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Casa de campo familia Harumo

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1 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jun 21, 2009 4:18 pm

Shinta Takeku

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Na primeira vez que Shinta chegou à casa de Kaileena, ele quase perdeu o ar: a casa era linda, afastada da loucura do centro da cidade de Londres, onde ele morava anteriormente com a irmã.

Sua mudança já estava lá quando ele chegou, vendo o sol do final da tarde atravessar os vidros quadrados da porta, iluminando fracamente a poeira suspensa no ar devido ao tempo que a casa estava fechada. Ele entra e as luzes se acendem ao comando da doce voz de Kai. Estavam ali para, finalmente, poderem ter um tempinho juntos.

Era esquisito chegar no lugar que ele chamava de casa e não encontrar sua irmã, Nanami, sempre chata e irritante, mas com quem as vezes ele compartilhava risadas e momentos felizes. Eles haviam decidido que Nanami ficaria no apartamento e Shinta mudaria para a casa de Kai, pelo simples fato de que a casa de sua esposa era enorme o bastante e tão linda que era um pecado ser vendida para uma outra família de bruxos.

Ela lhe mostra a casa, até que chegam no quarto. Shinta joga-se de costas na larga cama da esposa, agora também sua cama. Era esquisito pensar assim, mas ele se sentia feliz com a idéia: sempre desejou isso. Ele teve que renunciar a muita coisa, mas não se arrependeu. Seus olhos pousaram numa moldura vazia com o fundo azul marinho, era a moldura onde ele sabia que o antepassado de Kai morava... E devia ser interligado ao castelo.

O movimento que ele fez foi rápido e singelo: bateu a mão rapidamente na cama, duas vezes, ao lado dele, para que ela viesse. Ele tinha um lindo sorriso no rosto.

E essas eram as memórias que ele tinha em sua mente enquanto estava cozinhando para Kaileena. Ele adorava cozinhar para ela, ainda mais naquela cozinha gigantesca. Kai tinha muitíssimos desejos de se alimentar de determinadas coisas na gravidez, principalmente algumas coisas junto com ele na cama, só de lembrar ele se arrepiava todo... Era sorvete, biscoito de limão, sushi, feijõezinhos de todos os sabores, tofu com frango, suco de sapo de chocolate, rolinho primavera, caldos quentinhos, e agora ele estava preparando um omelete doce, tipicamente japonês.

Era madrugada, como não podia deixar de ser os desejos dela ocorriam na madrugada, e ele estava há apenas dois dias naquela casa, mas de tanto cozinhar já sabia decor onde estavam os utensílios que ele precisava, portanto não precisou de uma luz muito forte, fazendo tudo à luz fraca de uma única vela que ficava na bancada no meio da cozinha. Ele poderia usar magia, tanto para cozinhar como para iluminar a cozinha, mas fazia parte do desejo ele preparar a comida à moda trouxa, pois Kaileena dizia que, assim, ele colocava mais carinho na receita.

O cheiro da receita no ar o apetecia.

2 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jun 21, 2009 4:43 pm

Kaileena Harumo

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Kaileena Estava feliz em finalmente ir para casa ia poder descansar montar o quartinho da sua bebê e principalmente ela já estava muito pertinho de nascer. Segundo os médicos, que Shinta fez cuidar de Kai com maior cuidado, ela teria a filha nos próximos dias se não naquele mesmo.

Adentrava sua casa e já notava a baderna que tudo estava. Colocando a malinha de mao dela no chão Kai bradava a varinha num movimento rápido e logo em minutos as suas coisa começavam a se limpar com a magia e nem mais um rastro de poeira sobrar pra contar historia, assim como os tecidos que cobriam os moveis. Ela retirava lentamente os sapatos sentindo os pés, inchados assim como suas pernas pelo fim da gravidez, e sentia um alivio em fazer aquilo.

Pouco a pouco ela mostrava a enorme casa. A piscina sua sala de estudos a lareira que já havia se acendido pela sua mágica e os quartos, ate finalmente chegarem ao quarto dele passaram um bom tempo ali os dois conversando e rindo e assim dois dias se passaram na casa velha de Kai e nova para seu marido.

Dois dias depois de madrugada Kai acordou o seu amado esposo para mandá-lo direto para a cozinha como fazia sempre. Muitas vezes com certeza ela fazia aquilo como manha, igual naquele momento, mas amava sentir o carinho dele para com ela. Kai agora estava diante da lareira no sofá-cama da sala meio deitada e recostada em varias almofadas. A barriga de Aywmi era enorme e ela já sentia o cheirinho da comida de Shinta vindo da cozinha, porem ela não estava muito ligada a aquilo não naquele momento. Ela tinha a mão sobre a barriga e mordiscava o lábio inferior, ela não demonstrava facilmente mas sentia dor. Era uma mulher forte e tentava segurar aquilo, ao menos no inicio.

-Shinta! – A voz dela saiu um pouco fraca e ela apertava um pouco a mão sobre a barriga- Amor, vem ca... Shinta eu to sentindo dor.

Ela fechava os olhos forte naquele momento, por seu uma mulher que relativamente não era frágil com dor, devido ao treinamento de auror, mesmo que a dor fosse aquela terrível de ter um filho ela a segurou muito antes achando que era um alarme falso mas agora não estava mais agüentando quando finalmente sentiu uma contração.

- Shinta, sua filha, parece que vai nascer. Aiiii!

3 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jun 21, 2009 5:12 pm

Shinta Takeku

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Shinta estava fazendo o mínimo de barulho possível na cozinha, estava cozinhando silenciosamente para não acordar Marina, que fora dormir na casa deles naquele final de semana devido à viagem de seus pais para uma conferência sobre as sete utilidades das poções anti-cancerígenas e seus diferentes efeitos nos trouxas e bruxos.

Ele estava distraído, mexendo o ovo com uma espátula na frigideira retangular, quando Kaileena o chama, tão de repente que ele leva um susto, arranha o fundo da frigideira fazendo um barulho alto, derrubando a frigideira e o omelete quente em seu pé, dando um grito no sobressalto.

- AI! Hein? Shhh!!! - disse para si mesmo, colocando o dedo indicador na boca, saltando em um pé só.

Ela então o chama, ele vai correndo, ainda com o pé machucado, pega o pano de prato que estava em seu ombro nu e passa no pé queimado enquanto ia pulando de saci até Kaileena.

- O que houve, minha pet? Acho que vai demorar mais pra fazer o ovo... Será que Marina acordou? - ele toca os cabelos negros de Kaileena, retirando-os da frente do seu rosto, quando nota que a maioria estava grudada na testa dela... Estava ensopada. - Kai? Kai, o que? O que foi?

Então ele recebe a notícia. Achou que estaria preparado para recebê-la, mas teve um baque tão forte que inicialmente não fez nada. Depois, levou as mãos à cabeça.

- Mas já? Quer dizer, que ótimo, digo, ai, vamos chamar um médico, cadê a Marina? Temos que levá-la junto, e... - dizia ele, desorientado, correndo de um lado para o outro.

4 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jun 21, 2009 5:38 pm

Marina Angela

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O cheiro delicioso de comida japonesa invadia o sonho de Marina e não combinava em nada com a polvora da batalha sangrenta em que ela lutava. A arma apontada para si lançava granadas que estouvam perto, com o som de frigideiras caindo ao chão. E os gritos dos guerreiros eram igual a voz de Shinta... Shinta? Frigideiras?

Acordo de sobressalto, algo estava errado. Podia sentir uma forte vibração energética, como se uma represa estivesse prestes a estourar. Levantou correndo sem ao menos se dar ao trabalho de vestir o roupão. Calçou os chinelos que encontrou no caminho e se precipitou para o andar de baixo onde ouvira a voz de Shinta, pois era de lá que vinha o Tisunami energético. Deslizou pelo corrimão da escada para encurtar caminho.

- Mas já? Quer dizer, que ótimo, digo, ai, vamos chamar um médico, cadê a Marina? Temos que levá-la junto, e... - dizia ele, desorientado, correndo de um lado para o outro.

Correu para o lado de Kai, já tinha visto suas tias darem a luz a lindos bebes em casa, e parecia que Shinta é que ia ter a criança, pela cara de despero dele.

- Kai, a bebe já está pronta? - Questionou ansiosa parando perto da lareira - o que posso fazer para ajudar? - se aproximou do sofá cama, a medida que o pai da criança permitia e se postando perto da cabeça de Kai, começou a acariciar seus longo cabelos.

- Shin - ainda era estranho tratar com ele tão intimamente - fique calmo, tudo vai dar certo. Isso é muito natural, milhares de bruxos já nasceram assim. Você poderia passar sua varinha na barriga dela para vermos a cor de está e sabermos quanto tempo temos? - por isso o trabalho do curandeiro tanto lhe atraia e não via hora de começar o estágio, adora ajudar as pessoas e já tinha lido muito sobre partos.

- Kai, voce tem em casa a poção dos momentos felizes?


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5 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jun 21, 2009 8:51 pm

Kaileena Harumo

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Kai respirando mais cansada e começando a fazê-lo da forma que pesquisou ser o certo naquela ocasião somente olhou o jeito estabanado de Shinta e não teve como não rir antes de fechar os olhos e morder o lábio sentindo mais uma pontada de dor. Naquele mesmo momento ele podia notar pelo lençol que cobria Kaileena que a bolsa dela havia estourado.

-Não vai dar tempo amor, me leva pro quarto.

Ela respirava adequadamente e notava Marina chegado e sorrindo para ela Recebeu seu afago. A menina era uma paixão de Kia, gostava extremamente dela como se fosse sua filhinha mais velha e em meio as dores do parto era bom ter ela sempre tão calma de seu lado.

-Tenho Mari, ta no armário bem ali

Ela apontava e olhava para Shinta.

-Não vai dar tempo amor, não vai dar tempo, você vai ter de fazer o parto.

Ela sentia mais uma contração e apertava a mão de Marina.

6 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jun 21, 2009 9:36 pm

Shinta Takeku

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- Por Merlim! - dizia Shinta, arrancando tufos de cabelo da própria cabeça. Ele estava lívido com a notícia. Como assim não daria tempo?

Ele ia de um lado para o outro, conjurava um lençol limpo, ia pro outro lado da sala e pegava um balde, voltava, deixou o balde cair, o lençol ficou debaixo do balde e ele o chutou, teve que conjurar outro limpo, jogou a varinha para o alto e correu até Kai. O que ele estava fazendo? Ele a carregou até o quarto, ele não conseguia ver direito o que estava acontecendo, só ouviu por alto as palavras que as duas garotas trocavam.

O que ele iria fazer? Era só puxar? Ele não queria machucar Kaileena, mas eles estavam muito longe da cidade, porque diabos Kaileena quis morar tão longe? Se estivessem no apartamento, estariam no hospital em minutos!!!

O sol estava para nascer e lá fora estava mais claro, mas a noite ainda persistia em tapar o sol. Shinta apenas coloca Kai da forma mais confortável possível. Seu coração estava acelerado, cada parte do seu corpo que tocava em Kai quase queimava, ela estava com a temperatura muito alta, por isso suava. Ele caçou a varinha, apalpando o próprio corpo, quando lembrou-se que ela estava lá na cozinha.

- Volto em um minuto - disse, dando um beijo rápido na bochecha quente de Kai, sentiu frio quando se afastou dela.

Correndo até a cozinha, ele tropeça no balde que estava no caminho, pega sua varinha e corre de volta para o quarto.

- Aqui está... - ele passa a varinha na barriga de Kai coberta pelo pijama de sua esposa, ficando com uma coloração... prata? Era meio avermelhada, meio prateada... - Cobre? Olha, não sei, mas tom avermelhado só pode ser coisa urgente! - diz, quase perdendo a voz ao escutar e compreender melhor as próprias palavras. Ele olha para Marina voltando do armário com a poção para momentos felizes, queria tomar tudo... Seu olhar era de quem pede ajuda. - Quanto tempo temos?

Ele estava muito mais branco do que de costume.

7 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jun 21, 2009 10:21 pm

Marina Angela

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- Cobre significa que ela está pronta, e a bolsa rompendo dificulta um pouco pois a bebe não terá liquido para deslizar para fora. Mas ainda temos tempo - repassou mentalmente tudo que lera sobre isso e tentou aparentar uma calma que estava longe de sentir.

- Shin, a bebe está ligada a Kai por estreitos laços mágicos, e não desejará se desligar dela, a menos que algo igual a atraia. Pode me passar o frasco da poção? - o homem, apesar da sua idade e tamanho parecia mais perdido e confuso que a garotinha, e foi preciso praticamente arrancar o frasco das mãos dele. - Por favor, continue a monitorar com a varinha, a cor ainda ficara prata e só quando atingir a luz dourada, a bebe está realmente pronta.

- Como você está Kai? - acariciou a face daquela a quem gostava como se sua mãe fosse. Porque Issac não estava ali agora? Pegou o frasco e colocou uma poção nos lábios da oriental, enquanto erguia a cabeça dela com o outro braço. - Isso fará com que ela aceite melhor essa transição do útero materno aos braços do pai.

- Tome tio Shin - estava com tanta pena dele que acabou por entregar uma dose para ele também. Afinal não era uma Felix Felicis, mas um pouco de Momentos Felizes não fariam mal a ninguém.

- Kai, não podemos chamar o curandeiro pela rede de Flu? Afinal temos uma lareira na sala, e o tempo é curto, mas ao menos teriamos ajuda no final. - Olhava com serenidade, mas por dentro estava apavorada. As grávidas emitiam uma leve cintilância branca e no momento a da professora começara a ficar esverdeada. Os bêbes bruxos são seres mais fortes que os bêbes trouxas, e exigem muito mais de suas mães no parto.

Olhou de relance para a varinha que Shinta passava sobre o ventre protuberante da mulher. A energia vibrava em leves ondulações prateadas.

- Tio, acho que está na hora de você começar a falar para a bêbe o quanto ela é bem vinda e como o senhor deseja recebê-la como filha. - Ou ela estava muito apavorada ou as coisas ali não estavam nada certas. Havia lido que em partos bruxos ,os bebes podiam se projetar energeticamente antes do nascimento, mas aquela criança estava muito quieta.

Acomodou-se perto de Kaileena, segurando sua mãe e convocou uma música suave para encher o ambiente, enquanto a iluminação amena do quarto realçava as luzes que provinham da varinha do jovem e futuro pai.


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8 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jun 21, 2009 11:46 pm

Kaileena Harumo

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Professora de Hogwarts
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Kaileena via a confusão que Shinta fazia e ria em meio as dores com aquilo. Era uma mulher fortíssima e resistia a dor do parto sem dar um grito, mas as vezes contorcia o rosto em expressões mudas de dor. Respirava cansada e se esforçava ao Maximo pro momento ser perfeito e dar tudo certo. Sentia ser colocada no colo e passava a mao no rosto dele.

-Meu amor, fica calmo, vai dar tudo certo e so você ficar calmo.

Ela seguia com ele e era colocada carinhosamente na cama, Kai estava bem calma no momento, e logo Marina vinha com seu jeito doce, mas Kai sabia Le-la e sabia que ela estava tão desesperada quanto Shinta mesmo não demonstrando. Ela com calma pegou sua mao e apertou enquanto Shinta voltava e ela bebia um pouco da poção.

-Ta tudo bem querida, so dói mas eu agüento fica calma, acalma o Shinta.

Quando Marina falou sobre o curandeiro não foi Kaileena que respondeu, mas do quadro próximo a cama a voz doce e calma de Ayami soou com uma serenidade única.

-Não precisa de curandeiro, a poção vai acalmar os dois e a instruções de Marina estão certas, fiz o parto da minha filha sei como agir aqui.- Ela falava com calma e o quarto cada vez mais se iluminava tornando mais mágico ainda o momento.- Marina coloque Kai numa posição confortável e lhe coloque travesseiros nas costas e Shinta tire a roupa molhada de Kaileena, troque os lençóis usando a varinha e comece a conversar com sua filha e acariciar a sua esposa, seja carinhoso ao extremo e faça como Marina disse diga o quanto espera por essa pequena menininha-Ela sequer mudava o tom de voz- Kai relaxe, faça como já te orientei, deixe que a natureza vai seguir seu caminho.

O quarto se enchia de luzes em tons de violeta e Kaileena estava calma como a maioria das futuras mães não ficariam, ela respirava pausadamente e tentava manter-se bem. Ela então colocava a mão sobre a de seu marido e sorrindo dizia calma.

-Fica calmo amor já ja nos vamos ter nossa filhinha nos braços e você vai recebê-la.-Kai tinha a outra mão sobre a barriga e sorria no prazer dolorido de ter seu bebe. Sentia a energia fluir pelo seu corpo e a emoção toda transbordar em ondas de alegria. – Nossa menininha ta chegando e vamos enche-la de carinho, amor e tudo de mais sagrado e puro que ela merecer

Kai gemia de dor naquele momento e esperava pela hora do nascimento sentindo toda a energia fluir e a bebe dentro de si, começando a parecer que saia, não sabia como tinha certeza disso, mas tinha a certeza que ela estava vindo.[/b]

9 Re: Casa de campo familia Harumo em Qui Jun 25, 2009 8:17 pm

Shinta Takeku

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Shinta estava completamente perdido. O rosto estava lívido. Nunca achou que ia passar por aquilo, pensava em um parto normal, no hospital, com a mãe recebendo o bebê e ele olhando de longe, atrás de um vidro, como ele costumava ver nos seriados de TV quando era mais jovem. Ele estava feliz, sim, mas o medo era muito maior... Medo de fazer algo errado, afinal Kaileena estava com uma gravidez de risco... Ele tinha medo de acabar fazendo com que Kai passasse mal ou... ou...

Ele nem queria pensar na possibilidade.

As mãos de Kai passando em seu rosto e as palavras cálidas do quadro lhe acalmaram um pouco, o som que era produzido por mágica no lugar ele não sabia se era um momento em que sua mente lhe concedia um truque magnífico, mas a melodia tranquilamente o acalmou, juntamente com o jogo de luzes mágico que estava no ar. Ele lembrou das noites que passou nos aposentos da professora Kaileena, acariciando aquela bela barriga, esperou tanto por aquele bebê... e agora tinha chegado a hora... Era hora de nascer, era hora de vir para o mundo...

Shinta engole em seco. Instintivamente, ele deixou a varinha, largando-a, mas de modo que Marina segurasse. Suas mãos estavam trêmulas e tocam levemente o ventre de Kaileena, bem levemente, de forma cuidadosa, cautelosa... Shinta era muito familiar, amava sua família e seu sangue com todas as suas forças, e esperou muito por aquela criança, que estava prestes a nascer.

Falar o quanto ela é bem vinda? O quanto ele deseja que ela seja sua filha?

Fácil.

E, de acordo com Ayumi; a Ayumi de tinta a óleo, não a que estava para nascer; as instruções de Marina estavam corretas. De repente, as mãos que tocavem de mansinho o ventre de Kai tocam completamente ali, suas peles se encostam e, não sabia ao certo, mas Shinta viu estrelinhas sairem daquele toque. O ar estava denso, mas denso de uma forma que concedia calma e tranquilidade a todos do recinto. Shinta, envergonhado, olhou profundamente os olhos de Kaileena, esbaldou-se daquele profundo negro que refletia sua imagem e, para ele, não havia nada mais romântico do que uma pessoa ver-se espelhada nos olhos da outra... Shinta sempre sonhou ter aquilo, e agora tinha com Kaileena...

E esperava que sua filha também tivesse Shinta espelhado nos olhos, assim como ele queria ter a imagem daquela bebê, há tanto tempo escondida debaixo da fina tez de sua esposa, refletida em seus olhos... Amaria para sempre... As duas.

Foi no momento que os lábios de Shinta se entreabriram que a luz que a varinha emitia começou a ficar numa tonalidade mais amarelada, mas apenas Shinta viu aquilo, ou apenas ele parecia ver... Para ele, sua bebê estava pronta, e ele estava completamente pronto para recebê-la.

Uma de suas mãos segura bem a mão de Kaileena, a outra segue até seus cabelos, seus dedos passam por entre os fios macios dos cabelos negros de sua esposa, que de repente começaram a tornar-se metalizados, até que ficaram de um puro prateado fenomenal. Foi quando ele se viu com metade do corpo sobre sua esposa, suas pernas estavam entrelaçadas, ele volta a pegar a varinha e, com um movimento e uma palavra mágica, ele limpou tudo o que havia de ser limpo, assim sua esposa e sua filha ficariam completamente confortáveis ao chegarem.

Foi quando ele se ajoelhou perante sua esposa, que agora estava quase que assentada devido ao amontoado de travesseiros que Marina coletava por trás dela, e os lábios de Shinta se abriram, bem junto à barriga de Kai, agora ambas as mãos do marido estavam em sua barriga, próximas à cintura, ele fitou o ventre e deu um sorriso bobo.

- Ayumi... Minha linda filha... - ele lembrou-se das noites que passava em claro acariciando o ventre de Kaileena e conversando com Ayumi, bem daquele jeito que estava agora, mas desta vez ele sentia uma coisa diferente, que ele não sabia explicar, mas era um sentimento muito bom. - Você se lembra do papai? Conversamos ontem... - ele acaricia a parte frontal do ventre de Kai. O movimento soltou estrelinhas minúsculas, em um tom azul anil muito bonito. Shinta falava baixinho, a voz macia e tranquila... - E hoje você vem... Eu estou doido para te ver... Sabe, o meu desejo mais profundo sempre foi ter uma filha... E não se brinca com desejos profundos! Você corre atrás! E sua mãe e eu sempre desejamos você, filha... Sempre quisemos ver seu par de olhos, como duas contas brilhantes e negras, ver seus traços parecidos com os nossos, poder ouvir sua respiração calma e plena durante a noite, dar beijinhos estalados em você todo dia, toda hora, a cada segundo... Escutar sua risadinha quando fazemos cócegas em você... Filha, eu e sua mãe somos perfeitos um para o outro, eu sempre soube disso, e também sempre soube que você é perfeita para mim e para sua mãe... Queremos que você chegue bem... E estamos esperando anciosamente... Te amamos muito... Eu te amo muito, minha filha... Vem... Vem me ver... Quero te ver e te sentir... Vem, minha princesinha de Hogwarts... Sei que vai nos dar muito orgulho, e honrar o nome da família Harumo... Estamos muito felizes com sua chegada....

A maior expressão de carinho então veio dos lábios de Shinta, em um gesto de profundo afeto, fechou os olhos e selou o amor por sua filha, dando um beijo no ventre de Kaileena... Um beijo demorado, carregado de sentimentos bons e felicidade...

10 Re: Casa de campo familia Harumo em Qua Jul 01, 2009 12:18 am

Marina Angela

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Marina olhava a tudo com lágrimas nos olhos. E ficou pensando se fora assim o seu nascimento e o de sua irmã. Muito provável, já que os pais eram muito carinhosos com elas, e se desdobram com ela depois da fatalidade que os atingiu.

Segurava forte a mão de Kai, e estava apaixonada pelo modo como Shinta demonstrava seu amor por sua esposa e por sua filha. Ele realmente era um homem muito especial.

No momento que ele afastou seus lábios da pele de Kaileena, uma luz dourada começou a pairar sobre o ventre protuberante. Como que acompanhando o ritmo das constrações, pequenos jorros brilhantes iam se aglomerando no ar, e uma perfeita esfera se formou, pairando alguns centimetros acima de onde a bebe estava.

Sabia o que era aquilo, já tinha lido em muitos livros, mas ver ali, ao vivo e a cores era demais. A energia ali se acumulando nada mais era do que os poderes mágicos que o bebe teria. Mesmo durante a gestação os bebes bruxos já adquiriam alguns poderes, mas para evitar que isso interferisse na magia da mãe.Os poderes totais só eram concedindos no momento do parto. Fazia parte da natureza bruxa. E realmente era mágico. A esfera foi se aproximando de Kai e penetrou no seu corpo. Neste momento a professora e amiga se contraiu violentamente, seu corpo levitando alguns centimentros acima da mesa e uma onda partiu de seu centro, levando o bebe consigo, em direção ao pai que a aguardava.


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11 Re: Casa de campo familia Harumo em Qua Jul 01, 2009 1:54 am

Kaileena Harumo

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Era o que se pode chamar de momento mágico. Os cabelos de Kai ganhavam seu tom natural ali, guiados pela magia do instante, tinha de viver aquilo pura plena como veio ao mundo para dar a vida a um novo, importante e pequeno ser. Ela sorria em meio as dores do parto e apertava a mão de Shinta sentindo aquela mágica luz tomar conta do lugar e iluminar muito mais que so o quarto mas transparecer o que a alma de Kaileena sentia.

Ela sentia uma onda de calor que a fazia suar cada vez mais, os cabelos colados ao rosto molhado e ela então sentiu a mão carinhosa de Shinta tocar a sua. Ela o olhou no fundo dos olhos e sorriu, se via refletida dentro dele também e era isso que lhe dava forças. Sentia em cada nova contração sua bebe mais perto, como se realmente atendesse ao pedido do pai. Ela mordiscava os lábios com a dor e cada vez mais o quarto se iluminava e dava sinal de que estava próximo. Foi ai que a voz calma de Ayumi se fez novamente.

-Isso Shinta, ela já esta vindo agora com cuidado a ampare com carinho e continue falando, vou te ensinar os feitiços a se fazerem agora, mantenha o carinho.

Sorrindo ao ver mais uma de suas descendentes nascer ela orientava o japonês. Ele podia ver a cabeçinha de cabelinhos prateados de sua filhinha começar a aparecer. A pequena Ayumi vinha devagarzinho, o rostinho ainda virado e direto para as mãos do pai ela escorregava lentamente, ate que finalmente seu ombrinhos encolhidos passavam e ela vinha de uma vez assustando uma pouco Shinta que sorriu segurando a filha.

Com carinho e paciência, a oriental do quadro falava para Shinta os feitiços que ele deveria usar. Primeiro limpar a boquinha e as narinas da menininha com um feitiço simples, e isso a fez chorar a plenos pulmões e Kai pela primeira vez, na frente de um aluno, se debulhar em lagrimas de alegria de ouvir a filha pela primeira vez. Shinta continuava todo o ritual, sempre orientado pela Ayumi mais velha, Ele cortava o cordão Umbilical e tratava com todo amor de limpar a menininha, ele fazia isso com carinho cuidado e muito bem.

Ayumi pedia então que marina cuidasse de seguir as instruções dela para quando Kai em mais uma contração colocasse a placenta para fora e com a varinha fosse limpando tudo, deixando as coisas quentinhas e limpinhas para a mamãe. Logo Shinta voltava com a bebe ainda chorando muito, mas já enrolada na manta e bem aquecida com uma toquinha. Ele a entregava nos braços de Kaileena que chorava feito uma boba pegando a filha nos braços.

-Oi lindinha da mamãe, bem vinda ao mundo

Kaileena sorria olhando a filhinha que diminuía pouco a pouco o tom alto do choro ficando so no murmurinho, após ouvir a voz da mãe. Kai retirava então de dentro das vestes o seio e dava ainda meio desajeitada para a bebezinha que instintivamente começava a tentar sugar. Kai ria felicíssima vendo a bebe e os cabelinhos prateados dela.

- Ela puxou meus cabelos, vai ser lindo isso... Obrigada por me ajudar nesse milagre Shinta, nossa Ayumi é linda.- Ela ria e então notava marina que queria sair de mansinho. – Mocinha vem ca...- rindo Kai pegou marina delicadamente pelo pulso e a puxou dando um beijo bem gostoso na bochecha dela.- Você ainda é muito nova pra isso e nos não seguimos muito os costumes ocidentais, mas o que vale é o coração... Diz oi pra afilhadinha sua que você ajudou a por no mundo Mari.

Kai ria e olhava para Shinta e depois para Marina. Ayumi sugava o seio da mãe com gosto e não largaria tão cedo.

12 Re: Casa de campo familia Harumo em Sex Jul 03, 2009 6:52 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Última edição por Ctaaciug Xyeetnuut em Dom Jul 05, 2009 2:51 pm, editado 2 vez(es)

13 Re: Casa de campo familia Harumo em Sex Jul 03, 2009 9:15 am

Marina Angela

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A energia gerada pelo nascimento de um bebê tem o poder equiparado a uma bomba atômica. Não em destruição, mas na mesma grandeza tem a capacidade de emitir ondas energéticas purificantes.

E era assim que aquela sala agora se encontrava. Depois do acumulo de energia gerada pelos pais do bebê, e a grande explosão da chegada da pequena e delicada Ayumi, tudo agora rescendia ao brilho de uma fresca manhã orvalhada, banhada pelo primeiros cálidos raios de sol.

A ancestral no quadro ressonava baixinho, um sorriso mantido nos lábios embalava o sono. A sensação do dever cumprido. A gratificação de ver o nome e a honra de sua familia perpetrados.

Essa experiência, sem dúvida alguma, fora a mais complexa e intensa de sua curta vida. Nem mesmo todo a raiva que sentia de sua avó podia se comparar, em intensidade, com o prazer de colaborar com a chegada de um novo ser a este mundo. Mal via a hora de começar seu estágio na enfermaria, e com certeza essa vivência de hoje a ajudaria em muito no futuro.

Os pais e a mais nova membro da familia Harumo repousavam na limpa e perfuma cama oriental.

O ar fresco limpava os últimos resquicios do ocorrido, após todo o trabalho que as varinhas de Marina e Shinta tiveram, para organizar o lugar.

Fechou a porta dupla delicadamente, proferindo um último encantamento de proteção. O mesmo que sua mãe cantava para ela todas as noites antes de deixar seu quarto.


O Ofurô do jardim parecia ser o lugar mais convidativo naquele momento.


Prendeu os cabelos com um leve feitiço, e deixando suas roupas de lado, mergulhou na delicia da água quentinha.


As lindas flores amanheciam a sua volta. E os primeiros pássaros já cantavam. Pensava no calor da mãozinha de Ayume segurando seu dedo quanto a tocou pela primeira vez. Confiança era a sensação de sentia vir do bebê.


A vida realmente oportunizava situações para se mostrar plena e lembrar que valia a pena ser vivida.



Última edição por Marina Angela em Sab Jul 04, 2009 12:50 pm, editado 1 vez(es)


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14 Re: Casa de campo familia Harumo em Sex Jul 03, 2009 10:12 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Última edição por Ctaaciug Xyeetnuut em Dom Jul 05, 2009 2:48 pm, editado 1 vez(es)

15 Re: Casa de campo familia Harumo em Sab Jul 04, 2009 12:46 pm

Marina Angela

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A água tépida relaxou seus músculos doloridos pela tensão do acontecimento. As borbulhas da água eram como massagens suaves. apanhou os sais perfumados ao lado e colocou alguns nas mãos, sentido a textura dos grãos e o aroma que desprendiam. Algumas petalas rubras caiam da árvore que estava atrás formando uma cerca viva e de depositavam sobre a água e sobre ela. A varinha sempre a mão materializou um delicado apoio de cabeça. E fechando os olhos, reclinou, concentrado-se nos ruidos leves do ambiente.


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16 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jul 05, 2009 12:04 am

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Os posts de Ctaaciug foram desconsiderados por quebrar a regra do bom senso, nos itens 1 e 2.

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17 Re: Casa de campo familia Harumo em Dom Jul 05, 2009 12:14 am

Shinta Takeku

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Shinta estava segurando a respiração, só quando estava roxo o suficiente lembrou-se de respirar. A emoção era tamanha. Em seu peito, um orgulho imenso surgia, enquanto suas mãos apertavam forte as de Kai.

- Calma, querida... Vamos... Venha, filha... - balbuciava, que nem um bobo. Ele segura a mão de Marina também, a menina parecia nervosa assim como ele, ou era coisa de sua cabeça, mas ele não sabia ao certo como agir, apenas segurou as mãos das duas, secava a testa de Kaileena e, então, sua filha chegou. Ele não poderia estar mais feliz...

"Minha primeira filha...... Ayumi..." - pensava que nem um bobo enquanto cuidava da bebezinha.

Ele entrega a filha para Kaileena e acaricia as duas, deitado ao lado da mãe.

- Parabéns, meu amor... - ele beija a têmpora de Kaileena, demorada e carinhosamente.

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