14 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Dom Set 26, 2010 11:32 am

Shiba Takeru

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Takeru olhou tudo com grande cuidado, realmente Ctaaciug era um homem complicado ele misturava tudo o que podia para fazer algo melhor ou mais complexo.

sera que ele/ela não pode se tornar uma especie de virus ou algo pior? bem talvez o dono saiba como para-lo assim que precisar. pensou rapidamente colocando em pauta tudo o que o amigo já fizera antes, sempre planos dentro de planos.


Do lado de fora já to recinto Takeru se permitiu sorrir, o rosto frio do Japones se tornou amigavel.

-Você exige demais de si mesmo não velho amigo, eu me pergunto as vezes se você faz isso por você mesmo ou por "ela" Takeru estava com a voz num timbre tranquilo, o assunto era delicado e o calcanhar de aquiles de Ct justamente poderia ser isso, não que a intenção era machucar mais entender o por que!


Ele leu o conteudo e mordeu os lábios
-você planejou tudo isso e quer minha opinião? sua humildade é excessiva ... deu uma risada curta -Acho eu que se o diretor não for um aliado em potencial talvez tenhamos problemas com ele... lembra ele é do tipo linha dura não é?! fez a pergunta meio que retorica.

e pra completar ele apenas comentou com um sorriso sincero
-Só quero o melhor para os meus alunos, agora eu sei o que alguns professores sentem quando estão pra começar a dar aula.


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15 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Dom Set 26, 2010 11:50 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Shiba Takeru escreveu:-Você exige demais de si mesmo não velho amigo, eu me pergunto as vezes se você faz isso por você mesmo ou por "ela"

Ele afunda um pouco no sofá, enquanto olha para o horizonte na tarde que já se transforma em noite

-A história, meu amigo julgue meus propósitos. O que eu faço é por amor a arte. Mas não posso negar que ela ainda passa por meus pensamentos, como uma luta de mim e eu mesmo.

Shiba Takeru escreveu:-você planejou tudo isso e quer minha opinião? sua humildade é excessiva ... deu uma risada curta -Acho eu que se o diretor não for um aliado em potencial talvez tenhamos problemas com ele... lembra ele é do tipo linha dura não é?! fez a pergunta meio que retorica.

Sorri em retorno para o amigo, pois Shiba sabe como a opinião dele é poderosa no julgamento de Ctaaciug, e então diz:

-Sim, mas isto quer dizer que posso contar com sua ajuda na implantação, certo? Shiba estamos com falhas essenciais no processo das casas. A Sonserina principalmente. Em algum lugar da história ela simplesmente "deu errado", as pessoas começaram a acreditar que ser esperto, ser ambicioso, era um crime, e por isto a casa era a dos "maus" (visão maniqueista), e os que fossem para lá seriam os infelizes.

-Os alunos que tem escolha, os inteligentes o suficiente para terem escolhas vão pensando que "qualquer coisa menos sonserina". E então para sustentar sua psique o que foi feito? Deram um inimigo para que eles se sentissem superiores, os não "puros", sem isto a casa seria obrigada a saber que estava morrendo. Salazar pode ter falado sobre os nascido trouxas, mas ele nasceu em uma época onde os trouxas estavam falando que as pessoas que tinham uma cor de pele diferente não tinham alma e podiam ser escravizadas por isto. E nós sabemos como isto é idiota. Nós evoluimos além deste conceito.

-A "pureza" dos sonserinos matou seu potencial a muito tempo. Assim como o conceito de que os lufanos são "o resto", matou o poder de mudar o mundo da casa.

-Temos de mudar isto amigo. Já ficou ruim tempo demais.

16 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Dom Set 26, 2010 12:06 pm

Shiba Takeru

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Takeru olhou para o Horizonte, realmente foi uma epoca dificil quando os alunos olhavam para ele como o "sonserino Japones" como se não bastase ser oriental ele ainda tinha que receber o preconceito de ser um sonserino, ou seja para os outros uma vibora de olhos puxados.


-Você tem razão ... pausa para pensar -novamente.


Takeru passou a mão no rosto e se inclinou um pouco.
-temos que tirar da ideia dos alunos tambem que não é a casa que faz um aluno e sim o aluno que faz a casa... acabar com o sentimento de vou para Grifinoria e vou ser corajoso, não se você foi para lá ... você já é corajoso. parou e pensou no que disse

-As Capacidades você já tem ... só estão latentes, apesar de até hoje eu não saber por que sou da Sonserina, se não sou ambicioso ou sera que minha ambição está latente? sera que preciso de um objetivo Ctaaciug-san?


A mente funcionou a 200% quando Takeru falou
-Ta ai! preciso pensar um pouco mais em mim, deve ser isso o problema, sempre coloco todos na minha frente antes de trabalhar em algo pra mim ... ou sera que só estou sendo egoista >.<


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17 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Dom Set 26, 2010 12:22 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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-Você tem de ser respeitado por sua individualidade amigo. E não é ser egoísta lutar por sua felicidade, contanto que não seja a custa e prejuízo dos outros.

-E sua esperteza é mais que latente, ela é presente.

-Eu imagino que vamos ter de colocar alguns nascidos-trouxas, na Sonserina. Temos de "convencer" o chapéu a esta atuação, o que não é impossível, pois até Lord Voldemort não era sangue puro. E espalhar segundo um parecer de diversos especialistas, em história, profecias e outros estudiosos, devidamente recompensados por seus esforços, que isto é um símbolo de iluminação, de mudança na sociedade.

-Afinal se espera muito desta geração. Por tudo que ela representa.

18 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Dom Set 26, 2010 12:34 pm

Shiba Takeru

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Takeru sentiu um pouco de vantagem agora para os planos deles.

- O chapéu deve uma para o pessoal das antigas, voce deve se lembrar ainda né? então creio que mesmo sendo teimoso ele vai saber que é para o bem de todos, logico que temos que manter o olho nos alunos que vão para lá sendo nascidos trouxas, o preconceito infelizmente ainda é grande no mundo todo.


Takeru comentou então.
-Eu lembro quando você disse que seus planos era para a geração seguinte, é engraçado em pensar que já lutamos em lados opostos quando bem jovens.


e as memorias veio atona, em uma epoca que todos ainda tinham sorriso inocentes, até mesmo os mais terriveis ainda tinha uma certa pureza, o problema não era as crianças da epoca e sim os adultos que as influenciavam. Em pensar que alguns eram só joguetes.

-Então vamos lutar por essa geração e não vamos nos arrepender. Takeru falou com convicção e fechou o punho com um som de "Yoshhhh"


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19 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sab Nov 20, 2010 1:39 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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“...e assim, as Obras da Escuridão começaram a prevalecer entre todos os filhos dos homens.” – Livro de Moisés – Salt Lake City – Igreja de Jesus Cristo dos Últimos dias, 1981.

É axiomático entre as culturas mágicas através do mundo ocidental que “Mágica é Mágica; é o que você faz com ela que a torna Negra ou Branca.”

A primeira parte é simples, como um paradoxo deixa de ser um paradoxo? Quando ele se torna verdade. Ele está sentado na cobertura de um hotel na Koreia do Sul, observando a paisagem, com um criado mudo ao lado, que em cima não tem nada.

Minuto 01.

Ele fecha os olhos, e ao abrir um vira tempo enrolado em um caderno vermelho de bordas douradas, é o plano que já aconteceu no futuro, então é só seguir o script.

Quem dentre nós pode realmente saber quando isto começou, quer dizer a Arte das Trevas tem, provavlemnte desde que o homem enterrou seu primeiro morto, sido uma das práticas e tabus mais temidos na sociedade. Quando há doença, fome, clima destrutivo, guerra e assassinato infestando a raça humana, por que todos pareceriam ligar para alguma pessoa solitária ou grupo entoando cânticos, espetando bonecas empáticas e conversando com seres que ninguém mais pode ver ou ouvir? Tem sido um fato praticamente indiscutível até tempos recentes que as Obras da Escuridão carregam com elas o poder de infectar massas com doença, para trazer tempestades ou estiagem, para determinar o resultado da guerra ou para fazer o homem mais inocente cometer assassinato ou mesmo suicídio (Imperius). É o mal invisível, a coisa incomunicável espreitando nas sombras da história da raça humana.

Hora 01.

Ele desenha um ofuda, para ajudar na idéia de como usar aritmancia e runas para transcrever um feitiço de forma escrita e usar a magia do alvo mais que sua própria, para alimentar o efeito... Já está pronto, ele simplesmente copia os dados e faz um portkey de um trevo de quatro folhas, para além do muro que separa o país de seu vizinho e ainda existe... Dizem que nenhum plano sobrevive ao primeiro contato, mais isto não é valido quando ele já aconteceu...

Ele aciona o portkey e como está escrito, ninguem espera e então caminha ao lado do muro que o faz lembrar de uma frase dita ao lado do muro de Berlim que dizia que "a democracia tem muitos problemas, e sabemos disto, mas pelo menos nunca precisamos fazer um muro para impedir o nosso povo de sair". Caminha até uma sombra embaixo de uma árvore, e coloca o relógio para despertar quando em exatos quinze minutos depois. Ele se levanta caminha por um casal passando em plena luz do dia e diz:

-Imperius; Imperius.

Diz para eles o que deve ser feito, o que é simples, é apenas levar para o governo da auspiciosa dinastia desta abençoada terra, lugar onde eles trabalham, uma caixa de música que toca uma leve música, ninguem vai suspeitar, pois a magia é baixa demais, escondida dentro da música, e a sessão deles, não levanta poucas perguntas, sendo um lugar de pesquisa e seus titulos são de Impronunciáveis.

E até em nossa cultura, com uma tão complexa relação com a Divindade, é incrível que o medo do diabólico ainda prospere. Há alguma coisa dentro da mente dos homens que Sabe. Há uma compreensão que tem sido enterrada debaixo de séculos de ciência, magia e educação que ainda sussurra: “Algo maligno vem por esse caminho.”

Há nesses Planos Inferiores de causa e efeito um dualismo definido. Todas as coisas têm substância apenas por virtude de seu oposto. Existe certamente um dia e indiscutivelmente existe uma noite. Existe sombra e existe a luz do sol. Existe o forte e o fraco. Existe a Arte e mais asseguradamente as Artes das Trevas.

Esta arte que então, usa dos poderes tanto dentro como fora do Bruxo para trazer mudanças específicas em si mesmo, no mundo e em todos os seus habitantes de uma maneira que ressalte seu Eu pessoal. Que seja feita a minha vontade, é seu caminho.

Isto são as Obras da Escuridão. Este é o caminho para poder inimaginável, para uma Escuridão que passa através do Bruxo como trovão, para o eclipse inexorável da consciência que trai. Este é o portal para o incomunicável, onde os poderosos se erguem como deuses e os submissos murcham em cinzas. Esta é aquela linha prateada entre as sombras e a luz. Este é o passo que a atravessa.

O caminho da Arte das Trevas é o da ação, mais que da estase, é o caminho da indulgência mais que da complacência.


Ele volta então via um novo portkey para o hotel e depois para a escola, em uma semana, o lugar vai estar tomado de um vírus menemotico. Uma idéia profunda, repetitiva, subconsciente, um ideal de cumprimento da lei e de obediência a uma figura...

A ele.

Primeiro, o governo mágico, depois a sociedade mágica, em seguida os trouxas. Pelo bem maior e em busca do bem maior, pela liberdade.

20 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sab Nov 27, 2010 12:46 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Cinco dias depois da ação.

Ele está sentado na mesma cobertura, ao mesmo tempo em que está dando aula no reino Unido. Cronomancia é uma abstrata arte sem dúvida.

Uma figura vestida em trajes trouxas e com um baralho na mão, caminha até ele.


-Olá

-Olá, já faz muito tempo... Não achei que seria você que iria tentar me deter.

-E quem falou que seria Eu? Quem falou que precisa ter alguém Ctaaciug? Você sabe que qualquer cronomante poderoso o suficiente para saber o que você está fazendo, também não tem motivo nenhum para interferir. E não faça esta face de surpreso, você acha que nenhum rival seu tem o direito de ser inteligente? Que ninguém mais tem acesso a um vira-tempo, ou outros métodos de ir além da corrente no fluxo do tempo?

-Você é ainda muito novo nisto, não tem nem meio século como cronomante, a verdade é que com o tempo você se torna, como poderia dizer?


-Desapaixonado?

-Sim, é isto.

-Você desperta para a realidade das possibilidades.... É uma realidade matemática, se o espaço ou o hyperspaço é infinito, e o que nos compõe, matéria e nossas ações, é limitada, então existe um outro mundo que segue probabilidades distintas, se você consegue pensar provavelmente existem muitos mundos com esta possibilidade sonhada.

-E enquanto os trouxas conjecturam, nós sabemos. Então se você quiser viver uma experiência, basta apenas transferir sua consciência para você mesmo em um mundo onde ocorreu, ou ocorre ela. Você pode ir até para um mundo onde sua visita leva "o mundo inteiro a evoluir rumo a paz e harmonia".


-Quão amplo pode ser isto?

-Eu mesma vivi em um mundo onde nós fomos casados, tivemos uma família, vivemos uma tranqüila e agradável vida simples e descansamos juntos. Tem outro, que estávamos entre os primeiros colonos humanos do planeta Z226, no sistema da estrela K2Y, e não estou brincando nisto. Das mais agradáveis as mais terríveis, e não tente contemplar isto, estão ali - aponta para a abobada celeste - até as que você caminha para se tornar UM com Deus, até as que você caminha para se tornar UNO com Deus.

-O paraíso esta a seu alcance Ctaaciug, o inferno também.


-Realmente isto é um pouco... Desapaixonante.

-Além de um golpe forte no ego. Então Ctaaciug ninguém veio atrás, porque os que teriam poder para isto, já estão ocupados nos verdadeiros jogos, tentando ser Demiurges, ou encontrando a sinfonia cósmica perfeita. Ou encontrando talvez um lugar onde as grandes verdades já foram encontradas. Como esta...

E retira uma delicada varinha de cor branca e movimenta formando uma tela no ar.



-Esta eu demorei para perceber, nesta vida.

-Tudo é gigantesco, não é?

-Sim... Realmente. Quer sair para jantar?

-Quero, afinal isto não vai atrasar seu cronograma mesmo. Ele só vai recomeçar em dois dias.

21 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Seg Nov 29, 2010 8:35 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Eles estão sentados no jantar, seus olhares quando se cruzam não tornam necessário a utilização de Legimancia para ela ver que ele estava preocupado.

-Tá. Eu sei o que te preocupa, mas gostaria que você falasse, Ctaaciug.

-Não sei se minha atuação vai ter os resultados esperados.

-Ctaaciug, o que é sua formação?

-Cronomancia, principalmente.

-Certo, então porque você está fazendo as coisas como um encantador? Quer ajudar a Koreia? Ou quer ser famoso e ter um reino para você?

-Ajudar. - Diz ele sincero.

-Me empresta seu vira tempo?

Ele passa seu vira-tempo para ela, ela pega sua varinha e faz uma transfiguração de uma coisa similar a um documento oficial em Inglês. Anima uma pequena estátua humanoide, como um homem de origami. Enrola ele no vira tempo, e fala.

-Pega um note e abre em um site para a história da Korea, por favor.

Ele faz como pedido, enquanto ela fala.

-Shamahasahi. - Uma pequena elfa aparece - Pegue um vira-tempo, nestas coordenadas, por favor - escreve elas em um papel, e a pequena elfa some em um silvo.

Ctaaciug se aproxima e ela pede quando a página é aberta.

-Leia comigo.

-"No que foi conhecido como a defesa da paralela 39, a China foi obrigada a um cessar fogo o cessar-fogo, estabelecendo uma zona neutra entre elas e os ocidentais. Depois disto a China teve poderosa influência na Coreia Comunista.

-Mas uma vez que quase toda polução Koreana ficava ao sul do paralelo, fez com que a China tivesse de manter uma guarnição permanente na Koreia do Norte, assim como os EUA fizeram igual na Koreia do Sul, apesar de terem motivos distintos. Com o tempo e ações inteligentes de investimento na próxima geração o milagre econômico da República da Coreia do Sul. Se tornando um das economias mais robustas da Asia.

-Depois da transformação que a China começou a empreender sob o governo de Deng Xiaopeng, os chineses forçaram a Koreia a fazer o mesmo, uma vez que por causa da presença e necessidade de militares chineses na Coréia, A Koreia do Norte cedeu. Culminando na união da peninsula no governo de Taegukki em meados da década de 1990 ao abrigo uma condição favorável para a China, é claro.

-E agora em 2070, ela se mantém um dos países mais desenvolvidos da Ásia, a par da China e Japão e um dos melhores lugares deste continente para se viver."


- Viu só? Só precisou com uma carta com uma leve compulsão, para o comandante MacArthur, manter os planos originais e pronto.- a elfa retorna e recebe o agradecimento de sua senhora, que se vira para Ctaaciug e diz.

-Pronto, está aqui seu vira-tempo, obrigado. Podemos jantar tranquilos agora?

-Eu ode...

-Não, não odeia, só não gosta da sensação de "criança de cinco anos que a irmã terminou o quebra-cabeças", mas tudo bem. Me passa o tempero?

Diz ela com um sorriso tranquilo no rosto.

22 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Ter Fev 01, 2011 6:00 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Off: Mais uma memória do meu personagem, uma cronologicamente atualizada com os fatos depois dele estar namorando a Marina.

On:
Ele está sentando na varanda de um apartamento de um hotel em uma espreguiçadeira, deitada em seu torso, uma mulher caucasiana, de longos cabelos negros, com uma coroa de flores silvestres e um curto vestido branco, símbolo de seu status como a Dama do Lago, símbolo de sua especialidade e autoridade na magia druida.

Ctaaciug quebra o silêncio dizendo:

-Porque que será que nunca conseguimos ser um casal? Ou pelo menos tentar?

Ela nem se levanta da sua posição que estava contemplando o horizonte na parte mágica de Zuric na Alemanha e diz como se simplesmente estivesse dizendo o óbvio.

-Porque era inevitável.

-Nós sabíamos isto desde quando nos reencontramos nesta vida, que podíamos ser bons amigos, bons amantes, mas nunca uma união longa. Eu não sou a mulher desta sua vida, cronomante.


Dá um sorriso furtivo para ele, se virando para olhar nos seus olhos, ele também se senta mais ereto, para olhar e se aproximar dela, seus lábios vão se abrir para dizer alguma coisa, mas ela coloca seu dedo indicador direito neles e diz.

-Eu sei o que você vai falar Ctaaciug, que temos escolha, que podemos ser deuses ou demônios. Você sabe que eu concordo, mas não podemos ser qualquer tipo de deus ou demônio, somos limitados por nossos potenciais, nossa cultura, nossa situação econômica, o tempo e a sociedade que nascemos. Nenhum arbítrio abaixo da onisciência é realmente livre, arquimago.

-Nem quando planejamos nosso dharma, nosso caminho a cada vida, somos realmente livres... Temos contas a pagar, lições a aprender e quanto maiores elas são, menores são nossas escolhas. A ilusão da escolha que muitas pessoas tem não quer dizer que realmente elas são absolutamente livres para escolher.


-Isto é uma visão bem triste da inevitabilidade.

-Não, não é, podemos dentro do que planejamos ir contra tudo aquilo que pensamos sobre a vida e uma vida que tem tudo para dar certo pode virar uma lambança por nossas escolhas. Mas existe sabedoria em ir contra o que você mesmo planejou? Atitude este que só vai trazer sofrimento e desarmonia seja nesta ou em outras vidas?

-A pedra não precisa acreditar na gravidade para cair. Então você não precisa acreditar nas conseqüências para que elas o atinjam.

-Exatamente. Foi muito bom te reencontrar nesta vida Ctaaciug, melhor ainda saber que ainda gostamos um do outro, mas nós dois sabíamos desde quando nosso bem querer despertou, quando nos encontramos em uma impossibilidade que desafiaria a teoria dos números, que iríamos nos perder um do outro em outras facetas até que ficaremos um na vida do outro como bons amigos.

Arruma o cabelo dele, quando os olhos parecem pensativos.

-E nós somos abençoados com pistas suficientes do nosso Caminho, e com sabedoria suficiente para sabermos que ficando juntos não teremos todo o potencial que poderíamos ter, pois se fosse para ser, nossos caminhos já estariam se aproximando. E é uma coisa que não está ocorrendo, aliás se não fosse por nossos sentimentos pregressos, não teríamos lógica nenhuma de sermos nem amigos Ctaaciug. Você não deixaria a Arte das Trevas por mim, Herdeiro da Longa Noite.

-E nem você se iniciaria nela por mim, Dama do Lago.

-Você sabe que quando realizamos a nossa Verdadeira Vontade, nossa harmonia com o Universo, favorece nosso caminho.

-Mas pensar que ia te perder, não me impediu de tentar, nem torna isto mais fácil.

-Não, não torna, mas que fique as boas lembranças. Afinal nenhum de nós dois estava no caminho um do outro, temos muito o que resolver e infelizmente seria muito mais difícil juntos, com muito mais sacrifícios e muito menos potencial alcançados.

Ele não parecia estar de todo convencido sobre esta inevitabilidade dos fatos. E ela sentiu isto e conjurando uma mochila de dentro do apartamento, tira uma poção que libera pequenos corações luminosos na fumaça, quando destampada.

-Me diga o cheiro.

-Morangos, chuva calma e...

Pega tranqüila a poção dele, cheira e diz:

-Rosas, bolo de chocolate e um cheiro que não é o seu e pelo seu rosto também não foi o meu cheiro que você sentiu.

Neste momento treze pessoas aparecem via portkey dizendo:

-MORRRAMMMMM.....

E caindo imediatamente para uma queda muitos andares abaixo, rápido demais para uma reação, alto suficiente para ser mutilante ou letal.

-Eu não esperava que eles não fossem tão burros.

-Não eram, eu molhei os ossos usados para trazer os líder deles de volta com veneno de Malacaw, e combinada com nossa Sorte Líquida, bem, deu sorte para nós.

-Vamos lá antes que nosso alvo morra e perdemos nossa chance.


Ele descem até o térreo, em busca de alguém especifico, seu alvo, que estava bem quebrado mais vivo, o único no caso do círculo interno de terror que tentou avançar contra eles. Paralisam ele com Petrificus Totalis, e então partem via portkey com ele.

Chegando a uma sala preparada com uma mesa de mármore branco, onde administram poções curativas e Skele-Gro para auxiliar a estabilizá-lo enquanto o mantém paralizado e petrificado por constantes aplicações de magia. O mantém também nu para evitar portkeys surpresa (por isto Ctaaciug tem os seus implantados cirurgicamente, substituindo suas costelas flutuantes) em uma área anti-aparatagem.

A imagem de alguém que tem fama de ameaçador em cada linha do corpo, não parece tão poderosa ali, quando eles pegam e vestem luvas puxando uma mesa cheia de canoplas, atames e outros ornamentos.

Enquanto ele utiliza um pincel para pintar runas especificas em áreas de efeito simbólico poderoso pelo corpo do alvo na cor negra, e lançam feitiços de cabeça de bolhaa, antes de continuarem.

-Por exemplo ele, com todo o potencial que tinha resolveu ir contra a harmonia e com toda esta dissonância gerada, esta encarnação foi um atraso no que poderia ter sido. Não uma involução é lógico, mas um desperdício diante do que poderia ser, inegavelmente.

O olhos do alvo se abrem comicamente diante da situação, e a paralisia impede o absurdo grito que deveria ser dito, quando o atame segurado por Ctaaciug abre o abdomem dele e ele começa a tirar as entranhas colocando em outra mesa.

-Eu não costumo divinar coisas em entranhas, quer tentar ver alguma coisa?

-Não obrigado, isto sempre me faz me sentir ruim...

Retornando, continuam enquanto ele abre o peito e retira o coração, o colocando na canopla com a cabeça de Anúbis.

-Me passa o gancho?

E ele coloca um gancho pelo nariz e puxa para tirar o cérebro.

-Eu sempre tenho problemas com isto ficando meio travado no crânio. - dá um puxão, fazendo um barulho viscoso, vencendo então a resistência coloca então na canopla de Toth.

-A alma dele está gritando...

Diz ela em um tom levemente incomodado.

-É, dá para ouvir. O Horcrux faz isto, ele fica preso na materialidade até terminarmos.

E vai enchendo as outras canoplas, com outras partes significativas, olhos, pulmões..Canoplas para Bastet, Osíris vão sendo colocadas cheias de volta a outra mesa... Continua então o procedimento enrolando o corpo com faixas e enchendo o interior com ervas. Ela não meche no corpo devido à diferença de crenças nas artes envolvidas.

-Quem você acha que vem?

-Estamos na Inglaterra, Moodley Doo provavelmente.

E após as pronuncias corretas para os encaminhamentos do alvo para a próxima vida e a destruição de sua conecção com este corpo, o Cão Sinistro aparece, dragando a alma com os dentes para além das percepções deles, enquanto as linhas dos Horcruxes são rompidas pelas viciosas mandíbulas do cão, separando e inutilizando as âncoras que prendiam o alvo a materialidade.

-A Balança de Anúbis. Eu esperava que realmente fosse Anúbis.

-No Egito geralmente é.

-Egiptian Soul Magic, se não fosse pelas limitações, morais inclusive, teria muitas possibilidades.

-Isto me faz pensar, o caminho que ele tomou continha tantas outras possibilidades, mas uma vez vivida, só o que aconteceu é que realmente importa.


-Não vá por este caminho, nada do que ele fez ou o que nós fazemos é inevitável Ctacciug, temos escolhas, claro que dentro de um conjunto limitado e muitas vezes pequeno demais para nosso gosto, mas as temos. Cabe a nós escolhermos o que é melhor e mais sábio.

-O que é inevitável são as conseqüências.

-Agora vamos, vamos deixar os elfos queimarem o corpo e limparem este lugar, sem o círculo interno e o líder os outros caem sequencialmente. Tenho de tomar um banho e ir viajar e não fique assim. Seu coração vai ficar bem, afinal existem jogos que a única maneira que você pode vencer é não jogando.

-E isto vale para alguns relacionamentos... Mas se algum dia estivermos sozinhos e na cidade, sempre vale gerar novas e boas lembranças.


Partem então... E no lugar o que resta, é o silêncio e os elfos...

23 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Qua Fev 02, 2011 7:49 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Algumas vezes você precisa extravasar um pouco de energia, e Ctaaciug realmente não tem se dedicado a nenhuma atividade mágica realmente exaustiva desde que veio para Hogwarts. Apesar de suas pesquisas serem parte dele e ele é sempre mais do que feliz de realiza-lás, Corpo São, Mente Sã é também uma verdade. Ele não pode negligenciar o corpo, pois sua energia é tão poderosa quando sua habilidade de canalizá-la.

Três voltas o levam a Sala Precisa e ao que ele precisa.

Quando ele entra e a porta desaparece atrás dele, ele se vê em um espaço aberto, longo, com chão de madeira e muitos móveis como uma surreal paisagem de um apartamento vitoriano longo e alto em seu teto.

Então doze faixas luminosas verdes seguem seu rumo, seguido do distinto som Avada Kedavra, os ângulos são truncados o suficiente para bloquear rotas de fuga por simples esquiva e bloquear está fora de questão. Pelo menos os adversários tem um mínimo de capacidade de coordenação de ataques, uma vez que aparatar também está fora de questão.

Mas a magia , permite que um alarme seja soado quando alguma coisa, inclua ai uma magia ultrapasse uma linha, que no caso é uma distância pessoal dele, funciona, quando as magias cruzam esta linha, este alarme aciona seus quatorze braceletes, cada um lançando sequencialmente o feitiço Queda do Ladrão (que pode ser utilizado a partir de objetos), ele sabia disto quando as possibilidades de algum dos feitiços conectar se tornou muito baixa ele já avançou na ofensiva.

Ele passa a varinha na mão liberando um arco fluido de um vermelho férreo que se transforma em uma camada de escuridão densa, que vai como um predador avançando a sua frente já o tendo englobado há muito tempo. É um feitiço que imita os efeitos de um Pó Escurecedor Instantâneo do Peru, desenvolvido no Mahou, a disciplina da Arte das Trevas Japonesa. Os inimigos estão desilusionados, o que é de se esperar, então nada melhor do que devolver o favor, limitando o sentindo da visão deles.

Começa Ctaaciug a se mover evitando algumas magias, e lançando em si o Feitiço Supersensório para localizar melhor seu alvos, os braceletes estão agüentando bem as magias que ele não esquiva, mas nestes segundos iniciais elas ainda estão sendo focadas diretamente nele. Um Protego Maxima, um Feitiço para Acelerar e um Abbaffiato, são lançados em rápida sucessão, pois era hora de partir para a ofensiva de maneira efetiva.

Ele manda um Bombarda Máxima direto contra um alvo guiado na escuridão pelo som, e....

A magia não conecta.

Sem ouvir barreiras de proteção ou feitiços de dispersão ele só pode acreditar que eles adaptaram seu truque de barreira de dispersão, e pelos sons suaves de passos, também copiaram sua seleção de feitiços. Como ele ainda pode ouvir os feitiços, Abaffiato não parece ter sido executado.

Uma curva em um ângulo reto, que não seria eficiente para esquiva se ele não estivesse com a velocidade ampliada, o faz se esquivar de uma mobília animada, parece que seus adversários estão novamente se adaptando, ele lança um feitiço Confringo no chão para fazer
fragmentos se espalharem, se esquivando abaixando de uma mobília banida em sua direção, enquanto transfigura os estilhaços em um boneco de farpas de tamanho humano que novamente viram farpas devido a três Bombardas conectadas a ele. Ele continua a esquivar se movendo para trás, aproveitando as farpas ainda no ar, transfigurando em granadas de fragmentação que explodem perto dos alvos, que se seguram com Protego Maximus, mas dois não são tão rápidos e com o Feitiço Supersensório ativo, os tímpanos dos mesmos se rompem por estarem perto das explosões, atordoando-os por um tempo suficiente para um Bombarda Máxima de Ctaaciug, trazer o teto sobre eles.

E o combate continua, mas pelo menos os inimigos são originais, enquanto um deles conjura uma adaga para aproximar, outros animam estátuas, efígies e móveis para ter um pequeno exército de criaturas prontas. Ctaaciug usa o adversário da adaga como escudo golpeando no pescoço com a mão livre, enquanto o arremessa contra um dos móveis banindo os dois contra outro alvo, correndo em imediata seqüência para fora da ação de uma estátua com uma espada e usando o feitiço Glacius, para uma barreira de gelo, sem bolhas de ar, efetivamente invisível sob a ausência de luz, no chão, para que na alta velocidade alguém perca o equilíbrio, coisa que aconteceu, sendo encontrado por um armário em chamas animado, o que era algo assustadoramente efetivo.

Com a quantidade de adversários que restavam, como um deles, ele transfigurou uma adaga para lutar a curta distância correndo na direção dele quando chegou próximo arremessou a adaga em outro logo atrás que conectou e partiu para um chute ascendente com a perna direita na frente do rosto do adversário para fazer o rosto girar rápido demais, se ele não tomar dano pelo chute devido às proteções, a inércia do movimento vai lesionar a medula. Quando sua perna sobe conectando com seu intento, ele transfigura um estilhaço no chão em uma granada animada e deixa um golpe de uma espada atingir o alvo à frente sendo executada em suas costas em
um arco descendente por uma estátua animada, o que o fez sair esquivando para o lado enquanto usava seu corpo para empurrar e
desequilibrar outra efígie no lado que ele se moveu na esquiva, cortando a mesma com Diffindo, enquanto passa por cima dela, aproveitando sua queda.

Tudo isto no escuro, o que torna ainda mais difícil discernir as transfigurações que efetivamente só fazem som quando se mechem e não
mudam o cheiro, o que pode levar a surpresas muito próximas. Chuta então um sofá que se movimentava em sua direção, pula por cima do mesmo, girando para obter cobertura e enquanto evitar ser cercado ficando mais próximo da parede e bane o sofá no rumo de mais efígies transfiguradas. Não para de se mover enquanto transfigura mais uma, duas, três, granadas animadas em seu sprint, que esperam em silêncio. Lança no chão Incendio para tentar queimar alvos e evitar algumas direções, tendo sua idéia imitada por seus adversários e logo o lugar está se tornando um espaço ainda mais limitado devido às labaredas. Ele lança em si um feitiço Cabeça de Bolha, enquanto um dos adversários tenta controlar as chamas e os outros dois continuam a pressionar Cttaciug, neste momento mais uma mobília insuspeita e silenciosa salta sobre um alvo levando o pequeno grupo de granadas animadas a seguirem isto como sinal, correrem até ele e
sobrecarregando seus escudos, resolverem mais um adversário.

Armas trouxas que ele pode transfigurar nesta velocidade, coisa da categoria de metralhadoras não ultrapassam os escudos, então eles nem tenta. O mesmo pode ser dito sobre Fogomaldito pois ele pode parar nos braceletes, além do que no calor da batalha, mesmo com sua velocidade de pensamento ampliada pelo feitiço de aceleração, que tem permitido estas multi-tarefas que normalmente não seriam possíveis, não se tem tempo para elaboradas ações, recorrendo em sua maioria a seus treinamentos e experiências de batalhas, cortando planos muito complexos em favor de velocidade de ação. Com o calor das chamas ele vai transfigurando efígies flamejantes, com as partes soltas do assoalho em chamas (que mesmo flamejantes são invisíveis na escuridão dando ínfimos momentos de reação atrasadas nos adversários) na tentativa de cercá-los com chamas.

Ele tem mais espaço de manobra pois está sozinho, apesar do caos dos elementos em chamas animados e destruídos estarem gerando um cenário bem surreal na paisagem, Incêndios, Feitiços de Animação e outros ataques indiretos como transfigurações de artefatos explosivos para explodirem fora da área de dissipação, tem sido usados pelos dois lados, sendo que golpes de sorte gerados pela aplicação do Feitiço para Animar que Ctaaciug usou em si no meio da barragem de feitiços trocados na improbabilidade da batalha, foram determinantes quando alguns dos escudos adversários não agüentaram a sobrecarga das minas de proximidade transfiguradas, que geraram um efeito pinball por sincronicidade.

Mas agora que os adversários se reduziram a apenas dois, Ctaaciug ouve um urro leonino na sala aparecendo por uma mudança no ar, pesado, denso, com som estranho como um corpo realmente grande e quadrúpede, uma vez que ele não pode sentir o cheiro devido ao feitiçoCabeça de Bolha, usado para se proteger da fumaça.

Um nundu inegavelmente. Ele já tinha pensado em uma técnica assim, você transforma um estilhaço de um espelho dos dois sentidos em um portkey acionado por uma palavra de comando, deixa este estilhaço em contato com uma criatura extremamente perigosa, isto pode ser conseguido por efígies insignificantes em tamanho deixando em contato com a criatura. Você ficaria com outro pequeno fragmento do espelho como uma pulseira ou cordão, dizendo quando preciso a palavra de comando que seria carregada até o outro fragmento, acionando-o e trazendo a criatura até você. Bem aí o plano é você cair fora.

Eles devem ter usado esta técnica, mas neste caso foi um erro, o Nundu é a mais perigosa criatura quando você quer enfrentá-lo, mas este não é o caso. Quando a besta-fera avança contra ele por ele estar mais perto, ele usa o feitiço Portus em um knut, e arremessa no Nundu, o fazendo aparecer na trajetória aproximada dos dois últimos adversários em um misto de técnica e sorte, as garras e presas da besta são o suficiente para então rasgar através das proteções deles e finalizá-los. A ferocidade lendária do ser novamente demonstra seu merecimento, até que após este fato outro knut é banido na direção da besta, como um portkey que o levaria acima do Monte Pele, mas ele sabe que nenhum artefato ali gerado pode sair dali, valendo no caso como intenção.

A escuridão se dispersa e os últimos focos de incêndio são apagados com aplicações de Glacius.

-Preciso de algo mais.

É sua conclusão, e sai para fora para mais três voltas, com um novo desejo de desafio em mente.

24 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sab Fev 05, 2011 3:46 pm

Rebeca Delacour Di Bois

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Corvinal
Corvinal
Diante de toda essa energia fico a perguntar, como é a mente de quem escreve isso? e como é o psicológico deste personagem?

Vejo aqui um personagem bastante disciplinado. Extremamente guerreiro. Com muito sangue frio. Racionalização e poder bruxo incrivel. O fato de ter tanta determinação permite que ele realmente encontre dentro de si, um lugar para o amor?

A contradição do guerreiro poderoso com o joalheiro habilidoso promove a existencia de um homem completo, ou ele apenas usa toda essa força de batalha para suprir a sua existencia de andarilho solitário?

O que ele busca provar ( para si e para o mundo) diante de todas as batalhas que lutou e lugares por onde andou?



25 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sab Fev 05, 2011 4:51 pm

Dharana BlackCrow

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Existe uma mulher certa para cada vida? Ou simplesmente nos perdemos uns dos outros pelo caminho? Seria como reencontrar o caminho de volta para casa e descobrir que a casa não nos pertence mais? Que o caminho existe mas não leva mais a lugar nenhum.

Não, o lugar sempre está lá. Depende de nós seguir a trilha de migalhas de pão que a vida nos dá. E de pouco a pouco chegar a nossa redenção pessoal. Alguns podem tomar a via expressa e chegar cedo, outro podem tomar o caminho da floresta e se distrair com o lobo e com a paisagem. Outros podem ainda entender que o lobo é o destino final de sua jornada, e esquecer que existe o caminho até a casa da vovó.

Mas e se a vida for como um rio? Onde realmente podemos escolher qual efluente seguir, porém nunca escapar do destino que é o mar? Podemos escolher descer pelas corredeiras turbulentas ou permear por vales floridos e ensolaradas, em remansos de águas cristalinas. O que vale mais?? A jornada ou o destino?

E se nas curvas do seu rio particular outro se encontrar? Mesmo sendo diferente e por vezes imiscivel, tem como evitar que eles se somem e naveguem juntos? Mesmo não se misturando, as aguas do Rio Negro correm lado a lado com as águas claras que compõem o Amazonas.

Mundos diferentes, que jamais escapam do seu destino que é unir-se.

Inevitabilidade é a palavra chave do dicionário. Contrario ao que se apresenta, cada situação tem um momento certo para ocorrer. Um violino sozinho é triste, mas quando colocado no momento exato, junto da orquestra, é o som mais puro e belo que a harmonia pode produzir.

Não se come abacaxi verde, é horrivel. Ele so serve se esperarmos que ele amadureça.

Na vida tudo é assim, tem o momento exato de acontecer. Por vezes desanimamos e nos julgamos esquecidos. Então recebemos amostras que pode ser diferente. Não adianta querer a amostra, querer que isso seja o todo. Ela é imperfeita. Com a única finalidade de dar esperança. De mostrar que algo melhor vem pelo caminho. E que vale a pena lutar por isso.

Ingenuidade

Fora da realidade

Esperança

De o nome que quiser, mas nunca desista de seus sonhos, nunca deixa o pessimismo tomar conta. E o principal, nunca deixe de viver as emoções que a vida presentear.

Deixar de viver com medo de sofrer já é viver uma emoção, mesmo que seja negativa. Porque não tentar as boas? Porque não deixar a vida correr sem se preocupar em descobrir o futuro? Apenas ter a certeza do nosso destino final, e mesmo que o mar tenha se transformado em um deserto, se tornará mar outra vez porque nós chegamos lá.


_________________

26 Re: Ctaaciug Xyeetnuut em Sab Fev 26, 2011 11:38 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Off: Vindo da festa surpresa do diretor. Já que não tinha mais onde postar.

Laboratório de Levemente Questionáveis Expêriencias de Ctaaciug - Uganda.


Eles chegam via portkey. Eles chegam pois sabem que o lugar existe uma vez que de outra maneira não seria possível, não existem acidentes ao se encontrar aqui, abaixo de verdadeiras intervenções.

-Finalmente.

Coloca luvas, e pega o copo que deveria estar no quarto, mas ele pediu para ser transferido para ali, respostas viriam mais rápido assim.

Ele coloca em um pedestal de escaneamento, e obtém a impressão digital do copo. Pega uma memória com sua varinha e coloca em uma penseira em um pedestal, mergulhando.

Era uma memória de muitos anos, dos dois brincando, escorregando nas escadas de Hogwarts, era uma memória simples e feliz, mas ele estava com um scan manual de digitais quando entrou ali, e outra digital, de algo que ele suspeitava, foi colhida.

Ele saiu, em silêncio e colocou a informação no computador, lançando os dados comparativos.

A resposta estava por vir.

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