Venha ser um bruxo e jogar RPG no mundo de Harry Potter! Vagas ilimitadas!


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Sala do Diretor

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1 Re: Sala do Diretor em Ter Jul 07, 2009 8:56 pm

Satrissa Lautrec

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Era cedo. O frio dos horários de transição da madrugada para a manhã preenchiam o castelo, e aliado das pedras antigas de suas paredes, o frio era realmente cortante.

O sol mal tinha aparecido ainda no horizonte. Alguns raios de sol penetravam pelos corredores vazios. Alguns fantasma perambulavam entre os corredores, deslizando suavemente.

No corredor do terceiro andar, corredor que estava bastante escuro ainda (mesmo com o dia amanhecendo), a Gárgula de pedra moveu-se para o lado. A escada em caracol se revelou, e Satrissa vinha descendo-a rapidamente.

Mal continha-se em seus sapatos de salto alto - um deslize para o lado e certamente cairia - e seu rosto não estava satisfeito. Pelo contrário. Ela estava péssima. Terrivelmente péssima. Era o terceiro dia de aula, e seu rosto estava inchado, seu cabelo estaria completamente doido e embaraçado se ela não tivesse preso fortemente em um coque. Sua cabeça estava doendo - e não sabia se era pela força com o qual o coque foi preso ou mesmo por suas preocupações - e seus olhos terrivelmente vermelhos. Segunda noite sem dormir.

A gárgula moveu-se para o lado quando Satrissa saiu de perto da escada e se encostou na parede de pedra, e começou a fazer algo terrivelmente inacreditável e grotesto. Sua reputação realmente estaria manchada o respeito das pessoas por sua imagem certamente estaria enfraquecido (isto se ela mesma já não estivesse enfraquecida) se qualquer um a visse naquele momento.

Satrissa começou a chorar. Lágrimas de dor, angústia, desespero, terror, desespero, terror, dor, angústia, desespero, dor, angústia, dor. Seu coração disparava. Batia cada vez mais forte e parecia saltar de seu peito.


Se Satrissa estava declinando de seu trono de "reine" ou deixando-se levar por emoções mundanas, era algo difícil de se dizer.

A professora de história da magia, diretora da Liga Ministerial, Ex-Ministerial, passou suas mãos no rosto, retirando suas lágrimas, e seguiu para seus aposentos, onde provavelmente se trancaria até estar novamente recomposta para enfrentar o mundo exterior sem levantar suspeitas de ninguém.


_________________

2 Re: Sala do Diretor em Qui Jul 09, 2009 10:33 pm

Narrador

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Narrador
Narrador
Philibert Renoir chega trazendo pela gola da camisa Revinos Treng e Edward Cullen, alunos do segundo ano da Liga Ministerial, à Sala do Diretor. Eles passam pela gárgula e a escada em caracol, Philibert então bate na porta. Antes que qualquer um abrisse, vindo do corredor, Agatha, com uma vassoura na mão, chega e pergunta:

-Philibert, tudo bem? O que estes dois andaram aprontando?

-Destruição do patrimônio do colégio, além de utilizarem feitiços mais avançados sem permissão do professor, claro que falharam.

Agatha olhou para os dois alunos.

-Ah, claro, entrem por favor. – respondeu ela.

Os quatro entraram na sala. Agatha guardou a vassoura, se assentou e pediu que Philibert explicasse tudo o que ocorrera. O guarda-caças explicou o que viu, e a vice-diretora disse:

-Pode deixar que cuido dos dois agora, Philibert.

O guarda-caças fez um aceno para Agatha e se retirou do cômodo.

OFF: Revinos Treng e Edward Cullen, aguardem o post de Agatha L. Wise.

3 Re: Sala do Diretor em Qui Jul 09, 2009 11:22 pm

Agatha L. Wise

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Agatha deu um leve giro colocando a vassoura em um canto da sala e se sentando na cadeira do diretor. Ela usava um lindo vestido longo e branco de tecido extremamente esvoaçante e lindíssimo. Os cabelos negros e presos em um rabo de cavalo estavam meio bagunçados devido ao vôo e ela não sorria como sempre fazia em suas aulas, estava seria devido a situação. A professoras suspirou quando sua voz soou suave e doce.

-Muito bonito o zelo que tem pela escola em que estudam para destrui-la não é mesmo meninos? Fico ainda mais surpresa com um monitor envolvido nisso.- Agatha os olhava no fundo dos olhos e o brilho dos mesmos davam medo. Ela sempre fora materna e bela, mas nesses momentos eles podiam ver como os olhos maternais de uma mãe também podiam ficar extremamente raivosos- Duelando? Fazendo feitiços a torto e a direito, vocês não pensaram que poderiam machucar alguém, que outros seres vivem próximo ao lago e principalmente que essa escola que estavam depredando um dia vai ser dos seus filhos? Acho que sabem bem os erros que cometeram hoje então...- Agatha estendeu a mão - Senhor Treng a insígnia de monitor por favor. Pela má conduta está afastado e sobre avaliação por tempo indeterminado. Assim que mostrar que aprendeu a lição eu a devolverei e reassumira seu cargo. Monitores tem de servir de exemplo lembre-se disso, confiei em você! Quero que procurem a professora Satrissa, já que ela é diretora de suas ligas comunais. Ela lhes aplicara detenção e eu mandarei carta para seus pais para que arquem com o prejuízo sobre o que destruíram com seu duelo e tenham uma conversinha com vocês. Alguma palavra em suas defesas? Ah ia me esquecendo. Menos 50 pontos para a Liga Ministerial.

Ela os olhava seriíssima de braços cruzados esperando. Nunca ninguém viu aquele lado de Agatha, talvez somente agora eles podiam ter idéia do porque ela ter ocupado a casa de Slytherin em sua juventude. A astucia da vice diretora e a forma severa que ela podia agir quando preciso. Agatha não era santa, como o seu rostinho mostrava.

4 Re: Sala do Diretor em Sab Jul 11, 2009 5:36 pm

Petrick Stamberlee

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
revinos e edward são levados direto para a sala do diretor pelo guarda-caças da escola, ele estava preparado para ver qual seria a punição, alias ele ja tinha uma idéia de qual seria o castigo, a professora Lambert estava na sala com uma vassoura na mão parecia que tinha acabado de chegar de algum lugar, pois seus cabelos estavam meio desarrumado, ela guarda a vassoura e se senta na cadeira, com certeza pela sua cara, a sua voz ia sair grossa e escandalosa mais aconteceu ao contrario, assim que ela abriu sua boca saiu uma voz calma e doce e não um surto de raiva.

citação:
-Muito bonito o zelo que tem pela escola em que estudam para destrui-la não é mesmo meninos? Fico ainda mais surpresa com um monitor envolvido nisso.

ela encarava os dois profundamente.

citação:
Duelando? Fazendo feitiços a torto e a direito, vocês não pensaram que poderiam machucar alguém, que outros seres vivem próximo ao lago e principalmente que essa escola que estavam depredando um dia vai ser dos seus filhos? Acho que sabem bem os erros que cometeram hoje então...

a professora estendeu sua mão em direção de revinos.

citação:
- Senhor Treng a insígnia de monitor por favor. Pela má conduta está afastado e sobre avaliação por tempo indeterminado. Assim que mostrar que aprendeu a lição eu a devolverei e reassumira seu cargo. Monitores tem de servir de exemplo lembre-se disso, confiei em você! Quero que procurem a professora Satrissa, já que ela é diretora de suas ligas comunais. Ela lhes aplicara detenção e eu mandarei carta para seus pais para que arquem com o prejuízo sobre o que destruíram com seu duelo e tenham uma conversinha com vocês. Alguma palavra em suas defesas? Ah ia me esquecendo. Menos 50 pontos para a Liga Ministerial.

ele pegou o seu distintivo com força e colocou educadamente na mão da professora, ele não tinha nada para falar em sua defesa, mais tomou coragem e falou outra coisa.

-me desculpe professora, mais para mim essa escola foi depredada assim que inventaram essa coisa de nos separar em duas ligas, que é uma grande injustiça com os demais alunos.

ele estava tranquilo, ele não sabia qual seria a reação da professora após essas palavras terem saido de sua boca, ele só ficou sentado olhando a professora com o mesmo olhar de desafio que ela olhava para ele, revinos podia até parecer um santinho, mais se ele parecia é por que sabia atoar bem, por que na verdade adorava um desafio e uma longa aventura!



Última edição por Revinos Treng em Sab Jul 11, 2009 8:54 pm, editado 2 vez(es)

5 Re: Sala do Diretor em Sab Jul 11, 2009 8:30 pm

Edward Cullen

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Sonserina
Sonserina
Edward Viu o guarda caças da Escola Empurando-o

-Acalme-se Brutamonte me deixe colocar meu oculos

Depois de colocar seu oculos O Guarda caça Continuou A Apresar Edward

SIM Eu sei oque é Andar Nao sou Burro Sem estudo Como outros presentes aqui

Assim chegando A sala Do diretor Edward Olhou A diretora



-Muito bonito o zelo que tem pela escola em que estudam para destrui-la não é mesmo meninos? Fico ainda mais surpresa com um monitor envolvido nisso.- Agatha os olhava no fundo dos olhos e o brilho dos mesmos davam medo. Ela sempre fora materna e bela, mas nesses momentos eles podiam ver como os olhos maternais de uma mãe também podiam ficar extremamente raivosos- Duelando? Fazendo feitiços a torto e a direito, vocês não pensaram que poderiam machucar alguém, que outros seres vivem próximo ao lago e principalmente que essa escola que estavam depredando um dia vai ser dos seus filhos? Acho que sabem bem os erros que cometeram hoje então...- Agatha estendeu a mão - Senhor Treng a insígnia de monitor por favor. Pela má conduta está afastado e sobre avaliação por tempo indeterminado. Assim que mostrar que aprendeu a lição eu a devolverei e reassumira seu cargo. Monitores tem de servir de exemplo lembre-se disso, confiei em você! Quero que procurem a professora Satrissa, já que ela é diretora de suas ligas comunais. Ela lhes aplicara detenção e eu mandarei carta para seus pais para que arquem com o prejuízo sobre o que destruíram com seu duelo e tenham uma conversinha com vocês. Alguma palavra em suas defesas? Ah ia me esquecendo. Menos 50 pontos para a Liga Ministerial.


Edward Levantou Apenas Uma sombrancelha E quando ia falar Boas para diretora Seu Amigo revinos Começou a falar


--me desculpe professora, mais para mim essa escola foi depredada assim que inventaram essa coisa de nos separar em duas ligas, que é uma grande injustiça com os demas alunos.


Edward Sabia que Ele era Vergonhoso demais Para Enfrentar Autoridade Entaum Edward COmplementou

- E ja que chegamos A este assunto Eu digo Se nao acabarem Com issu Eu irei Acabar sozinho Por conta propria

Ele sorriu E logo Olhou pra porta


Entao Despensados ne?


Edward Olhou seu Amigo Revinos E fez um gesto com a cabeça Avia sido Muito Corajoso Da parte Dele encarar A dirtora daquela forma Nao diria encarar E sim Dizer A verdade Como Edward Sempre fez sem medo Issu se chama viver hakuna matata

6 Re: Sala do Diretor em Dom Jul 12, 2009 11:05 pm

Agatha L. Wise

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Agatha observava a reação dos alunos a sua frente e pegou a insígnia de monitor de Revinos a guardando na gaveta da mesa do diretor. Ela então colocou as mãos sobre o colo e entrelaçando os dedos ouvindo atenta e sem mudar a expressão o que os dois tinham a dizer. Se por acaso as palavras de Edward fossem uma tentativa de faze-la sair do sério, ela tinah sido totalmente frustrada. Educada e elegantíssima como só ela conseguiria ser, Agatha olhou então para Revinos, que havia sido educado em sua colocação e merecia uma resposta a altura e passou os olhos pelos quadros dos antigos diretores parando o olhar no do garoto novamente. Sua voz era doce e pausada sem aumentar o tom sequer um segundo.

-Entendo perfeitamente a sua colocação senhor Treng. Entendo perfeitamente que os alunos estão revoltados, mas infelizmente essa medida de mudança não coube a nos professores e foi uma decisão do Ministério que “julga” estar fazendo o melhor. Foi um acordo assinado entre meu marido e meu cunhado, não podia fazer nada legal contra isso, afinal ele é o diretor. Só podemos seguir as regras meu caro, eu ao menos só posso isso. Você pode ir se quiser e não esqueça de procurar a diretora de sua Liga. Mandarei uma coruja explicando a situação em breve para que ela aplique a detenção. Agora quanto a você senhor Cullen

Agatha sorriu com aquele seu jeitinho se movendo na cadeira e girando um pouco para encarar o menino sem sequer mudar a expressão, so mantinha o sorriso no rosto. Não ele não a abalava, ele podia se espernear ali e ela não se abalaria. Crianças raivosas e rebeldes não deviam ser tratadas se curvando ao nível delas, deveria mostrar que a adulta ali era ela e era ela a vice diretora da escola.

-O que vai fazer? Soltar bombas pela escola gritando que quer que as casas voltem? Sair gritando pelo mundo isso e depredando a escola ou coisas do gênero? Dar tiros contra a água e não ter resultado algum? Porque é isso que vai conseguir se continuar demonstrando a falta de respeito que estou vendo aqui. A fúria não leva a nada Edward e eu poderia enquadrar você em inúmeras regras dessa escola somente com essa forma com que se refere a mim, simplesmente pela falta de respeito de levantar a voz contra um professor da forma que está fazendo, e seus pais não gostariam nem um pouco de saberem disso. A única coisa que você vai conseguir com essa fúria Edward Cullen é ser expulso dessa escola, e eu não estou ameaçando estou expondo a realidade, se esta inconformado, aprenda a lutar pelo que deseja, não seja um estourado que desaba o mundo como um trasgo ensandecido. Vá esfrie essa cabeça e já esta avisado, se acontecer alguma coisa saberá as conseqüências. Mais alguma coisa que não sejam ameaças?

Ela falava arqueando de leve a sobrancelha sem mudar a expressão.

7 Re: Sala do Diretor em Dom Jul 12, 2009 11:56 pm

Petrick Stamberlee

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Revinos ficou impressionado como edward era sem noção, não iria conseguir nada desse jeito, após ele abrir a porta e ficar esperando a professora pela resposta dela, ela desviou o olhar e deu uma pequena olhada nos quadros dos diretores, depois encontrou o olhar de revinos novamente e continuou a falar com sua voz calma.

citação:
-Entendo perfeitamente a sua colocação senhor Treng. Entendo perfeitamente que os alunos estão revoltados, mas infelizmente essa medida de mudança não coube a nos professores e foi uma decisão do Ministério que “julga” estar fazendo o melhor. Foi um acordo assinado entre meu marido e meu cunhado, não podia fazer nada legal contra isso, afinal ele é o diretor. Só podemos seguir as regras meu caro, eu ao menos só posso isso. Você pode ir se quiser e não esqueça de procurar a diretora de sua Liga. Mandarei uma coruja explicando a situação em breve para que ela aplique a detenção.

Ele memorizava cada palavra que saia da boca da professora.

-sim senhora.

A sim que ele se levantou e passou perto de edward ele falou bem baixinho e rápido para que ele ouvisse.

-vê se não piora as coisas, se não ela pode te prejudicar.

Revinos saiu da sala indo direto para os aposentos da professora Lautrec para ver qual seria sua detenção.


OFF: PROXIMO POST : "APOSENTOS DE SATRISSA"

8 Re: Sala do Diretor em Seg Jul 13, 2009 5:52 pm

Edward Cullen

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Sonserina
Sonserina
Edward ouviu Oque Revinos O disse Entao Respondeu

-Nem morto..-

A diretora Começou A falar E sorrir de uma maneira irritante

-O que vai fazer? Soltar bombas pela escola gritando que quer que as casas voltem? Sair gritando pelo mundo isso e depredando a escola ou coisas do gênero? Dar tiros contra a água e não ter resultado algum? Porque é isso que vai conseguir se continuar demonstrando a falta de respeito que estou vendo aqui. A fúria não leva a nada Edward e eu poderia enquadrar você em inúmeras regras dessa escola somente com essa forma com que se refere a mim, simplesmente pela falta de respeito de levantar a voz contra um professor da forma que está fazendo, e seus pais não gostariam nem um pouco de saberem disso. A única coisa que você vai conseguir com essa fúria Edward Cullen é ser expulso dessa escola, e eu não estou ameaçando estou expondo a realidade, se esta inconformado, aprenda a lutar pelo que deseja, não seja um estourado que desaba o mundo como um trasgo ensandecido. Vá esfrie essa cabeça e já esta avisado, se acontecer alguma coisa saberá as conseqüências. Mais alguma coisa que não sejam ameaças?

Edward Sorriu Ele nao ligava nem um pouco Para Oque A Vice diretora achava Ou Oque Seus pais Achavam Ele mal se importava Com issu , Edward Tinha Varias Coisas Para Dizer A diretora Mas Assim Eles ficariam Ali Horas E horas Discutindo uma coisa que nao chegaria A nada Edward Nao É Um Adulto E por mais que fale ou discuta como Um Ele nao tem a forma de um E Por issu perde Muito Se for Encarar uma Autoridade Pelo menos teria que ser um aluno formado Por Issu pensou bem noque Seu Amigo Revinos Disse Para Ele Antes de Sair Pensou E repensou Em um minuto E respondeu

-Eu nao sou Uma criança E Eu sei que tudo que eu fizer Aqui sera usado Contra mim.. Entao Nao tenho nada a Fazer..o Jeito é deixar Voces Agirem E Abaixar A cabeça ..Nao Mais nada..Posso ir embora?-

Ao COntrario De muitos Edward Sabia mentir muito bem

9 Re: Sala do Diretor em Qua Jul 15, 2009 1:10 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Off:[Vindo dos aposentos da profª Aretha]

On: Ele chega tranquilo, sobe as escadas e diante do gárgula, diz a senha, que parece ainda não ter mudado, e espera o gargula se manifestar se o diretor está ou não.

10 Re: Sala do Diretor em Qui Jul 16, 2009 10:56 pm

Frederic Wise

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Narração
- Fala.
- Fala de outros personagens.
”Pensamento”



Frederic gritava com alguém que tinha o rosto formado na brasa de sua lareira.

- Nem pensar, pai! Já chega! Não vai ter ninguém instalado no castelo rodando pela floresta pra encontrar isso!

Então, Ctaaciug bate à porta. O diretor se demora um pouco e o garoto não pôde ouvir o que o Diretor estava fazendo, mas ele abre a porta depois de um bom e longo minuto.

- Em que posso ajudar? - diz, olhando para o garoto e saindo da frente da porta, oferecendo-lhe um assento, assentando-se em sua cadeira de espaldar alto.


_________________

11 Re: Sala do Diretor em Sex Jul 17, 2009 7:16 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Ele agradece e se senta, e começa a dizer:

-Primeiro eu gostaria de dizer parabéns. Não são todos os que tem a fibra para segurar uma mudança desta, você honrou o nome da nobre e jovem casa dos Wise, e como meu diretor tenho de honrar a autoridade do cargo que representa.

-Por isto aproveitei e vim falar o óbvio, esta bela obra esta construída sobre areia, pois basta que alguém encontre o chápeu seletor, que toda a obra retorna e esta grande empreitada se torna apenas uma lembrança, esquecida em uma geração.

-E lembremos, pois ambos estamos cientes disto, que a situação deixou pelo menos, no melhor dos cenários, cinquenta por cento da escola descontente, e provavelmente elas não ficarão paradas.

-Nunca duvidando da sua capacidade de antecipação, mas o senhor tem uma avaliação precisa de quantos e quem são seus aliados, e quantos e quem são seus shatanis, seus adversários? Eu sei que tu queres só o melhor para a escola, mas o melhor não é do jeito que está? Isto pode ser a obra de uma vida, nobre diretor, não vale a pena tentar controlar qualquer situação imprevista?

-Este vai ser o principal ano de conflito, com o passar do tempo e das gerações, todos vão aceitar que "foi melhor assim", mas se ruir no inicio, nunca mais vai conseguir ser reimplantado.

-Mas até agora, como disse estou sendo óbvio. Porém o fiasco que foi a Sociedade Negra no ano passado, deve servir para alguma coisa, nem que seja de exemplo. Afinal se seus opositores estão ativos, aliás bela foto no pasquim, que o senhor não se irrite, mas um homem com tanto recursos disponíveis, porque se limita a se reduzir ao nível de seus opositores, jogando pelas regras e limitadas ações deles?

-Se quiseres realmente já poderia ter vencido, qualquer oposição ao mesmo tempo que surge.


E olhando para os livros na prateleira, ele diz:

-Já leu a história de Julius Cesar diretor? Esta escola é seu senado, por favor não termine como ele.

12 Re: Sala do Diretor em Dom Jul 19, 2009 10:17 pm

Frederic Wise

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Narração
- Fala.
- Fala de outros personagens.
”Pensamento”



Wise olhava o garoto, parecia imóvel, mas uma onda de pensamentos chacoalhavam em sua cabeça enquanto o garoto vomitava aquelas palavras doentias para ele. Tolo. Mal sabia o que estava por trás de tudo aquilo.

Depois que o garoto terminou de falar, Wise apenas pousou suas mãos sobre os braços da cadeira e olhou o garoto com os olhos cerrados. Claramente estava irritado, não era um bom momento...


- Garoto, quem você pensa que é para vir até aqui na minha sala e dizer essas asneiras? – a voz do diretor era pausada e calma, uma combinação venenosa com seu rosto contraído de raiva – Creio que a administração desta escola cabe à mim e, se tiver alguma reclamação quanto a isso, envie uma coruja com uma reclamação para o responsável, que sou eu mesmo. Tenha um bom dia. Por favor, retire-se antes que eu te aplique uma boa detenção pela insolência.

A sobrancelha do diretor tremia freneticamente. Ele falava calmo, mas parecia que ele iria gritar a qualquer momento.


_________________

13 Re: Sala do Diretor em Seg Jul 20, 2009 6:45 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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-A vontade, com licença diretor, não tenho reclamações e porque teria?

-Vai ser apenas interessante de se observar. E respondendo a sua pergunta sobre quem seria eu, eu sou alguém que está de fora do problema e poderia lhe dar uma visão diferenciada dos fatos.

-Mas de qualquer jeito boas lembranças. Sabe grego diretor? Então uma ultima frase para você.

-Γνωθι σεαυτον.

-Muitos cairam por não prestar atenção nela, desculpe interromper, mas se precisar de um aliado, sabe onde me encontrar, se não, boa sorte, que é o que se deseja aos despreparados.


E se virando sai da efulgente sala do diretor, pois o rei está só.

Off: A frase é Temet Nosce, "conheça a ti mesmo". Wink

[Para os aposentos da professora Aretha]

14 Re: Sala do Diretor em Ter Jul 21, 2009 3:19 pm

Lidily Salúm Luise Orion

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Narração
- Falas
- "pensamentos"


Lidily caminhou furiosa para a sala de Wise. Uma enorme dor e raiva gritavam em seu peito só de pensa em Wise. Ela não saberia o que fazer, quando chegasse a hora, mas sabia que faria. Faria o que fosse necessário, mas enfrentaria Wise com todas as suas forças. Não enfrentaria só ele, como à todos que entrassem em seu caminho. E um dos seus alvos principais seria o Ministerio. Depois de se decedir, Lidily saberia uem seriam os próximos.


Se perguntada de onde vinha tanta raiva e ódio, a resposta era simples: "Frederic Wise!"


Lidily diz a senha para a gárgula e rapidamente sobe. Ele ainda era o mesmo. Por mais que mudou e fez com que todos percebessem isso, Lidily sabia que Wise era o mesmo garoto, na forma de homem, que conhecera e se apaixonara. Ela para diante da porta e espera Wise se pronunciar. Seriam suas ultimas palavras, pois dali em diante ele veria a guerra se formando e sangue jorrando.


_________________
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_feiti%C3%A7os_em_Har

15 Re: Sala do Diretor em Ter Jul 21, 2009 9:27 pm

Frederic Wise

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NPC
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Narração
- Fala.
- Fala de outros personagens.
”Pensamento”



Wise entendia um pouco de latim, mas não era acostumado ao grego. Não entendeu o que Ctaaciug falou, mas ficou morto de curiosidade para saber o que era... Entretanto, não estava pronto para expressar sua curiosidade: um outro sentimento se sobressaía à curiosidade que sentia. Assim que Ctaaciug fecha a porta, Frederic tem um acesso de ódio intenso. Com a varinha em mãos, ele gritou, apontou a varinha para cada canto de sua sala e para o teto.

Shhhpa!!! Tronk! Swishhh!!

Livros caíram das prateleiras à medida que ele apontava a varinha para eles, um feixe roxo bem escuro, quase negro, saía da varinha à medida que Wise sacudia ela, apenas derrubava e quebrava as coisas com sua magia de ira. Suas vestes dançavam no fulgor da raiva que ele descarregava sobre as coisas de sua sala, destruindo-as, retirando-as de seus lugares, jogando-as do outro lado da sala.

Wise estava furioso. Algo o incomodava. Na realidade, tudo o incomodava. Isso tudo porque Agatha estava brigada com ele desde o final do ano letivo passado por ele ter “abaixado as orelhas” para o pai e o irmão, e as discussões com ela não o deixavam pensar. Ainda por cima, os alunos da antiga “sociedade negra” estavam o pressionando para que ele fizesse algo sobre os acontecimentos do ano passado... Queriam que seu trabalho não fosse em vão. Na realidade, obviamente, Wise só queria já separar os alunos, para ir acostumando eles, preparando-os para a futura liga ministerial e... No meio de sua revolta... A pessoa que ele tinha usado para alcançar seu objetivo chegou a sua sala.

Lidily, loira e bela, parecia irritada.

A garota podia ver o estado da sala: completamente destruída. Wise recua a varinha, que estava apontada para as pinturas dos antigos diretores: estava prestes a lançar sua ira sobre elas, o que seria uma perda inenarrável para a escola, comparada, apenas, à perda do chapéu seletor.

O resto da sala estava completamente destruído. As velas que iluminavam o recinto à noite estavam cortadas ao meio, como se uma foice havia passado ali. Havia todo tipo de coisas penduradas no teto, páginas de livros cobriam o chão, as cortinas estavam dependuradas pela metade, meio rasgadas, o lustre estava no chão, era de cristal e estava completamente espatifado ali,

Wise estava combinando com a sala: suando, os olhos irados, o rosto cheio de poeira, o cabelo completamente a trapalhado e cheio de cortes em seus braços e no rosto – a maioria dos cortes fora provocado por papel.

Ele olha para Lidily e sente-se culpado pelo que fez com a menina. Usara a garota. Ela gastara suas energias para procurar uma armada que talvez nem existisse, e que com certeza não significava um perigo ao diretor. Tinha dado sua confiança à ele, sua lealdade, e ele apenas se aproveitara daquilo. Wise não era de ter sentimentos nobres, tampouco era de sentir remorso, mas algumas coisas mudaram em sua vida, e ele não conseguia suportar aquilo que ele sentia pela primeira vez na vida: vergonha. Ele nunca tinha sentido vergonha, pois achava certo o que fazia... E agora, com o nascimento de Bella e seu casamento, ele começava a ver ações que fizera de modo errado... E a quantidade de coisas erradas que fizera em sua vida era imensa, portanto evidenciar tudo de uma vez foi um tremendo choque.

Provavelmente Lidily esperava um pedido de desculpas, um pedido que ele não poderia nunca fazer devido à quantidade de orgulho que possuía. Wise era extremamente orgulhoso e poucas pessoas já o ouviram pedir desculpas.

Ele apenas olha a garota com aqueles olhos felinos. Seu rosto era de poucos amigos, mas ele tentou amaciá-lo um pouco, e apenas ficou sério, esperando o que a garota iria dizer.


_________________

16 Re: Sala do Diretor em Sab Jul 25, 2009 2:44 pm

Lidily Salúm Luise Orion

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Professora de Hogwarts
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Narração
- “Pensamentos”
- Falas de Lidily
Falas de Alex
----------
- Falas de Graymor, avô de Lidily
- Falas de Alfred, pai de Lidily


O olhar de Lidily para Wise não era o mesmo. O que um dia foi olhar de paixão, hoje se transformara em olhar de ódio. Seus dedos apertavam-se uns nos outros. Seria de se surpreender se Lidily não batesse em Wise, mas o desejo de dor pulsava em sua mente. Crucio poderia ser um bom feitiço para usar, mas poderia vir com grandes conseqüências. Só pode usar um feitiço desse porte tendo raiva, e raiva era o que mais Lidily tinha. Não só a raiva em si, mas vários outros sentimentos comparados com ódio, vingança e frustração. Fitou Wise com um olhar frio e cruel. Começou a caminhar até a mesa dele, falando alto e com um tom de raiva.


- Wise, sua barata nojenta, maldita e asquerosa! - Lidily chega de frente para Wise e bate em sua mesa. - Como você pode me usar? Como?! - Gritava a garota enquanto batia com força na mesa de Wise. - Eu... Eu... Odeio-te Frederic! Odeio!!! - Grita Lidily.


Começou a encarar Wise e por um momento Lidi se lembrou de seu irmão. Cenas do fim de ano, junto com Alex, passaram nos pensamentos de Lidily, e ela se lembrou do que ele dissera para ela.


~-~-~-~-~- Flashback ~-~-~-~-~-

Lidily estava sentada no sofá da sala da casa de seu avô, quando Alex veio perturbar-la. Alex começou a fazer um monte de perguntas e os dois ficaram zoando um com o outro.


- Lidi... E aquele menino da Sonserina? Aquele chato e irritante... Aff... Como o odeio... - Disse Alex fingindo ter arrepios, ao lembrar-se de Edward.


- Quem? O Edward? - Disse Lidi rindo. - Acho que... Os terminamos. Depois do natal, ele nem se quer falou comigo. Então... Acho que acabou. - Disse ela séria.


- Até que fim. Aquele idiota mestiço, sangue-ruim. - Alex fez uma cara de nojo.


- Mestiço? Sangue-ruim? Ele não era mestiço Alex, nem sangue-ruim. E... É feio chamar as pessoas assim sabia? Não pode. - Disse, enquanto olhava fixamente para Alex.


- Ah... Para de ter dor dos outros. Se for ou não isso eu não sei. Mas ele envergonha a classe dos bruxos puro-sangue. - Alex ainda fazia a mesma cara de nojo.


Lidily joga uma almofada em Alex e ri. Os dois ficaram zoando um com o outro, até que o pai de Lidi surge, brevemente, na sala conversando com o avô da garota.


- Pai eu sei, mas... Não podemos deixar assim. Imagina se a sociedade bruxa descobrir? Será um caos total! - Dizia Alfred, pai de Lidily.


- Aquele lugar que está um caos. Precisamos melhorar tudo. Cada um no seu devido lugar. Honre a família Alfred. Honre Slytherin! - Disse Graymor enquanto apontava para o quadro que tinha a imagem do fundador de Slyterin, Salazar.


Alfred olha com indiferença para seu pai. Ele abaixa a cabeça e diz para Graymor: - O problema é que eu não sou de Slytherin. Todos devem ser tratados como igual. Acho que nunca entenderei esse seu jeito de superioridade. Todos são iguais... - Alfred olha para seu pai. - Não há diferença...


- Há diferença sim. Nós, puros-sangues, somos melhores e temos que mostrar isso a todos. Temos que mostrar para todos onde eles devem ficar. Se não podemos eliminá-los de vez, podemos só melhorar o ensino. Eu ajudarei o ministro no que ele precisar e a cada decisão dele, saiba que eu nós estamos honrando Salazar. - Diz Gray interrompendo Alfred.


- Do que adianta ter prestigio e uma marca, se de nada vale? Minha FAMÍLIA nunca será assim. Ela nunca será como você quer.


- Você diz isso por você e pela sua mulher de sangue-ruim. Não diga isso por eles. - Graymor olha para Lidily e Alex que estavam sentados no sofá.


- Eu tenho nojo de você! - Alfred olha fixamente para seu pai e sai do local.


Lidily não entende nada. Só vê seu avô sorrindo para ela e para Alex, e logo em seguida sai também. Lidi olha para Alex, que estava sorrindo.


- O que... O que foi isso? - Pergunta Lidi.


- Parece que o ministério vai intervir em Hogwarts, e papai está totalmente contra. Por mais que seu cargo seja alto, no ministério, ele não tem poder nenhum. Você sabe como o Ministro Bernard, e o vovô são amigos não sabe? Por mais que o papai seja contra, não há nada que ele possa fazer para mudar isso. Tirando o fato de que a nossa família é bem considerada no ministério. Não só lá, como no mundo bruxo também. Nossa família é uma das mais antigas que existem, e ainda somos descendentes de Salazar Slytherin. Por tanto, somos descendentes próximos de Lord Voldemort. Vovô certa vez, disse que foi um absurdo Harry Potter ter derrotado o Lord das trevas, se bem que ele também diz que ele ainda voltará. Bom.. Se voltar ou não, isso eu não sei, mas de fato, Hogwarts não será mais a mesma. Eu concordo plenamente com o vovô e com o ministro. Está na hora de botar aquela pocilga para funcionar direito. Ele Fez certo em colocar seu irmão, Wise, no comando da escola. Assim ficaria mais fácil a mudança... Ele é um gênio. - Alex olhou para uma parede onde só tinha quadros de pessoas importantes. Em um dos quadros, havia a imagem de Graymor e do ministro Bernard.


Lidily fica pasma com que escutara do irmão. Não sabia o que falar, nem em o que pensar. Após alguns segundos ela olha para o irmão. - Mas Alex.. Isso é loucura. Imagina se a sociedade bruxa descobrir? Iria causar uma confusão enorme.. Nem todos estariam de acordo... Isso.. Isso é loucura. - Disse Lidi.


- Mas uma que concorda com o besta do Alfred. - Alex se levanta e começa a caminhar. - Lidily, eu sei que você é boa e tudo, mas... Você não percebe? Nós não podemos nós misturar com essas raças. Nós somos puros-sangues. Eles devem estar abaixo de nós. O ministro não fará nada mais que sua obrigação. Hogwarts deveria ser uma escola onde só os puros-sangues deveriam estudar. Não essa mistura... Se nós somos melhores, porque nos misturar com piores? Não seja tola que nem o Alfred. - Alex olhou para Lidi, sorrindo sarcasticamente.


- Ele é seu pai. Não o chame de Alfred! Ele é seu pai! - Grita Lidily.


- Não importa! - Retruca Alex com o mesmo tom de voz. - Ele é um idiota por desonrar nossa família. Do que adianta ser boazinha se todos fazem de tudo para ver o seu mal? Do que adianta em Lidily? Do que adianta ter amigos, se todos te traem? Você só pode contar com uma pessoa só... Com você mesma. Para de ser boa com as pessoas. Elas não são boas com você! Sabia que você sabe falar a língua das cobras Lidi? Uma vez a cobra de estimação da Misth saiu do aquário dela e ia te picar. Você só tinha 5 anos, mas conseguiu fazer com que ela não fizesse nada com você. Sabe por quê? Por que você falou com ela. Eu vi. Todo mundo viu. Seu pai já te contou isso? Não! Porque não contou, em Lidily? Não contou porque tinha medo! Não vem com essa de que era pra te proteger. Não era pra “TE PROTEGER” e sim proteger a ele! - Disse Alex em um tom de voz alto.


- Isso não é verdade! Ele contaria. Ele contaria! - Gritou Lidily.


Alex foi em direção a Lidi que estava em pé no sofá, e olhou nos olhos dela. - Porque eu mentiria pra você? Sou eu que cuidei de você. Eu sou seu irmão. Quando você tinha 7 anos, lembro-me que um dia nós fomos ao zoológico. Lembra o que você disse naquele dia? Lembra Lidily? - Disse Alex, encarando a garota.


- Eu... Eu.. - Lidily se lembrava claramente do dia. Lembrava, não só de tudo que aconteceu, mas como do que disse. - Eu... Ouvi um animal falar. Eu o escutei. Era uma co... Uma cobra. - Disse Lidily com os olhos trêmulos.


- Então me responda.. Porque eu mentiria? Você mesmo sabe disso. - Alex sorriu. Era um sorriso tenebroso. Tão tenebroso, que parecia o mais frio e cruel menino que Lidi conhecia.


Lidily sentou-se no sofá. Sua mente estava girando e ela não sabia se focar em algo. Sem duvida, Alex não mentira para ela, mas será que tudo era verdade? Lidily queria achar a resposta para isso. Alex então se abaixou e ficou de joelhos no chão, de forma com que olhasse nos olhos da garota. Seu olhar era tão denso que Lidily sentia como se ele fosse engolir sua mente.


- Não seja tola. Você é mais poderosa do que pensa. Ainda terá bastante coisa para aprender, portanto volte a Hogwarts mais forte. Não esqueça quem você é. Se eles são cruéis com você, porque você não pode ser com eles? Esteja sempre com os mais fortes. Finja ser amiga deles e no fim... “Bum!”.. Traque todos. Os aprisionem nas armadilhas que criaram. Não seja tão tola, seja esperta. Aprenda, mas não deixem aprenderem com você. Se eu te conheço bem, você ficará contra o ministério, e também contra o Frederic. Você irá se vingar dele, por ter usado você. Sei que você irá se vingar dele. Você não aceitará as divisões. Irá querer que a escola volte ao normal, portanto, irá enfrentar a todos. Mas não se esqueça... “Nosso” pai trabalha no ministério. Se você fizer, ou organizar, uma rebelião em Hogwarts isso será conspiração. Portanto, o ministério não terá dó de mandá-lo para Azcaban. Então Lidily, use a cabeça. Torne-se forte. Use todos. Finja ser amiga e os traia. Você confia... Mas no fim eles te traem. Não tenha a mente fraca e se vingue de quem te traiu, fez mal, zombou e até de quem não fez nada. Mostre que o sangue de Slytherin corre em suas veias. Mostre que você pode ser mais forte de que qualquer professor medíocre daquele castelo. Seja ao nível dos seguidores do Lord das Trevas. Não seja o mal... Se torne o mal. - Alex se levantou, deu uma leve batida em sua calça, e saiu em direção à porta. Antes de sair da sala ele voltou seu olhar para Lidily. - Se eu fosse você falaria com Wise. Pode ser petulante com ele, afinal, ele não passa de uma criança idiota que tenta comandar algo, mas que no final ainda fica às sombras do irmão mais velho. Depois sugiro que investigue Satrissa Lautrec. Ela é linda, maravilhosa, mas é estranha e te algo a esconder. - “Parece que a felicidade não surge a anos em sua vida.” - Comentou Alex em um tom baixo. [/color]- Tente descobrir mais sobre ela. Talvez ela possa ajudar, ou não. Você é idiota de mais para receber um conselho que vale apena. E se você ainda duvida preste atenção no banquete de boas vindas. Será bem interessante. [/color]- Alex solta um sorriso, abre a grade porta de mármore e sai.


Lidily não sabia em que pensar, só sabia que Alex estava certo, tanto nas palavras que dissera, como no que ela faria. Ficou até no mesmo local, até que a elfo domestica Maya, á chamou para o jantar.

~-~-~- Fim do Flashback ~-~-~-


Sua cabeça então voltou a si. Parecia que a garota havia entrado em uma penseira, mas agora sua mente estava clara. Não sabia o que Wise diria, ou faria, só tinha a certeza de que tudo dependia de suas palavras e ações. Com certeza, ele havia mudado. Lidily sentia isso no ar, enquanto o olhara profundamente no fundo dos olhos.


- Eu confiei em você. Achei que era diferente de todos, mas não é. Todos eles tinham razão. Diziam que você não se importava comigo, que só queria me usar, mas eu não acreditei neles. Eu acreditei em você! Eu confiei em você! Então porque você não confiou em mim? Por quê?- Pronunciava Lidily em um tom alto, enquanto ainda olhava fixamente para Wise. Lágrimas começaram a rolar de seus olhos. - Eu estava do seu lado, e você simplesmente ignorou isso Frederic! - Era a primeira vez que Lidi o chamara de Frederic. Ela sempre o chamava de Wise, não só por respeito, mas sim porque era algo, mas fácil de pronunciar e de certa forma o jeito dela de mostrar carinho e respeito. Carinho era a palavra certa para descrever Wise, quando Lidily falava seu nome. Agora ele poderia ter a certeza de que ela não era mais a mesma.


Lidily não estava com medo de mostrar a Wise que ela estava arrasada com ele. Medo era algo que ela não iria sentir naquele momento.


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17 Re: Sala do Diretor em Sab Jul 25, 2009 7:30 pm

Frederic Wise

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- Fala de outros personagens.
”Pensamento”



A sala bagunçada parecia refletir a mente de ambos: uma bagunça.

O diretor definitivamente não estava tendo o melhor de seus dias. Ele ainda arfava devido à movimentação que fizera em sua sala, que agora estava destruída, e os destroços estavam começando a suspender no ar enquanto Lidily vomitava todas aquelas palavras para ele. Enquanto falava, os destroços eram suspensos pela ira de Lidily, sem que a garota percebesse que fazia isso com sua magia.

Wise não tinha um rosto tão calmo quanto ele gostaria de ter, e não se sentiu tão frio quanto gostaria de ser. Ele apenas puxou a garota pelo braço e, num tom baixo, disse, pausada e friamente, os olhos semicerrados fitando a garota, tão loira, linda e obstinada:


- Eu te usei apenas para criar Liga Ministerial. Foi tudo proposital. Agora você não tem mais serventia à mim - era como uma picada de uma cobra. Ali estavam cobra e leão degladiando... E mal sabia que o leão tinha intenções de tornar-se tão incisivo e traiçoeiro como a cobra.


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18 Re: Sala do Diretor em Seg Jul 27, 2009 3:13 pm

Lidily Salúm Luise Orion

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- “Pensamentos”


Ao ouvir aquelas palavras a fúria de Lidily aumentou. Seus olhos agora fitavam o diretor com só um desejo: Vingança. Lidily agora não tinha mais controle sobre seus atos. A ira, fúria e ódio tomaram conta da garota e ela estava entregue a eles.

- Parabéns Frederic. Eu só era um objeto pra você... Uma simples marionete, na qual você cansou de usar e que agora não vale mais pra nada... - Disse Lidily com um tom de deboche ainda sendo segurada por Wise. - Você acha que tem o poder de fazer isso? Se acha está muito enganado. Sou mais poderosa que você, e no final de tudo você irá descobrir que o único que está sendo realmente usado aqui é você! Afinal, quem só serve como marionete aqui dentro é você Frederic Wise... Só você... O irmãozinho do ministro Bernard Wise... Hahahaha... - Por um momento ela parecia debochar de Wise, estava sendo tomada por todos aqueles sentimentos que ela nunca teve antes. - Eu sou diferente de qualquer um aqui nessa escola Frederic. Antes mesmo que você pense em fazer algo contra mim, eu já terei feito várias coisas contra você. Se você acha que pode me destruir com simples palavras... Eu posso te destruir com atos... - Os pensamentos de Lidily agora haviam fugido e dado lugar a coisas malucas, uma pior do que a outra. Sua mão coçava para pegar sua varinha, mas só lembrou-se de feri-lo com palavras.. Ela tinha a certeza de que naquele duelo de ódio só mente um sairia ferido e magoado... E Lidily tinha todas as armas contra Wise.


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19 Re: Sala do Diretor em Ter Jul 28, 2009 6:28 pm

Frederic Wise

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”Pensamento”



Frederic não estava com paciência alguma, e isso estava estampado no rosto dele, principalmente quando ele solta um barulho característico de sua boca, como um estalo irritado.

- Olha aqui, garota... - disse Wise, o olhar furioso no de Lidily, ele estava bem em frente a ela. - Eu não estou nem aí para o que você pensa de mim. Nem tudo o que fazemos neste mundo, fazemos porque queremos. Você ainda não tem idade suficiente pra entender isso, tem? Você tem idade suficiente para entender o que é ser pressionado pela família? Para entender que as vezes é necessário arriscar tudo para salvar seu próprio rabo? Você tem idade suficiente para entender... Para entender... - Wise hesitou, cambaleou de leve para a frente, depois para trás, e diz em uma voz funesta - [b]Para entender o que é um voto perpétuo?

Um barulho de trovão invadiu a sala e chuva começou a cair do nada, devido à tensão que a sala estava. As gotas d’água caíam no rosto de ambos, e Wise continuava olhando sem expressão para Lidily.


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20 Re: Sala do Diretor em Qua Jul 29, 2009 5:25 pm

Lidily Salúm Luise Orion

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- “Pensamentos”


Não tinha como Lidily ter alguma emoção, pois a única coisa que queria era vingança. Fitava seriamente Wise enquanto ele se pronunciava.


Eu não estou nem aí para o que você pensa de mim. Nem tudo o que fazemos neste mundo, fazemos porque queremos. Você ainda não tem idade suficiente pra entender isso, tem?



- Então quer dizer que você não queria fazer isso comigo? Se você tivesse escolha, se sua escolha fosse relevante, você faria isso mesmo assim? Você só me usaria Frederic?! - Diz a garota em um tom alto e com muita raiva.


Eu não estou nem aí para o que você pensa de mim. Nem tudo o que fazemos neste mundo, fazemos porque queremos. Você ainda não tem idade suficiente pra entender isso, tem? Você tem idade suficiente para entender o que é ser pressionado pela família? Para entender que às vezes é necessário arriscar tudo para salvar seu próprio rabo? Você tem idade suficiente para entender... Para entender... Para entender o que é um voto perpétuo?


Um forte estrondo de trovão tomou a sala, que pela bagunça parecia mais um quarto de horrores. Uma leve e rápida chuva tomou o castelo pelo lado de fora, e pela janela Lidily viu seu reflexo. Ela fitou Wise por um momento, ainda sem pronunciar nada, e olhou para si.


- “O que... O que eu fiz? Eu... Frederic... Wise... eu...” - Lidily sentia pena não só de si, mas de Wise. Lidily nunca havia visto Wise por esse lado. Agora ela pode perceber que nem tudo é uma festa.


Pensamentos de Lidily começam a sair por sua boca e ela começa a falar baixo. [i]- “Eu... Ficava tão preocupada com as pessoas... Ficava tão preocupada em te agradar que.. Eu nem vi você. Eu nem dei atenção a pessoa na qual eu am... Eu... Não fiz isso. Mas... A culpa não é só minha... Se você não tivesse me prensado tanto... Se não tivesse me usado...” - Lidily olha para Wise. Ela tinha certeza de que ele havia escutado e um enorme silêncio envolve a sala.


- Eu sei o que é um voto perpétuo... Mas... A que ponto você chegou por essa escola Wise? A que valeu tudo? Só fez isso pra assumir responsabilidade e criar sua filha? Só fez isso pra dar orgulho ao seu irmão? Porque arriscou sua vida seu imbecil? Por quê!? Você não gosta tanto assim dessa escola a ponto de fazer isso... Quem você quer proteger Frederic? Seu irmão? Ele não dá a mínima pra você! Eu... Eu dei até o que não poderia por você e no final... - Lidily abaixou a cabeça. Ela tentava o Maximo possível não deixar lágrimas caírem, mas foi em vão. Assim que levantou o rosto ela o limpou e voltou a olhar para ele, com um olhar de fúria. - Do que valeu? Eu me pergunto o mesmo. Do que valeu confiar em você... Do que valeu gostar de você se nem amenos você se importou... Você se importa Wise? Importa-se comigo, ou não sou nada pra você? - Lidily não poderia esconder. Por mais que tentasse, ela estava magoada com ele. Novas lágrimas começaram a descer de sua face e ela abaixou a cabeça novamente. - Se... Se você pudesse voltar... Você faria tudo de novo? Você usaria a pessoa na qual sempre te deu valor? Na qual ficou contra todos só por você!!? Você faria Fred! Faria!? - Gritava Lidily enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto.


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21 Re: Sala do Diretor em Ter Ago 04, 2009 9:59 am

Robert de Boron

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(VINDO DO JARDIM DE HOGWARTS)

Adrian se dirije a sala do diretor seu rosto não manifestava qualquer emoção que um Ser-Humano possa ter, sua face era dura e sem um pingo de felicidade o rancor e o ódio o dominaram em meio aos anos que se passaram, indo em direçãoa sala do diretor Adrian encontrou com Pirraça um dos fantasmas do castelo.

-Ei você pirraça, sabe se o diretor esta na sala dele.

O fantasma fez um leve movimento de cabeça dizendo que sim então o rapaz continua sua caminhada até a sala assim que chega próximo a gargula ele diz a senha e passa pela mesma assim que chega a porta ele parecia com um certo receio em bater mas não deixou se abalar por aquilo. Adrian deu três batidas fortes e curtas na porta e ficou aguardando o diretor atende-lo.



Última edição por Robert de Boron em Ter Ago 04, 2009 5:15 pm, editado 1 vez(es)

22 Re: Sala do Diretor em Ter Ago 04, 2009 3:04 pm

Lidily Salúm Luise Orion

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OFF: Desculpe opstar em Off, depOis apague por favOr Sely.

Mas.... Se o Adrian não estuda nem trabalha na escola, como ele pode saber a senha da gargula? Isso não seria impossível para um homem que não trabalha na mesma?
Cool


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23 Re: Sala do Diretor em Ter Ago 04, 2009 3:24 pm

Ctaaciug Xyeetnuut

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Off: Apenas comentario em off, por favor deletem também. Lidily, uma resposta simples seria Legimancia, ele poderia ter "pescado" a senha de algum aluno que visitava Hogsmade, principalmente dos anos posteriores aos dos nossos pcs, afinal oclumência não é muito comum. Mas isto é apenas uma possibilidade... Cool

24 Re: Sala do Diretor em Ter Ago 04, 2009 3:40 pm

Robert de Boron

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OFF: Adrian já veio preparado para qualquer eventualidade, vou explicar de um jeito simples na aula de poções o amigo de Robert, Julyus voltou a Hogwarts como aluno e principalmente como ESPIÃO do Adrian então toda e qualquer informação sobre a escola em geral é repassada para Adrian pelo seu espião Julyus

Apagar depois, por favor, Sely.

25 Re: Sala do Diretor em Seg Ago 10, 2009 9:55 am

Frederic Wise

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”Pensamento”



Frederic pensou bastante sobre as palavras de Lidily. Provavelmente ele nunca teria dado atenção para ela se a garota não tivesse o procurado naquele dia para lhe contar sobre uma armada montada contra ele. Como ele foi tão idiota: nem percebeu que, com aquela ação, ela queria protegê-lo de algum perigo, que para ela era grande, mas para Wise apenas significava uma oportunidade de salvar uma pessoa importante para ele.

O diretor ainda estava furioso, furiosíssimo, mas as lágrimas de Lidily combinadas com aquelas palavras quebraram o coração de Wise. Os ombros dele se abaixaram, seu corpo empertigado murchou e ele olhou para Lidily, que chorava furiosamente. A expressão de Wise era vazia, entretanto o olhar do rapaz era quente. Ele dá dois passos na direção da garota e a chuva se esvaiu, pelo menos por parte dele, por isso diminuíra, mas a chuva raivosa de Lidily continuava molhando toda a sala.


- Lidily... - sussurra o diretor, ele e Lidily eram praticamente do mesmo tamanho, ele um pouco maior, o que faz sua cabeça ficar levemente virada para baixo, fitando o rosto da garota. - Você tem uma mãe, não tem?

Wise faz uma pausa, pensando que nada mais era necessário a se dizer, a garota tiraria suas próprias conclusões. Foi quando bateram na porta e, Wise, educadamente, olhou para Lidily, meio que pedindo a autorização da garota para que a abrisse.

Enquanto isso, na base alta da escada dourada que rolava para cima devagarinho, Robert podia ver uma quantidade boa de água saindo debaixo da porta de carvalho.


OFF

Pra tirar dúvidas:
Enquanto o diretor estiver em sua sala, os alunos tem autorização de entrar sem senha durante o dia, para falar com o diretor. À noite e quando ele não está, só é possível entrar com a senha.

Depois apago os posts das dúvidas e este off, e adicionarei esta nota no post inicial da sala do diretor. Obrigada por ajudarem Wink


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26 Re: Sala do Diretor em Ter Ago 11, 2009 5:41 pm

Robert de Boron

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Mas que coisa é essa? esse castelo esta com infiltração por acaso? - pensou Adrian que olhava para o chão e se afastava da água

Ele bate mais três vezes na grande porta e espera

-Me disseram que muita coisa havia mudado mas terem colocado esse diretor não foi uma boa mudança - pensou ele com uma cara um pouco mais fechada.

---------------------------------
NARRAÇÃO
PENSAMENTOS
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OFF: A pessoa que se encontra do lado de fora da sala do diretor é Adrian Mursten irmão mais velho de Robert

27 Re: Sala do Diretor em Qua Ago 12, 2009 8:46 pm

Lidily Salúm Luise Orion

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- “Pensamentos”


Por mais que todo ódio e raiva estivessem transparentes naquele momento, Lidily pode ver algo além em Wise. Por mais que ele fosse um simples homem, ou um simples diretor, Lidily descobriu algo além. Algo no qual nem ela sabia o que era, mas sabia que já era o começo pras descobertas.


Naquele momento de reflexão, tanto em suas palavras, como em seus pensamentos, Wise se aproximou. Estavam frente a frente um do outro. De imediato, Lidily não ousou em olhar no olho do diretor. Ela não sabia explicar o “porque”, mas sentiu que não era o momento. Sabia que poderia ir além e acabar cometendo um erro, por isso não se atreveu. Manteve a cabeça baixa por um minuto. Os minutos mais silenciosos de uma garota na qual amava sorrir e conversar. Agora Lidily era outra e disso Wise sabia muito bem. A garota na qual confiou e amou ele, agora estava se tornando mais adulta. Por mais que ainda fosse uma simples criança, Lidily sabia e Wise também, que ela não era mais uma “simples criança”.


- Lidily... Você tem uma mãe, não tem?


A face de Lidily ficou intacta como se fosse um gelo. Por um instante as palavras não fizeram sentindo, mas logo em seguida ela olhou corajosamente para Wise. Ela ainda não acreditava no que acabara de ouvir. Ela estava pálida. Não só de escutar as palavras, mas também só de pensar no que tais palavras significavam. Agora os pensamentos que foram de Wise um dia, agora ele tinha que saber que também são de Lidily.


Antes que Lidily pudesse dizer algo, ela ouviu baterem na porta. Notou que Wise a olhou, com menção de abrir a mesma, educadamente, e então olhou para a porta. Agora a sala, e o ambiente, já estavam mais calmos. Não que a raiva tenha passado em um segundo, mas Lidily, pelo menos, já havia entendido grandes coisas. Agora ela não olhava para Wise com raiva, ódio e rancor, nem como uma simples criança. Agora ela o via como um homem. Um homem no qual tinha suas responsabilidades e no qual protegeria a pessoa que ama, mesmo que pra isso tenha que dar sua própria vida.


Lidily fitou Wise e olhou novamente para a porta, então antes que algo fosse dito, tanto por ele quanto por ela, ou pela pessoa do lado de fora, Lidily abraçou Wise. O abraçou como nunca havia feito antes. Depois de tanto frio que fizera na alma, Lidily abraçou Wise. Um abraço quente e confortável, no qual dizia - “Eu estou aqui!” Lidily não poderia dizer mais nada. Nada do que ela dissesse poderia mudar as coisas, mas tudo que estivesse ao seu alcance ela iria fazer. Tanto por ela como pelo Wise. Ela daria o melhor de si.


Então antes que parasse de abraçar Wise, para abrir a porta, Lidily sussurrou em seus ouvidos:


- “Wise eu estou aqui e nada muda isso. Descul... Descul..” - Lágrimas começava a cair novamente do rosto rosado, e um pouco mais calmo, de Lidily. E por mais que ela não quisesse que tais lágrimas caíssem e soluços fossem feitos, ela continuou sussurrando. - “Desculpa. Não sei “porque” mas desculpas. Se bem que o errado foi você...” - Disse ela soltando um riso. - “Por mais que você não queira, por mais que você evite, eu vou te ajudar. Não adianta dizer algo ao contrário e tentar se afastar de mim, mas eu vou estar ao seu lado. Promessas são sagradas para mim. Não só promessas como juramentos. E creio que pra você também são, não são? Então escute atentamente o que eu vou lhe dizer... EU ESTOU AQUI E NADA MUDA ISSO! Quando eu prometi que ficaria ao seu lado eu não disse brincando e por nenhum momento, NENHUM MOMENTO, eu esqueci do que disse. Então não seja bobo. Eu irei ficar com você Wise, não importa o que aconteça... Eu estou aqui. - Lidily segurou o rosto de Wise e o olhou fixamente, olho no olho. - Não adianta me manter longe, ou dizer palavras grossas, ignorantes e frias... Eu ficarei ao seu lado, não importa o que você faça. - Lidi sorriu graciosamente e foi em direção a porta.


Enquanto caminhava, Lidily limpava as lágrimas em seu rosto e Wise podia notar isso. Seus passos eram lentos. Lentos o possível para escutar qualquer palavra ou suspiro de Wise, antes que a porta fosse aberta. Antes de abrir a porta, Lidily limpou qualquer vestígio de lágrimas que poderia ficar em seu rosto, e com um simpático sorriso abriu a porta da sala.


- Pois não. Deseja algo senhor? - Diz Lidily simpaticamente.


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28 Re: Sala do Diretor em Qui Ago 13, 2009 1:07 pm

Robert de Boron

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FALAS=============================

Adrian fica esperando do lado de fora da sala do diretor um pouco impaciente, quando se vira para ir embora ele escuta o barulho da grande porta se abrindo ele se vira uma garota aparece em meio a porta com o olho ainda vermelho parecia ter chorado, ele olha para a garota de cima a baixo.

-Ei sua pirralha andou chorando foi?

Adrian entra sem ao menos esperar que a garota o convida-se a entrar.

-Senhor Wise prazer sou Adrian Mursten, olha tenho uma pequena dica para o senhor não deixe as pessoas esperando sim? Mas não vim falar disso eu quero permissão para falar com Robert de Boron e antes que me pergunte eu sou irmão dele.

Adrian olha seriamente para o diretor e logo olha para Lidily com um certo desdem.

-E você garota o que faz ai parada?

Adrian olha para Lidily e Wise, o ar naquela sala estava bastante pesada como se algo muito sério tivesse acontecido.

29 Re: Sala do Diretor em Qui Ago 13, 2009 9:20 pm

Lidily Salúm Luise Orion

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Assim que ouviu o homem falar, Lidily o olhou de cima a baixo e fez uma cara feia. Ficou indignada com a forma que o homem falou com ela e não gostou nada.


- Se eu chorei ou não, isso não é problema seu. E pirralha é a irmã do Barão Sangrento! - Disse Lidily encarando o homem e restringindo as suas palavras para que não falasse algo que não devia. - Meu nome é Lidily e dobre a língua antes de chamar alguém de pirralha... Você não me conhece! - Ela cruzou os braços e ficou encarando o homem que já estava perto de Wise.


Ela o fitou seriamente e estava pronta para responder, quais quer que fossem, as grosserias do homem. Assim que ele continuou falando com Wise, Lidily soltou um riso meio que abafado e resmungou para si mesma, mas consciente de que o homem havia ouvido.


- Se você quer falar com seu irmão vá em frente. Ninguém te prende aqui. Vá procurá-lo! Aff... É cada uma... - Disse, enquanto olhava para as unhas e com voz de deboche.


Assim que o irmão de Robert terminou de falar, ele olhou para Lidily e a garota já estava determinada a atormentar o rapaz. Ela olhou para Wise e logo em seguida para a porta. Logo em seguida fez uma cara sínica.


- Aaah! É mesmo! Esqueci de fechar a porta. Que grosseria a minha.. Apesar de que eu não fui a ultima a entrar NE? Mas a gentileza prevalece, eu sou educada. - Disse enquanto caminhava em direção a porta e logo em seguida a fechou. Logo em seguida voltou para o mesmo lugar em que estava e ficou observando os dois.


Lidily sabia que era errado ficar ali e poderia levar uma bronca de Wise, mas ela só sairia dali por ordem dele. Enquanto ele não falasse nada, ela continuaria no local, seja o homem querendo ou não. Ela não iria receber ordens de um cara que nem ao menos a tratou bem.


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30 Re: Sala do Diretor em Sex Ago 14, 2009 3:11 pm

Robert de Boron

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Adrian da um leve sorriso maldoso para Lidily

-Lidily! Belo no o seu, devo confessar que você é uma pirralha... Quero dizer uma garota de muita corajem é claro que eu não esperava outra coisa vindo da senhorita - Diz Adrian com um suave tom de que sabia alguma coisa sobre a garota que preferiu não falar na frente do diretor.

-Senhorita Lidily sei que você conhece meu irmão, então não vejo problema em esconder algo de você o problema é se você não o conhece-se ai sim teria que sair desse local mas não sera necessario eu vou direto ao assunto não sairia do fim do mundo só pra falar com o Robert o que eu quero fazer é tirar o meu irmão dessa escola, eu me preocupo com o bem estar dele e creio que se ele continuar aqui pode acabar sofrendo graves atentados principalmente de morte.

Adrian se aproxima de Lidily bem devagar a olhando sériamente.

-Peço desculpas se fui rude com você senhorita é que estou preocupado com meu irmão, soube que ele teve uma espécie de ataque no banquete de boas vindas o que não foi o que aconteceu o que ele teve foi uma visão e se ele continuar aqui pode acabar sendo alvo de algum bruxo das trevas

-Mau sabem eles, que ele já esta sendo alvo e do seu próprio irmão injenuo e bondoso,um irmão que Robert nem conhece, assim que ele estiver fora desse castelo e de qualquer proteção eu vou recuperar o que sempre foi meu por direito.

Adrian vira para Wise

-Senhor Wise quero tirar meu irmão dessa escola o mais rapido possivel se puder ainda hoje

Ele aguarda a resposta do diretor

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