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Nível Três - Departamento de Acidentes e Catástrofes

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Ctaaciug Xyeetnuut

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
O estágio no ministério, ele foi agraciado pela sincronicidade, com o direito de andar pelos corredores e livremente escolher seu destino, depois de se apresentar no nível um como estagiário enviado de Hogwarts, ao senhor Jacob McMorty, ele fica olhando interessado, pelo caminho a arquitetura, as colunas, a decoração e sua mente remota em simulações diletantes sobre como uma explosão bem plantada pode derrubar todo este lugar, como não tem marcas de feitiço anti-aparatagem no átrio, e na sala ao lado do senhor Jacob, cuja visão foi de relance, mas foi suficiente para despertar algo curioso como fato.

Não existe, nenhum plantão programado para a noite de natal, o que se torna deveras interessante como um todo. Com este pensamento em mente, ele se dirigiu até o escritório do senhor Amoreo, para se apresentar ao serviço, pois dentre todas as opções este era o escritório que tinha a maior concentração de colegas de sua escola, talvez não em número, mas em beleza e se ele tem de ficar em algum lugar, que por favor tenha uma vista bonita.

O escritório era sóbrio e a face de seu ocupante cerrada, fechada como uma nuvem de tempestade. Ele cumprimentou, apresentou os documentos do estágio, sentou quando solicitado e aguardou, depois ele foi conduzido por uma simpática secretária cujo nome dizia Anna no crachá, até os escritórios gerais, onde ele apresentado de maneira geral e dito que iria estagiar por um mês na sessão.

Os cumprimentos, as circunstâncias, ocorrem naturalmente e ele ganha sua primeira promoção como garoto do café. Os escritórios gerais parecem ser como poderiam dizer, como todo o escritório, parte da grande burocracia, seja ela celestial ou infernal, ele fica ajudando a arquivar papel, enquanto penas de repetição plena e rápidas correm pelas folhas.

Seus pensamentos imaginam que se necessário trabalhar em um lugar como este no qual toda a obra que você vem como sua são dados e papeis que depois de cinco anos são jogadas fora, provavelmente ele iria pirar e ter um ataque de spree, este escritório, é como um exército de gigantes de fogo, cercando a Asgard da mente dele.

E então após uma semana, cuja única coisa que salvava sua mente eram os rápidos olhares que poderia dirigir a suas colegas.

E com isto se foi uma bela e gloriosa semana de sua vida.

Na segunda semana por aquelas estranhas sincronicidades, ele foi parar na sessão de Oblivadores, provavelmente porque a idéia do garoto do café pareceu uma boa pedida, e lá eles realmente pareciam precisar de muito café.

Como em todo lugar tinham os motivados e os entediados, eram distinguíveis em suas faces, Ctaaciug se aproximou dos entediados, conversou puxou assunto encontrou similaridades, e detalhes técnicos, como se o feitiço base de ação era de difícil execução e entre outras coisas.

No segundo dia ele estava acompanhando os casos mais simples, como Oblivar testemunhas de magias acidentais, um caso que está ficando consideravelmente mais freqüente com o tempo, segundo a equipe que ele acompanhava.
Isto fez ele pensar, se não é porque a população bruxa está aumentando proporcionalmente, os estudos demográficos comprovam isto, será que é porque as gerações estão nascendo mais poderosas? Isto é simples evolução, ou artificialmente estamos influenciando o meio para nos refinar? Tudo são conjecturas que passam pela mente de Ctaaciug.

Como se seu animal instintivo interno às vezes se parece como macaco do zodíaco chinês, após observar a execução do feitiço de Oblivar, ele já está treinando depois dos horários de estagio, a maestria virá como tempo, mas o conhecimento já faz parte dele, afinal não é tão complexo assim realmente, e além da nota, ele lucrou algo neste estágio.

Na segunda semana, finalmente um pouco de ação pensava ele. Era para ser apenas um caso de magia acidental reportado em uma escola primaria na periferia de Londres mesmo, algo simples apenas modificação de memória dizia o protocolo preliminar.

Desta vez ele não somente podia acompanhar, mas também testemunhar toda a ação diziam os seus acompanhantes, que no caso eram dois agentes de campo de nome Marty e Amanda.

Fôramos três via rede flu até um local próximo, já era de noite as ruas estavam calmas, e como Ctaaciug não conhecia a vizinhança não pode ele determinar se isto era atípico ou não, a escola estava logo a frente, era bonita , parecia nova pelas estruturas e tinha um belo jardim de frente.

Ele estranhou a ausência de policiais, pais ou qualquer outro movimento, do lado de fora, mas guardou os comentários para si mesmo, estando o portão aberto entraram em silencio enquanto ele se amaldiçoava em sua mente por não terem recuado e chamado algum auror para acompanhar, eles viram uma criança sentada no jardim na parte de trás.

Foram com cuidado, com varinhas a postos os agentes, já que como de menor ele era proibido de fazer magia fora da escola, e tinha muitas crianças lá neste jardim, o que era perturbador, é que todas estavam sentadas na relva olhando para o céu estrelado, e um observador atento notaria algo estranhamente sincrônico.

Todas elas piscavam ao mesmo tempo.

Os agentes foram juntos para dentro e mandaram Ctaaciug esperar,o qual ele obedeceu pois era preciso , apesar de discordar pois não queria começar uma discussão ali naquela hora. Sozinho em uma vizinhança perturbadoramente silenciosa, na qual carros não pareciam passar, na qual a escola inteira estava sob o efeito de feitiços que pareciam repelir trouxas, ele continuou a observar os alunos.

Ele não tocou neles, pois não sabia quais seriam as conseqüências e no desconhecido todo o cuidado é pouco, ele olhou para as estrelas que eles estavam olhando e depois para eles, depois para as estrelas de novo, e um estranho padrão pareceu surgir em sua mente.

Pegou um pedaço de papel, e perfurou com uma pena os lugares proporcionais de alguns deles e olhou par ao céu com o papel em fronte ao rosto...

Elas estavam imitando, a posição de algumas estrelas, elas eram um mapa astral...

Correu Ctaaciug para dentro para avisar os agentes, com cuidado mais firmeza, e ao entrar na escola ouviu uma musica, apenas notas suaves repetitivas, de uma musica de piano que ele já tinha ouvido era a “música das esferas”, a harmonia transformada em música dos planetas de nosso sistema solar, ela vinha mais alto de uma sala, e ele seguiu para lá.

Olhando discreto ele teve de conter seu susto, pois os agentes estavam sentados em cadeiras, juntos com os professores todos perfeitamente parados, e um aluno de mais ou menos dez anos, cabelos negros lisos, pele caucasiana, rosto ameno, estava em frente a uma placa de metal, passando uma varinha que parecia ser de um dos agentes.

No quadro negro se via escrito com giz.

O fato social é externo às consciências individuais.

O fato social independe da nossa consciência e da nossa vontade individualmente, mas é fruto do homem coletivo, ou seja, é produto de representações coletivas e de crenças, comuns a um determinado grupo em um determinado momento.

A violência decorre do individuo, a ganância decorre do individuo, o horror decorre do individuo e se espalha pelo social.
A coletividade é o caminho.

Se esta raça não se prova mais digna, temos de aperfeiçoa-la pois a virtude pode ser programada.

Leia a placa, Ctaaciug.

Este era o momento que qualquer pessoa normal, já teria corrido a muito tempo, mas ele não era normal e entrando na sala com seu cheiro comum, na noite de inverno, ele foi até a placa, e pegando uma lente oferecida apelo garoto que olhava com olhos distantes ele olhou a placa.

Era uma memória genética.

Acredita-se que informações instintuais, podem ser passadas pelo dna, para as futuras gerações, era só uma seqüência de letras escritas em escala nanométrica, mas elas ativaram esta memória instintiva dele e sua mente correu mais rápido que o seu corpo pode acompanhar.

Acordou cerca de duas semanas depois em Saint Mungus, as paredes do quarto estavam todas escritas.



Sua mãe e pai estavam lá e logo entraram, no quarto. Depois das conversas preliminares, ele soube que os agentes e ele foram encontrados com as crianças e com os professores, todos bem, mas sem nenhuma lembrança do que ocorreu dentro da escola, o único desacordado era ele. Após o relato que ele deu aos aurores sobre o que viu, eles informaram, que nenhuma criança como a descrita por ele foi encontrada nem pelas autoridades trouxas ou mágicas, e foi creditado que ele sonhou com aquilo.

Ele recebeu alta oficialmente no fim da quarta semana e teve de voltar direto para a escola, pois não havia tempo hábil para retornar ao estágio.

Só uma última coisa, é que o deixou instigado, nas palavras que ele escreveu, no quarto no meio do caos que se seguiu escrito, um nome lhe chamou a atenção.

Herpo.

O futuro é um lugar estranho para se aventurar, mas acima de tudo um emprego no ministério parece não ser mais tão aquém a suas intenções agora, apesar de ser a favor de “algumas” reestruturações.

Robert de Boron

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts


NARRAÇÃO
FALAS: ROBERT, AMOREO LINCOLN, SRA. ELIRES, BRUXO 1
FEITIÇO
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Robert chegou ao ministério bem sedo pra começar seu trabalho assim que chegou ele ficou maravilhado com a beleza do lugar mesmo seu pai trabalhando no Ministério ele nunca havia estado ali antes, ele se dirigiu até um jornaleiro que estava logo depois das lareiras, muitos bruxos e bruxas de todas as partes do mundo vinham pela rede de flu ao ministério e saiam das varias lareiras, Robert vai ao jornaleiro para pedir informação -Oi com licença sabe-me dizer onde ficam os elevadores? - Sem dizer nada o jornaleiro aponta o dedo para onde Robert deveria ir, ele segue a multidão que também ia para os elevadores, assim que entrou ele disse o andar que ia ao condutor do elevador, ao chegar uma bela voz de uma moça soou o nome do andar."Nível Três - Departamento de Acidentes e Catástrofes Mágicas" Robert saiu e foi caminhando pelo corredor, lendo o nome que estava gravado nas portas - Central de Obliviação. - Comissão de Justificativas Dignas de Trouxas. - Escritórios Gerais.- Um pouco mais a frente Robert avistou um senhor de aproximadamente 30 anos no Maximo ele se aproxima do senhor para pedir novamente informação, assim que consegue se localizar, ele vai para a sala do chefe de departamento senhor Amóreo Lincoln ele da três batidas fortes na porta, uma voz vindo atras dela diz em alto e bom som. -Pode entrar - Robert entra meio acanhado na sala, e avista um senhor sentado atrás da mesa rodeado de pergaminhos, ele olha para Robert por cima dos oculos redondos e armação dourada se levanta e vai em direção do garoto parado a sua frente. -O senhor deve ser o Robert de Boron? Sua professora me avisou que você viria fazer um estagio - Robert olha para o chefe de departamento e responde sem demora - Isso mesmo senhor prazer - diz Robert comprimentado o chefe o mesmo da um grande sorriso e fala - Por favor, não me chame de senhor o seu sobrenome não me é estranho por acaso o senhor é parente do Richard de Boron?- sem entender Robert confirma a duvida do chefe - Eu sou filho dele - Novamente o bruxo da um belo sorriso - Quem diria! E seu pai como esta? - Mesmo sem entender Robert responde assim mesmo - Esta bem obrigado por perguntar senhor Lincoln - disse Robert olhando para o chefe uma hora e olhado para a sala em outra - Por favor, já te pedi pra não me chamar de senhor tudo bem? - Robert fica corado e tenta corrigir o "erro" - Desculpa é o habito - O chefe da um leve riso e olha pra Robert por cima dos óculos - Não precisa se desculpar vem vou te mostrar as pessoas com quem você vai trabalhar.

O chefe de departamento coloca a mão no ombro de Robert o guiando para a porta, os dois saem e andam e apresentando os funcionários, até que eles chegam à sala onde Robert iria trabalhar na porta a seguinte frase estava escrita em ouro na porta Esquadrão de Reversão de Feitiços Acidentais eles entram vários bruxos andavam de um lado para o outro uns um tanto simpáticos outros rabugentos, o chefe de departamento apresenta Robert a uma senhora distinta e séria as marcas de expressões no rosto da mulher condenavam sua idade, mas também sua sabedoria e conhecimento. - Bom dia senhora Elires esse é o jovem que lhe falei Robert de Boron - Robert da um leve sorriso para a moça - Bom dia, prazer em conhecê-la - A moça parecia hipnotizada com o garoto a sua frente ela o cumprimenta e o olha de cima a baixo examinando-o com cuidado sem deixar nada escapar até que ela se pronuncia - Mas como você é parecido com seu pai eu estou impressionada - A senhora fixava os olhos em Robert como se estive-se vendo uma cópia do bruxo que ela conheceu - A senhora conhece meu pai?- Perguntou Robert sem entender como ela conhecia seu pai sendo que eles nem trabalhavam no mesmo departamento - Claro, Victor Mursten foi um grande homem e você é a cara dele. - Robert não entendeu o porque a mulher sitou o nome de outro bruxo ao invés do nome de seu pai - Victor? Desculpa mas à senhora deve esta me confundido com outra pessoa meu pai se chama Richard de Boron. - Sem que Robert visse o senhor Lincoln faz um sinal para a moça para que ela não continua-se a falar mais nada,na mesma hora ela muda de assunto, um rapaz alto e magricela chega correndo até a moça que olhava para Robert com tanta admiração. -Senhora Eliris ocorreu um acidente temos que ir - a escutar isso a senhora não perde tempo ela vai até sua mesa, pega sua varinha e vai até Robert que conversava com o Sr. Lincoln e sem esperar pelo garoto ela sai correndo - Droga, Robert você vem com a gente vou te ensinar o que o nosso departamento faz. - Robert fica sem reação ao escutar aquilo sem preder tempo ele a segue

Robert se despede do senhor Lincoln e segue a moça até uma lareira outros Quatro bruxos estavam à espera e se encontravam prontos pra partir assim que Robert é apresentado aos demais bruxos eles seguem até uma janela que estava aberta, o bruxo alto e magricela segura na mão de Robert e partem assim que chegam ao local da ocorrência eles encontram um garoto com cerca de 9 anos estava agachado ao lado de uma garota da mesma idade estirada sua aparência não era das melhores os bruxos se aproximam dos dois um deles tira o garoto do local e se afasta enquanto a senhora Eliris se aproxima da garota com Robert ao lado -Vamos Robert saca a varinha vou te ensinar a reverter um feitiço, pela aparência da moça ela deve ter sido estuporada aponte sua varinha para o centro da testa dela e diga o seguinte feitiço em alto e bom som Ennervate - Robert faz exatamente o que a moça disse - Ennervate - Uma luz sai da varinha e faz com que a garota recobre a consciência aos poucos. - Esse é um feitiço bem simples Robert geralmente usamos feitiços mais complicados para casos mais graves, mas para sua primeira vez foi muito bom, o esquadrão de Reversão de feitiços e catastrofes magicas, esta sempre preparado pra ajudar bruxos e trouxas que foram atacados ou atingidos por qualquer tipo de feitiço menos maldições - Enquanto isso Robert ajudava a garota a se levantar, o bruxo que havia escoltado o garoto até um lugar seguro se direciona até Eliris e se poe a falar. - Eu conversei com o garoto, ele disse que os dois estavam brincando com feitiço de levitação quando um senhor se aproximou e recitou o feitiço para estuporar alguém como eles não sabiam do que se tratava o garoto o usou na garota - A senhora faz uma cara de indignada não acreditava no que estava acontecendo - Mas quem faria uma coisa dessas, esses tipos de feitiços são muito perigosos não pode ser dito a crianças, bom pelo menos não foi nada de grave podemos voltar ao ministério.

Dito isso eles aparatam e voltam para o ministério naquele mesmo dia Robert aparatou mais de 15 vezes para cobrir ocorrências de acidentes, ao fim do dia o garoto já estava exausto, ele nunca havia recitado e aprendido mais de 15 feitiços em um só dia suas mãos e pés doíam, mas a felicidade por estar ali não o deixava pensar na dor, os as horas viraram dias e os dias viram mês estagio do Robert havia chegado ao fim, antes de ir embora ele se despede de todas as pessoas com quem trabalhou até que chega a hora de se despedir d pessoa que tanto o ensinou. - Meus parabéns Robert, você realmente é muito parecido com seu pai, espero que você tenha gostado do mês que você trabalhou aqui e espero quem sabe ver você trabalhando no meu lugar daqui uns anos.- Robert da um grande sorriso e abraça sem qualquer motivo à senhora Eliris - Eu adorei, até então eu não estava querendo trabalhar no ministério, mas acho que eu posso rever essa escolha, bom eu tenho que ir qualquer dia desses eu venho fazer uma visitar - Robert sai da sala enquanto se dirigia a sala do chefe de departamento o mesmo fala ao fundo do corredor - E então meu jovem gostou de trabalhar aqui? - perguntou o chefe de departamento com um sorriso no rosto - Gostei sim, o pessoal é ótimo e tem muita ação se é que eu poço dizer assim - Disse Robert, o chefe da um leve riso e se poe a falar - Ótimo muito bom ainda bem que você gostou, eu tenho que ir para uma reunião importante de um abraço no seu pai por mim e espero que você volte pra nos visitar - Robert sentiu uma grande felicidade ao escutar aquilo do próprio chefe de departamentto alguém tão importante e influente - Eu vou sim - Os dois apertam as mãos e tomam caminhos diferentes, Robert se dirige ao térreo do ministérios e vai em direção as lareira e volta para Hogwarts.

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