Venha ser um bruxo e jogar RPG no mundo de Harry Potter! Vagas ilimitadas!


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Salão Principal - Baile de Máscaras

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121 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Qui Mar 12, 2009 6:03 pm

Frederic Wise

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NPC
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Narração
- Fala.
- Fala de outros personagens.
- Feitiço.
”Pensamento”



Finalmente o exemplar diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts aquietou. Ele respirava fraco, a bochecha branca ainda colada no vaso, sua mão sobe e aperta o botão de descarga, mandando tudo embora. Ele escutava a zombaria de uma mulher, a gargalhada gostosa e inocente de um bebê, e sai do box do banheiro, recostando-se na parede, escorregando até o chão como um boneco de pano... Na verdade, como um saco de batatas, de tão rápido que sua bunda alcançou o chão maciço... Aquilo doeu, com certeza. Ele estava exausto e vira quem era a mulher dentro do banheiro masculino: Agatha. Ele a olha uma vez, duas vezes, mas sua cabeça apenas pendia em seu pescoço. Ela vai até ele, lhe levantava os cabelos enquanto ele se virava para assentar mais confortavelmente no chão. Agatha pôde ver: os olhos de Fred estavam fundos e com olheiras. Ele respirava fracamente, seus olhos fitaram os dela. Ele dá uma tossida leve, e sente o corpo melhorar gradativamente. Ele segura a mão dela e vê que sua fantasia não era a de cinderela... Depois notara que... Era... Era ela a primeira das garotas com quem dançara na festa.

- Se você tivesse bebido menos o efeito era menos pesado... Ainda bem que Bella e pequena e não vai lembrar de ter visto o pai dela assim.

- Ahhhh… Não me persegue... – ele diz, quietinho, só esperando se recuperar. O engov dos trouxas era muito mais efetivo.

- Ta melhor Fred?

- Sempre estive ótimo... – ele diz, agora realmente se sentindo melhor, e todas as funções do seu corpo funcionavam normalmente, e agora ele não via mais duas agathas, via apenas uma... E sua cabeça agora estava reta, não mais tombada para o lado como um bêbado. - Agatha, porque não me disse que era você? Pow, que merda, achei que eu tava pegando uma aluna e era você... - dizia, num tom de arrependimento em cada palavra. Ele estava preparado para levar um tapa na cara a qualquer momento... Ela não iria acreditar que ele a beijara sem querer... Iria?


_________________

122 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Qui Mar 12, 2009 6:16 pm

Agatha L. Wise

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Agatha sorriu e só estendeu a mão o levantando.

-De nada Fred!

Ela só o ouviu e fingia que não ouvia nada mas estava atenta mesmo brincando com a bebe e a olhando com um carinho monstruoso.

-Sabia que pegar menininhas no mundo trouxa te fariam ir pra cadeia como pedofilo Wise...

Ela sorriu e pegou um lenço quando bruscamente ela empurrou Wise na parede e o pressionou assegurando a filhinha em um só braço, ela nem sabia o que os dois faziam. Ela passava o lenço na boca dele e sentia seu hálito puro, vantagens da porção que o deixava como se nunca tivesse tomado álcool. Ela colocou os lábios nos dele e deu um beijo longo, rápido e que tirava o fôlego totalmente.

-Preferia uma garotinha é babaca? Eu sou melhor do que uma nunca notou isso não safado? Quando é que você vai aprender que eu te quero? Que eu sou a mãe da tua filha e só brinquei com você a festa inteira pra você saber que a mulher que te ama e te quer sou eu canalha!- Ela o olhava nos olhos- Será que nos dois dançando ali igual meus pais quando nos conhecemos não te faz deixar de ser safado e ver que eu te amo Wise!

123 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Qui Mar 12, 2009 6:30 pm

Frederic Wise

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Narração
- Fala.
- Fala de outros personagens.
- Feitiço.
”Pensamento”



Frederic cessa o beijo antes do tempo, olhando para o outro lado. O diretor sempre sentia seu coração partir quando Agatha falava que o amava, e daquela vez não foi diferente. Ele sinceramente preferia estar bêbado, talvez a dor no peito fosse menos lacerante. O que eles viveram foi importante, mas não chegava a ser tão especial assim para ele... Exceto por Bella. Seus olhos pousam em sua filha, tão inocente, que sorria toda vez que os olhos dela encontravm os dele. Ele automaticamente dá o dedo para ela, que também automaticamente segura firme. Os olhos de Fred queriam se encher de lágrimas, lágrumas de felicidade, mas ele se conteve... Olhou para Agatha.

- Desculpe Agatha… Eu não posso fazer nada quanto a isso... - ele levanta-se e funga o nariz, passando as costas da mão nele, abaixando a máscara, ajeitando o chapéu. - Você mesma disse que não há nada entre nós... Por favor, abre essa porta, você sabe que sou horrível em feitiços, ainda mais com a cabeça cheia...

O olhar de Wise era baixo, fitava o chão enquanto levava o chapéu dependurado em suas costas até sua cabeça e guardava a espada que estava caída no chão.


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124 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Qui Mar 12, 2009 6:40 pm

Agatha L. Wise

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Agatha o observou e só suspirou a over a atitude dele. Aquele homem não ia crescer nunca? Ela sabia a verdade sabia o que ele escondia e nunca acreditaria nas palavras dele. Ela o olhava acariciar a filha e ela sorrir. Bobo podiam ser tão felizes juntos os três.

Wise deixa de ser babaca eu to cansada dessa historia e você nem notou a verdade... – Ela ria vendo ele tomar a água. – Eu coloquei um soro da verdade na sua água e agora você vai ser sincero comigo assim como eu fui com você. Se agora sendo forçado a não mentir pra mim me disser que me odeia e não me quer eu arrumo minhas malas e sumo de Hogwarts e o único contato que terá comigo e nos dias que for ver Bella. Se não eu quero uma atitude sua Wise, eu não vou mais voltar pro meu quarto chorando por amar você mais do que tudo!

Ela o olhava seria.

125 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Qui Mar 12, 2009 6:51 pm

Frederic Wise

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NPC
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Narração
- Fala.
- Fala de outros personagens.
- Feitiço.
”Pensamento”



Frederic volta-se para ela, lançando o copo para a parede, espatifando-o ali, mas já era tarde, ele já tinha tomado quase tudo. Ele avança contra Agatha, segura-a pelos braços, mas fica tonto. Ele recosta-se na parede, assenta em um banco que estava ali... Fred inspira fundo, estremecendo, tonto, os olhos caídos... Ele estava nas mãos dela... Fred sinceramente queria pegar sua varinha e usá-la para matar, mas não com avada kedavra, e sim enfiando-a várias vezes na barriga daquela bruxa maldita. Já fora acusado de assassinato uma vez, talvez ele devesse começar a fazer jus ao título.


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126 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Qui Mar 12, 2009 7:12 pm

Agatha L. Wise

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Agatha quando segurada pelo braço so falou uma coisa...

-Vai fazer o mesmo que fez no passado Wise vai me matar aqui?

Ela falava seria, ele não faria aquilo. Não com Bella ali, ele era tudo menos louco. Ela tomou a varinha dele quando ele caiu e se abaixou falando baixinho.

- Você brincou comigo Wise? O que você espera de mim? Porque fez o que fez comigo quando Bella nasceu? Você sente o que por mim Wise? Você realmente ama nossa filha?

Ela o olhava nos olhos.

127 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Qui Mar 12, 2009 8:34 pm

Frederic Wise

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Narração
- Fala.
- Fala de outros personagens.
- Feitiço.
”Pensamento”



Frederic estava tonto, e encosta-se na parede atrás do banco, sua cabeça pendia no pescoço, agora parecia o bêbado novamente, os olhos vazios sem expressão miravam para o teto creme do banheiro. Quanto tempo demoraria para o efeito passar? E... Não, ela com certeza tinha feito... Tinha feito perguntas antes desse tempo passar...

- Você brincou comigo Wise? O que você espera de mim? Porque fez o que fez comigo quando Bella nasceu? Você sente o que por mim Wise? Você realmente ama nossa filha?

Era um vendaval de perguntas, e ele esperou que ela falasse tudo o que queria, memorizando, sem vontade, as perguntas... E as primeiras ecoaram em sua mente.

” Você brincou comigo Wise? O que você espera de mim?”

Não, ele não queria falar... Entretanto, o poder daquela poção abriu-lhe a boca, e ele disse, com uma voz completamente sem emoção, arrítmica, sem entonações, apenas a voz pura e simples:

- Eu nunca brinquei com você. Eu nunca brinquei e nunca irei brincar... Fiquei chateado por esta pergunta idiota, e acho que é bem pelo contrário, você é que o fez... Eu esperava que você nunca mais me procurasse... Mas você surge aqui... Bem na minha frente... Toda gostosa, voluptuosa... E grávida de Bella, minha filha... Só minha filha... Sei que é minha, mas não acredito que você tenha se guardado só para mim... Quer dizer, como uma mulher tão bela, elegante, fabulosa, sexy sexy sexy e sexy... Inteligente, esperta... Não tem como ter passado tanto tempo longe de mim e se resguardando pra mim... Eu não esperava te ver nunca mais... Porque não tem como uma mulher assim determinada e independente como você manter-se longe por tanto tempo e não ficar com nenhum outro cara... Não tem como...

”Porque fez o que fez comigo quando Bella nasceu?”

- Eu não quero nada sério por agora... Nem com você... Nem com ninguém... Mas você foi mais espertalhona e me disse isso primeiro, isso me deixou com raiva por óbvio, onde já se viu eu tomar um fora? Mas você acha que eu não sinto nada... Você é uma bocó irritante... Eu não sou um homem de uma mulher só Agatha. Não estou pronto pra nada disso: um emprego, família, filhos, esposa. Não é a hora de me prender a uma garota só... Mas você feriu meu orgulho, Agatha. Você feriu meu orgulho ao dizer que não havia nada entre nós, depois se arrependeu e falou que me amava... Grande porcaria... Grande mentira... E depois você diz que eu brinquei com você. É muito fácil falar veementemente que você quer sua liberdade e na hora seguinte dizer que me ama. Eu não estou pronto pra nada disso, não estou pronto... E eu quero me afastar de você, tentei dizer isso numa boa, eu queria que você compreendesse que longe de mim você e Bella estariam mais seguras... Sou um canalha...

”Você sente o que por mim Wise?”

- Eu te amo... Te amo, talvez não tão incondicionalmente como você diz que me ama, mas isso não importa porque eu não acredito quando você diz isso pra mim pelo simples motivo de que não tem como você amar um cara como eu, tão canalha, salafrário, um assassino que tem um passado negro, e que você bem conhece...

”Você realmente ama nossa filha?”

- E eu amo, eu amo a Bella... Amo mais que tudo e amo ver os olhinhos dela olhando pra mim, adoro vê-la sorrindo, mas acho mesmo que ela estaria mais segura longe de mim...

Fred continuava com o olhar de peixe morto para o teto, não movimentou um músculo depois de tudo o que disse.


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128 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Qui Mar 12, 2009 11:54 pm

Agatha L. Wise

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
A varinha de Agatha se moveu e do seu lado surgiu uma bela cesta acolchoada e bem decorada que era típica para nenês repousarem com todo conforto. Bella já estava quase caindo em seu braço dormindo e sua mãe so a colocou ali deitadinha, logo ela dormiria. A noite seria longa e enquanto a bebe dormia e mergulhava no mundo dos sonhos sua mãe sofreia.



Agatha puxou o vestido e sentou bem a frente de Wise pegando as laterais de seu rosto e o ajeitando carinhosamente sentado e começando a ouvir tudo o que ele dizia a ela. As lagrimas pouco a pouco começaram a rolar do rosto dela. Ela não queria que fosse assim, não queria estar forçando ele a contar-lhe tudo, mas ela estava decidida, não agüentava mais o seu sofrimento. Agatha o olhava nos olhos chorando e passou a mão no rosto dele o acariciando.

- Meu anjo, engano seu, eu me guardei sim, durante todos esses meses. Frederic eu já te disse, você é um espírito livre, eu ia te prender com meu amor bobo. Eu não ia conseguir. Frederic eu te via nas festas com a mulher que você quisesse acha mesmo que eu ia querer te forçar a viver comigo, a casar comigo, a ser pai da minha filha? Wise você não e homem de uma só mulher, mas eu sou mulher de um só homem e esse que eu escolhi me fez passar noites e noites vendo minha barriga crescer enquanto eu chorava como uma criança porque sabia o que você acaba de me dizer. Que me ama, mas não se acha homem suficiente pra se dar o direito de ser feliz. Bela mexia dentro de mim eu me lembrava de você, Ela me dava um chute eu imaginava como era você do meu lado sentindo minha barriga se movendo... Eu tive tempo de pensar em outro homem quando aquela presença viva do que você representa pra mim não me deixava te esquecer. Eu te amo Fred e a prova disso ta ali naquele cesto, ou acha que não seria mais fácil matar o que você significa para mim antes que ela virasse o que você vê hoje e te matar junto dela?

Agatha continuava chorando. Ela havia ido para aquela escola para fugir dele e acabou caindo em seus braços. Ela o amava de verdade e não precisava de um soro para dizer isso e saber disso.

-Bela já te ama, prefere mesmo que ela fique longe de você e um dia sofra porque ela não ta com o pai do lado dela? Você não é um assassino seu peste nunca notou isso, aquela noite foi um acidente, e que seja! Se você tiver tingido suas, mas em sangue eu sei disso e te perdoei ou não estaria aqui. Cara Poe na tua cabeça! Você é homem, homem de verdade não um moleque não ta vendo isso não. Fred a vida já te surrou demais, você não precisa se crucificar não. Para de guardar isso não foi sua culpa, se dá o direito a felicidade. Eu te amo pelo homem que vi dentro de você e quero um dia que saia para fora. Dane-se a mulher com quem ficar eu te quero ver feliz porque eu te amo e a prova de que eu te amo de verdade Frederic é que eu quero que você mude e seja feliz, se não for comigo que seja com outra. Mas saiba NUNCA eu vou te esquecer, NUNCA eu vou deixar de TE AMAR, e que eu vou ter você vivo do meu lado porque tem um pedacinho de você naquela menininha ali


Ela respirou fundo limpando as lagrimas e falando ainda chorosa.

- Quando se ama de verdade você não consegue mentir num beijo Fred, eu sei por que eu sinto isso em você.

Ela puxou as vestes dele e deu-lhe um beijo longo demorado e carinhoso banhado a suas salgadas lagrimas. Ela acariciava seus cabelos e entregava toda sua paixão, amor e carinho por aquele homem naquele beijo e que não tinha nenhuma outra forma de ele não identificar isso latente nela. Agatha então se levantou e se virou olhando a filhinha no cesto e a pegando.

-Eu vou embora daqui, não vou mais ficar perto de você, farei sua vontade. Quando quiser ver Bella me avise, darei um jeito que a encontre. Eu volto pro Egito logo após a audiência... Eu te amo Fred e se é pra te fazer feliz eu fico longe de você.

Ela chorava sobre a filhinha dormindo sem coragem de sair dali, se ela saísse não mais voltaria e ele não mais a teria nunca.

129 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Sex Mar 13, 2009 1:09 am

Frederic Wise

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Narração
- Fala.
- Fala de outros personagens.
- Feitiço.
”Pensamento”



Frederic engole em seco, não corresponde o beijo quente de Agatha, apenas fica com o coração apertado quando ela o beija. Ele não entendia como ela não era possessiva... Aquilo nunca iria dar certo. Ainda sob o efeito do soro, perguntou, ainda sem emoção alguma na voz:

- Está satisfeita? Pode abrir a porta agora?


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130 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Sex Mar 13, 2009 1:18 am

Agatha L. Wise

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Professora de Hogwarts
Professora de Hogwarts
Agatha so aumentou o choro pegou o cesto com a filha abriu a porta e cruzou o salao chorando para o seu quarto. Tinha vontede de se jogar do alto da torre mas nao o faria apenas por uma coisa Bella.

Na mesma noite Agatha arrumou suas malas e deixou o necessario fora dela. Logo apos a audiencia ela partiria de volta ao Egito.

131 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Sex Mar 13, 2009 1:22 am

Frederic Wise

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Narração
- Fala.
”Pensamento”



Frederic fica mais um pouco ali no banheiro, até o efeito do veritaserum passar. Ele então conseguia se movimentar melhor, até que ficou 100%. Debaixo da capa, ele segurava o sapato... da cinderela. Ele queria confidenciar aquilo para alguém, entretanto Agatha havia acabado de ir embora, estava p da vida com ele, e Satrissa iria matá-lo se descobrisse aquilo...

Fred ajeita a roupa, checa o hálito e o perfume da camisa, estava como novo. Ele sai do banheiro e olhou o resto do desfile, já preparando-se para seu discurso, como se nada tivesse acontecido.


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132 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Sex Mar 13, 2009 8:52 am

Dhacob Sôty

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Corvinal
Corvinal
Após Jhenny me levantar ele ouve.

-Oi dhacob, astavamos indo para a mesa de comidas, quer nos acmpanhar e enxer o buxo? E ele responde!

-Não obrigado já comi tanto doce hoje que acho que vou ficar diabético rsrs...Dhacob da um leve sorriso e diz. Eu já vou indo me desculpe atrapalhar. Dhacob abaixa a cabeça e sai andando em direção de uma mesa vazia.

133 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Sex Mar 13, 2009 10:27 am

Lucian Morrigan

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Monitor
Monitor
O mascarado volta ao Salão principal, o cheiro de rosas ainda exalando dele,
Ele se posiciona perto de onde aconteceria o desfile, para melhor apreciar,
Uma Lufana olha para ele e suspira profundamente, ela com uma pequena reverência a cumprimenta e lhe joga uma rosa vermelha, nem ela sabia que era o garoto que sempre se esbarravam na Sala Comunal.

134 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Sab Mar 14, 2009 1:41 am

Alexandra Benevier

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Alexandra entrava no baile, ainda não conhecia ninnguém, apenas a professora Satrissa, sua contratante e ainda assim não era o suficiente... ou talvez conhecesse muitos mesmo sem um prazeroso momento de conversa. Estava radiante em sua fantasia. Vestia-se da bela e encantadora rainha Maria Antonieta, uma franesa que conquistara a muitos homens de seu tempo em que as mulheres nada mais eram que objetos e servas. A maquiagem era forte e um tanto vulgar. Os belos olhos azuis eram realçados pela maquiagem negra, em sua face havia um falso sinal muito usado entre as prostitutas da época. Seu corpo era trajado pelo belo vstido azul que não só acentuava seus seios como também os olhos inquisidores que mantinha naquele momento. Escondendo seus lindos cabelos negros havia uma peruca branca muito usada pela rainha. Seu busto estava um pouco coberto pelas jóias pesadas de ouro velho. Sua face estava mascarada por uma linda máscara prateada com algumas pedras brilhantes e uma pluma levantada, a máscara ficava apenas ao redor dos olhos, mas alí empregnava-le o mistério... ninguém a conhecia realmente. Estava imponente, elegante, única, adentrava o salão observando os convidados. Dirigia-se até a mesa onde sevia-se de algo para beber, um líquido rubro facilmente reconhecível. O perfume de rosas era suave e aqueles de quem ela se aproximasse sentira docemente.

(Roupa, imagem da original Maria Antonieta)
(Alexandra como Maria Antonieta, maquiagem, olhar, máscara---)

135 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Sab Mar 14, 2009 3:06 pm

Evilin Stenny

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Monitora
Monitora
Evilin ainda estava de cabeça baixa. Pensando no que acabara de acontecer, então Revinos fala tristemente.

-vc ñ prescisa pedir desculpas! eu é q tenho, e-e-eu ñ sei oq deu em mim!

Evilin pela primeira vez o olha depois do beijo, ele tinha um olhar triste e envergonhado. Ela sente seu estomago revirar, uma dor imensa toma seu pequeno coração, ela estava se sentindo um monstro por fazer aquilo, como ela podia magoar a pessoa que amava? Essa era a pergunta que se passava em sua mente. Ela sente como se seu coração estivesse se partindo em três pedaços, agora o sorriso de Revinos que ela tanto amava não estava mais no seu devido lugar. O silencio irrompia o ar deixando uma frustração entre o casal.

-vc me perdoa!?, e-eu ñ queria deixar vc assim!.

Dizia Revinos agora olhando para Evi que não tirava os olhos de seu rosto, ela estava quase que hipnotizada com aquele rosto magnífico de Deus grego que ele tinha. Ela não sabia o que fazer, sua mente estava confusa mais e a dor não parava, ela chegou a pensar que estava morrendo, se não fosse isso o que seria essa dor? Será a dor do amor? Perguntava-se sem respostas. Ela levanta a cabeça inclinando para trás e respirando fundo assim voltando a olhar para Revinos.

-Não, eu não te perdôo. –Falava seria e com certo tom ríspido, ela o olhava curiosa seu coração agora dava pulos parecia que ia sair pela boca, sua mão tremia. –Agora é você que vai ter que me perdoar. -Continuava seria e calma, o garoto parecia não entender mais nada, então ela se aproxima de Revinos ficando bem perto e então lhe dá um beijo melhor do que o anterior. Esse beijo foi mais quente, mais emocionante ainda e agora Evilin sentia quase seu corpo todo tremendo. Ela segura o rosto de Revinos nas mãos como se pensasse que ele pudesse querer fugir, ela então para e o olha encostando sua testa na dele e o olhando profundamente.

-Ta vendo agora você que tem que me perdoar... rsrs. –Sussurrava respirando ofegante e rindo baixinho. –Então você me perdoa? –Perguntava sorrindo feliz dando um selinho em Revinos e o olhando curiosa pela sua próxima ação.

Agora Evilin se sentia bem melhor, parecia que a dor de velo triste havia passado porque o garoto sorria tímido. O sorriso que ela tanto amava
.

136 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Dom Mar 15, 2009 3:33 pm

Marina Angela

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Entra arrastada pela professora Aretha através do salão de baile. A situação era humilhante. Parecia uma menina fujona sendo trazida à força para casa. - O que ela fizera de errado para merecer tal tratamento? Que culpa tinha do modo como Isaac tratara Aretha? Nem mesmo o forte esbarrão que dá, em uma linda jovem vestida de Maria Antonieta, parece ser percebido pela professora, que segue determinada em direção a professora Satrissa.

[size=12]Com os pulsos doendo, a respiração ofegante e lágrimas nos olhos ele é entregue como uma encomenda, enquanto Aretha, com a missão cumprida, sai com o mesmo ímpeto que entrou.

Ainda faltavam alguns concorrentes para desfilar e Marina aproveitou para se recompor no banheiro. A linda espanhola que reconhecera no inicia do baile, saia do banheiro masculino neste momento, carregando um bebê no colo e passou por ela sem demonstrar que a vira, parecia transtornada. - Ela estaria chorando?

Sentiu-se bem ao entrar em um recinto vazio e ficar consigo mesma por alguns minutos. Retirou a máscara e com o auxilio da varinha recompôs a maquiagem borrada pelas lágrimas. Ajeitou as asas que estavam caídas, de modo que voltassem a flutuar nas suas costas quando caminhava. Apoiando o corpo com ambas as mãos na pia e baixando a cabeça, respirou fundo. Recolocou a máscara, sentia-se renovada, e voltou para o salão de baile. Viu os amigos pelo caminho enquanto se dirigia a escada lateral do palco e abanou para eles. Era sua vez de mostrar a sua fantasia.

Aguardou o chamado da professora que agora descrevia a sua fantasia.

Subiu a plataforma sentindo as luzes ofuscar seus olhos. O excesso da iluminação irritava-os, pois estavam sensíveis de tanto chorar. Esfregava as mãos molhadas pelo nervosismo. E abraçou a si própria uma última vez. Mas não deixaria que isso tirasse o brilho daquela noite. Estava no lugar que sempre amara estar, no centro das atenções, sob as luzes dos holofotes. Não podia ver as pessoas que estavam no salão, já que as luzes foram diminuídas em volta do palco. Mas sentia a vibração que dali vinha. Não importava o resultado deste concurso, mas a emoção que estava sentindo agora.

- É tudo uma questão de manter, a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo. * - lembrou.

Os aplausos eram verdadeiras bênçãos ao seu ego tão machucado neste baile.

Mantinha o queixo erguido decidido e o nariz orgulhoso empinado, os passos leves e delicados, as asas farfalhando sutis em sintonia com o movimento dos quadris. O sorriso nos lábios era sincero, enquanto que com classe e estilo exibia a sua criação. E pensava na descrição que dera para ela.

[/size]

- Todo mundo tem seu lado negro. Aquele que você abre as masmorras da sua alma e liberta tudo que se esconde por lá. O anjo negro é o anjo vingador. Aquele ser sombrio, que veio ao mundo para fazer justiça. Mas o que é a justiça?





[b][color=silver][font=Verdana]Sentia-se o verdadeiro anjo negro, o vingador. Desejo aflorando, de se vingar das pessoas que a fizeram chorar essa noite. O ódio se mesclando ao prazer de ver muitos olhos voltados para ela.






[size=12]- Não. Não poderia deixar aflorar esse seu lado sombrio. -Sacudiu a cabeça, enquanto caminhava até a ponta da passarela, parou, executou com graça um delicado giro, fazendo desprender de suas asas minúsculas partículas peroladas. Sentindo-se mais calma, voltou para o encontro de Satrissa, no final do caminho.

- Obrigado por esta oportunidade professora. - E fazendo uma reverência de agradecimento, saiu do palco, com o coração na boca, pelo duelo travado consigo mesma no palco. Desta vez foi por pouco.


===================



off



*serra do luar – letra – Leila Pinheiro. http://letras.terra.com.br/leila-pinheiro/64140/



Última edição por Narrador em Seg Mar 16, 2009 5:22 pm, editado 2 vez(es) (Razão : correção do tamanho da imagem, que estava desconfigurando o tópico)


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137 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Dom Mar 15, 2009 11:01 pm

Sibytus Stravius

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Sibytus que agora comia alguns salgados enquanto Jhenny se despedia de Dhacob...

Olhou para o palco onde acontecia o desfile dos concorrentes a melhor fantasia do baile e la estava ela, linda, magestosa,
esplendorosa, com seu vestido preto, suas asas brancas lindas e sua mascara azul, ela a unica pessoa que conseguia desequilibrar Sibytus
Marina Angela estava desfilando com toda a sua senxualidade e desenvoltura...

Sibytus corre em direçao do palco onde ocorria o desfile para ver melhor, aquela visão muito lhe alegrava o coração e a muito tempo ele ja sabia disso, havia chego o momento de fazer uma coisa que ele ja deveria ter feito a muito tempo

-Bom e agora ou nunca!

Sibytus espera o desfile de Marina acabar, quando ela descia do palco ele a agarrou pelo braço e a puxou para perto dele

então começou a falar!

-Marina! eu não consigo mais esconder o que eu sinto por voce, e mais forte do que eu, antes eu nao entendia o que estava sentindo, mas simplesmente estar perto de voce me deixava feliz com uma sensaçao agradavel, uma leveza de espirito inigualavel,quando descobri finalmente isso, senti que poderia não ser correspondido da maneira que queria, fiquei com medo, mas agora com todos os acontecimentos recentes, incluindo os desse baile, eu fiquei com mais medo de não te ter assim tão proxima a mim, o que eu quero dizer com tudo isso, e que eu te amo, e nao consigo mais disfarçar esse sentimento pela sua pessoa,me de a oportunidade de te fazer a cada dia mais feliz... quer namorar comigo?

Sibytus agora parecia palido, espantado, aterrorizado, mas sabia que agora so tinha duas resposta de Marina, um sim ou um não....
ele olhava para ela com seus olhos negros penetrantes como se suplicasse a sua atenção a sua aprovação para o seu pedido...

138 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Seg Mar 16, 2009 9:18 am

Marina Angela

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A cegueira momentânea, provocada pela diferença de luminosidade entre o palco e a escada, não permitiu que ela visualizasse quem era o autor da impetuosa pegada que sentira, ao terminar de descer os degraus que conduziam de volta ao salão. Mas o coração disparou ao reconhecer o perfume daquele corpo, agora tão próximo ao seu. - Como ele tinha coragem de tocar nela depois de estar com Jhenny? - Tentou se afastar dele, mas as pernas não lhe obedeciam. Estar ali, tão perto, era como voltar à Sala Precisa e ao calor daqueles lábios, agora tão perto dos seus.

- Que poder esse garoto tem de comandar minha vontade? – Os olhos se fixando em negros e voltando a ser perder naquelas profundezas hipnóticas. O garoto estava visivelmente nervoso. Podia sentir o coração pulsando forte onde seu peito encostava-se ao dele. - Ou seria o dela que batia tresloucado?

-
Marina! Eu não consigo mais esconder o que eu sinto por você, e mais forte do que eu, antes eu não entendia o que estava sentindo, mas simplesmente estar perto de você me deixava feliz com uma sensação agradável, uma leveza de espírito inigualável
[justify][b][b]Mas isso era o que ELA sentia. Seu cérebro trabalhando em um ritmo vertiginoso ao mesmo tempo em que ele ia falando. Tentava não se precipitar, e compreender realmente o que falava, e não o que gostaria de ouvir dele. - Como ele podia falar em se sentir bem estando perto dela se, sempre que podia ele sumia? Como havia feito durante boa parte do baile. Porque ele não a convidara para acompanhá-lo ao baile ou para dançar quando ali se encontraram?
[/b]
...quando descobri finalmente isso, senti que poderia não ser correspondido da maneira que queria, fiquei com medo, mas agora com todos os acontecimentos recentes, incluindo os desse baile, eu fiquei com mais medo de não te ter assim tão próxima a mim...


- Então ele não a estava evitando? Realmente se importava? - As suas pernas estavam amolecendo e seu coração temendo que os seus ouvidos estivessem enganando-a. O sangue agora era intenso em colorir sua face. O toque das mãos dele em suas costas queimava e ela estava completamente embaraçada, baixando o olhar por um minuto.

... O que eu quero dizer com tudo isso...
As palavras a atingindo diretamente. O estomago gelou e depois voltou a incendiar. – Também ela sentia essa necessidade louca de estar junto a ele. Como era difícil vê-lo dar atenção às outras meninas. Esse sufoco que trancava sua garganta. Esse monstro que colocava as garras em seu coração, então tinha um nome? – Vamos Marina, admita – sim! O monstro verde de olhos amarelos se chamava – Ciúmes – Isaac mais uma vez estava coberto de razão, a pessoa certa se revelaria a seu tempo.

...
é que eu te amo, e não consigo mais disfarçar esse sentimento pela sua pessoa...


Era a redenção por tudo o que sofrera aquela noite. Ouvindo aquelas palavras seu coração jubilou-se. A alegria voltou a sua vida e tudo a sua volta tomou outro brilho. As pernas completamente bambas, os braços tremiam e chegavam a doer quando ela enlaçou o pescoço dele. Uma seqüência de imagens passou em sua mente. A sala precisa, a garota morta no labirinto, o desespero dela ao vê-la logo após. O olhar triste quando saiu para os jardins com o colega. – Como pode ser tão tola Marina, logo você, uma aluna tão aplicada? – reprovada na lição da vida.
... me de a oportunidade de te fazer a cada dia mais feliz... Quer namorar comigo?


Agora entendia por que o Chapéu Seletor a colocara na Sonserina. Mesmo nos momentos de maior emoção, conseguia ser racional. Analisou tudo a sua volta. O desfile ocorrendo no palco. Os colegas em volta. Os professores rodeando-os e aquela vontade desesperadora de provar seus lábios outra vez. Mesmo sem se dar conta, ansiava muito por aquele momento. Só agora se dava conta que todos os preparativos para o baile, haviam sido apenas pensando se ele aprovaria ou não. Queria estar bem para ele. Recusara todos os convites dos rapazes, porque não eram dele.

Divisou um espaço entre as colunas do salão, a alguns passos de onde estavam. Sem responder e sem tirar os olhos do dele, discretamente o conduziu até lá. Inverteu a posição, apoiando-se na parede e usando o corpo dele como escudo aos olhos curiosos.

Seu corpo tornou-se lânguido e fechou os olhos. Entreabriu a boca carnuda e tremula, oferecendo para que a beijasse, enquanto enlaçava o seu pescoço trazendo mais próximo a si. O ar falhando miseravelmente em entrar nos seus pulmões. Era o modo que encontrara para dizer sim. Já que nenhuma palavra vinha a sua mente neste momento.


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_________________

139 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Seg Mar 16, 2009 11:14 am

Petrick Stamberlee

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
evilin levanta o seu rosto e o fiqssa nos olhos de revinos e responde a sua pergunta:

citação:
Não, eu não te perdôo.

revinos fica desesperado ao ouvir isso!, mas antes de falar alguma coisa evilin retorna a falar:

citação:
–Agora é você que vai ter que me perdoar

revinos ficou muito confusoe e penssou:

mas oq ela fez para se des.....

antes de revinos acabar de penssar ela se aproximou dele e o beijou!, ela começou a colocar a mão no roste de revinos e o beijar mais ardentemente!.
revinos ñ queria sair dali por nada!, mais uma hora eles tinham que parar!, revinos so páraria de beijar na hora que ela estivesse perdendo a respiração!.
eles começaram a separa o rosto, o beijo tinha durado uns 5 minutos!, ela então encosta a testa na de revinos, olha profundamente em seus olhos e diz:

citação:
-Ta vendo agora você que tem que me perdoar... rsrs , –Então você me perdoa?

então ela le da um selinho e espera a sua resposta!.

revinos estava sorrindo!, ele tinha acabado de sentir a coisa mais incrivel do mundo:
o seu amor por evilin bem mais forte e ardente!.

ele olha nos olhos de evilin e diz:
essa foi a senssação mais incrivel do mundo!., e ñ prescisa pedir desculpas, pq isso para mim foi uma coisa maravilhosa.

ela deu um sorriso!.

agora parecia para revinos que as coisas estavam 10 vezes mais legasi e divertidos!.
nem estava mais preocupado sabendo que teria aula de manhã!.

140 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Seg Mar 16, 2009 1:13 pm

Lucian Morrigan

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Monitor
Monitor
Após o Belo Desfile, o Mascarado desaparece da festa, como uma sombra que nunca esteve por ali.

141 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Seg Mar 16, 2009 2:25 pm

Jhenny River

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Jhenny se despedia de Dhacob que saia de cabeça baixa , ela se vira para procurar Sibytus e o vê perto do palco onde acontecia o desfile.”ai que legal fiquei no vaco”,Jehnny segue para a mesa onde se esbalda de comida esperando de companhia

142 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Seg Mar 16, 2009 9:30 pm

Sibytus Stravius

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Sibytus ficou algum tempo apriencivo esperando a resposta de Marina, mas o que aconteceu em seguida aos longos momentos de espera foi uma coisa que nem ele poderia imaginar, Marina em um impulso o levou mais para o canto, um pouco escondido e beijou Sibytus, aquele beijo selou o momento magico vivido pelos dois, aquilo era muito melhor do que um simples sim de Marina, era a confirmação que seu amor era prontamente correspondido, mas como um bom Sonserino movido pela razão apos o delicioso beijo ele devolveu a garota ao palco do desfile e saiu de manchinho para que niguem desconfiasse de nada

-Acho melhor voce voltar agora para o palco, alguem pode notar a sual falta, ficarei te esperando aqui em baixo lo em frente para comemorarmos a sua vitoria Wink

Marina volta para o palco e Sibytus para a frente dele como mero espectador do dsfile...

143 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Ter Mar 17, 2009 2:09 am

Administrador

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*****Revelação da trama do primeiro ano*****

Os alunos desfilaram em meio a aplausos e pompas, música e brilhantina, luzes e cores. As fantasias serpeavam pelo palco, vestidos longos, ternos e capas caprichosos, máscaras forjadas e decoradas com a mais fina perfeição. Rapidamente foram colhidos os votos em uma urna negra, magicamente encantada para receber um único voto de cada um dos presentes.

Após o desfile do último candidato, um homem vestido de preto, usando uma capa longa da mesma tonalidade e com uma espada prata atada aos quadris, destaca-se dentre a multidão, andando para frente, subindo as escadas do belo palco. Sua fantasia, ausente de cor, contrastava com a coloração alaranjada e etérea da decoração e iluminação do palco. O “Zorro” retirava o chapéu, deixando-o repousado em suas costas através de uma corda, puxando do fronte o tecido que lhe ocultava a identidade, revelando ser o diretor, Frederic Wise, debaixo da fantasia do herói mascarado. Suas mãos ajeitam os cabelos, ou re-desajeitam, pois os mesmos nunca estavam alinhados afinal, e segura o microfone. É ouvido o som de seus dedos batendo no microfone, ecoando pelo salão o baque, ele não gostava de fazer o feitiço de elevar sua voz, ou apenas não se lembrava de como fazê-lo. Pigarreia. Em um tom diserto, eloquentemente começa a discursar – suas palavras percorrendo de forma desimpedida, elegante e copiosa por todo o comprimento do salão principal, apinhado de alunos de todos os anos, silenciosos e ávidos para que o diretor fizesse alguma besteira, apenas por isso a maioria prestava atenção.


- Boa noite. Agradeço a presença de todos nesse baile de confraternização. Fico contente em ver todos aqui, fico exultante em poder percorrer entre os alunos, de todos os anos, de todas as casas, e vê-los se divertindo... Enfim, confraternizando uns com os outros, se conhecendo, respeitando-se mutuamente e unindo-se. É bom ver que Hogwarts é uma escola que abriga pessoas de classe, respeito, inteligência. Pessoas de sentimentos puros e bons.

‘Olhando para vocês, vejo muitos alunos com as mais diversas personalidades. Diferentes anseios. Variados futuros. Cada um poderia, sim, seguir seu caminho, sozinho, sem mais nenhum elo entre vocês... Iriam trilhar um caminho de sucesso, um caminho de glórias e surpresas inenarráveis. Iriam conhecer pessoas novas, e, aos poucos se esqueceriam dos colegas de classe... Esquecer-se-iam daquele colega que respondia todas as perguntas do professor, daquele que carregava pra todo lado seu sapo de estimação, da garota bonita que assentava no meio da classe, das garotas que a rodeavam... Iriam esquecer-se da turma do fundão, do garoto popular, da menina calada e tímida, do moleque fanfarrão, do cara que, mesmo com feitiços anti-cola, sempre dava um jeito de colar nos exames... Esquecer-se-iam de quem foram aqui e dos sorrisos e tristezas que sentiram naquele passado longínquo e tênue. Lembranças fracas e frágeis, que lembrariam com precariedade...

‘Entretanto, vocês são pessoas diferenciadas. Assisto a vocês, juntos neste salão enorme tão belamente decorado, festejando a alegria da vida e da convivência amena entre as mais diversas personalidades aqui presentes. Vejo que escolheram ter uma boa convivência e que se esforçam para derrubar as velhas barreiras invisíveis que as quatro casas de Hogwarts erigem através da separação torpe gerada por escolhas aleatórias de um chapéu falante e roto. Apesar disso, vejo que teremos bons resultados no futuro. Vejo pessoas que se mesclam e aceitam os valores da nossa escola: respeito, dignidade, persistência e tolerância. Uma escola onde sentimentos e valores como estes são cultivados é berço de uma sociedade mais justa. Fraterna. Honesta. Qualidades estas que estão cada vez mais precisadas em todo lugar, principalmente no que tange aos servidores do Ministério.

‘Estamos bem, mas ainda há muita coisa para ser feita. Para alcançarmos um objetivo, precisamos ter em mente que o caminho será tortuoso, cheio de desencontros, sofrimento. Haverá inveja, malícia, mau agouro. Entretanto, nosso coração precisa ser guiado pela luz do conhecimento. O farol que guiará nosso caminho e brilhará em nossas milhas e milhas a atravessarmos pela vida será sempre o farol do conhecimento... Conhecimento e informação: palavras chave para uma vida de qualidade. E para isso que o Ministério trabalha: para espalhar conhecimento e informação de qualidade em todos os cantos do mundo bruxo. Bruxos e bruxas preparados, guiados pelo melhor farol, o farol de Hogwarts, sempre chegarão ao seu objetivo. Sob minha direção, a escola se destacará ainda mais dentre os faróis já existentes, com um currículo inovador diretamente coordenado pelo mais alto escalão ministerial. Espero que todos tenham aproveitado bastante esta noite de gala, uma noite especial que marcará o princípio da união definitiva entre as casas de Hogwarts.

‘Agora, apresento a vocês a banda “Grito do Além”! Obrigado!


Aplausos foram ouvidos, não muito calorosos, enquanto o diretor desce do palco. Alguns alunos, de um grupinho seleto com o qual ele geralmente conversava muito durante os intervalos das aulas, aguardavam-no do lado da escada e saudaram-no quando desceu. Wise ficou entretido ali.

No momento seguinte, do lado direito do palco, ia entrando uma garota japonesa, um microfone flutuava à sua frente. Os cabelos eram negros e longos, o corpo translúcido indicava que era uma fantasma e alguns alunos a reconheceram como a vocalista da banda que tocara na festa de aniversário de morte do barão sangrento... mas... Havia algo errado. Aquele rosto de moleca, inocente e caprichoso da festa anterior estava completamente modificado no baile: parecia furiosa. O restante da banda, alunos da escola, o baterista assentou-se no seu lugar, os demais garotos “vestiram” guitarras e baixos e todos pareciam confusos, entreolhavam-se tensos.

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144 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Ter Mar 17, 2009 2:17 am

Misataka Monoko

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Misataka estava com os olhos orientais fechados, o rosto nada feliz e muito pelo contrário, demonstrava uma tristeza ímpar. Não entrara no palco pulando como geralmente fazia, andou até o centro do palco, fez um movimento como se respirasse fundo, preparando-se para cantar, sem dizer nada ao público. O som de uma guitarra corta o ambiente tristemente, o guitarrista olhando para o baterista, como se fossem cúmplices de algo ruim que aconteceria logo na sequência. No tempo certo da melodia, os lábios de Misataka entreabrem-se na seguinte canção...



- All your twisted thoughts free flow
To everlasting memories
Show soul
Kiss the stars with me
And dread the wait for


Tradução:
Todos os seus pensamentos confusos fluem livremente
Para memórias eternas, mostre alma
Beije as estrelas comigo, e tema a espera

Neste momento, Wise, que já estava em uma mesa no fundo do salão, servindo-se de ponche, volta seu olhar para o palco... E... Ele a viu. Seus olhos perdem os freios das lágrimas, mas ele as contém com o tecido da barra da manga de sua fantasia... Respirando fundo. Misataka olhava a platéia agora, em busca de alguém, mas não precisou muita força. Wise correu até o meio do salão, passando por entre os alunos, desesperado, e ela vê a movimentação. Enquanto cantava, ela desce flutuando do palco, sem usar a escada, e ia na direção de Frederic, as pessoas iam saindo do caminho da fantasminha e embolavam o caminho do diretor.

- Stupid calls returning us to life
We say to those who are in love
It can't be true 'cause we're too young
I know that's true because
So long I was
So in love with you
So I thought

A year goes by
And I can't talk about it


Tradução:
Chamadas estúpidas nos retornando à vida
Nós dizemos àqueles que estão apaixonados
Não pode ser verdade porque nós somos muito jovens
Eu sei que é verdade, porque
Por muito tempo eu estava
Tão apaixonada por você
Então eu pensei

Um ano se passa
E eu não posso falar sobre isso

Desesperado, Frederic tenta passar por entre as pessoas, enquanto elas abriam caminho para Misataka, que parou de andar na primeira parte da pista de dança, e olhava para a direção que ela sabia que ele viria.

- On my knees
Dim lighted room
Thoughts free flow try to consume
Myself in this
I'm not faithless
Just paranoid of getting lost or that I might lose
Ignorance is bliss cherish it
Pretty neighborhoods
You learn too much to hold
Believe it not
And fight the tears
With pretty smiles and lies about the times

A year goes by
And I can't talk about it
The times weren't right
And I couldn't talk about it


Tradução:
Sobre meus joelhos em um quarto escuro iluminado
Pensamentos fluem livremente tentando me consumir nisto
Eu não estou sem fé
Apenas paranóica de me perder, ou de que eu possa perder
Ignorância é felicidade – cultive isso
Vizinhança bonita, você aprende muito para guardar
Não acredite e combata as lágrimas
Com sorrisos bonitos e mentiras sobre os tempos

Um ano se passa
E eu não posso falar sobre isso
O tempo não estava certo
E eu não pude falar sobre isso

Finalmente ele atravessou o salão e, derrapando, chegou na meia-lua de pessoas afastadas que se formava entorno de Misataka. O rosto estava lívido, os olhos de Wise não conseguiam acreditar no que viam... Era... Era ela... Monoko... O peito de Frederic quase explode de alegria, mas ao mesmo tempo havia um sentimento de dor e culpa mesclando-se a ele, um arrepio percorreu por todo o seu corpo... era...

Misataka olhou para Wise. Ela manteve um olhar frio, o rosto agora estava sem sentimento algum, a voz doce ainda ecoava na melodia que cantava, os meninos no palco entreolharam-se significativamente mais uma vez, tensos. Enquanto cantava, ela se aproximava devagar de Wise, que se mantinha ali, o rosto abobado, assustado, extremamente surpreso, tão parado que nem conseguiu virar o rosto para vê-la enquanto ela andava em torno dele.


- Chorus Romance says goodnight
Close your eyes and I'll close mine
Remember you, remember me
Hurt the first, the last, between

And I'm praying that we will see
Something there in between
Then and there that exceeds all we can dream
So we can talk about it


Tradução:
Coral Romance diz "boa noite"
Feche seus olhos e eu fecharei os meus
Lembre-se de você, lembre-se de mim
Machuque o primeiro, o último e o que estiver entre eles

E eu estou rezando para que nós possamos ver
Algo lá, que exceda tudo que podemos sonhar
Então poderemos falar sobre isso

Um solo seguiu-se. Misataka parou em frente a Frederic e continuou cantando...

- Chorus Romance says goodnight
Close your eyes and I'll close mine
Remember you, remember me
Hurt the first, the last, healing

And I'm praying that we will see
Something there in between
Then and there that exceeds all we can dream


Tradução:
Coral Romance diz "boa noite"
Feche seus olhos e eu fecharei os meus
Lembre-se de você, lembre-se de mim
Machuque o primeiro, o último e o que estiver entre eles

E eu estou rezando para que nós possamos ver
Algo lá, que excede tudo que podemos sonhar

A voz doce de Misataka ecoa no ambiente enquanto ela segurava o som numa excelente entonação... uma entonação longa, profunda, significativa. Os olhos deles se encontram mais uma vez e Misataka não aguentou, não suportava, parou de cantar. Um copo voa das mãos de alguém próximo e bate diretamente no braço de Frederic, quebrando-se.

Neste momento, a banda para de tocar, observando a cena ainda hesitantes, e todos os que estavam perto de Wise e Monoko podiam ver os pêlos da nuca de Wise ficarem em pé. O que o diretor estaria sentindo?

145 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Ter Mar 17, 2009 2:32 am

Frederic Wise

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Narração
- Fala.
- Fala de Misataka Monoko.
”Pensamento”



Não... Não poderia ser ela... Não poderia ser Misataka Monoko... Aquela bela voz, ele reconheceria há quilômetros de distância... Misataka... O motivo pelo qual Frederic nunca mais desejou voltar àquela escola. Era ela... A garota que partira seu coração... A garota que gerou aquela nova forma de agir em Frederic... A garota lufana que o rejeitara, que fora inspiração de sua tatuagem no lado esquerdo do peito: “Heartbreaker”. “Quebrador de Corações” em inglês. Por causa dela, ele prometera vingança a toda e qualquer garota que passasse ao lado dele... Prometeu que se envolveria com todas, que se declararia perdidamente para todas e que depois iria mandá-las pastar. Todas elas, sem exceção... Prometeu que jamais pisaria naquela escola e prometeu também jamais apaixonar-se-ia de verdade novamente... Quebrara todas essas promessas.

Ele se lembra de quando era um estudante... Ele, um aluno badalado popularíssimo da sonserina. Ela, uma triste e tímida garota da lufa-lufa... Os cabelos negros tampando o rosto, algumas poucas espinhas que a garota escondia maestralmente atrás de uma maquiagem bem feita, porém leve... E era muito bonita quando queria. Frederic a vira em uma festa de sua família, fora convidada por um amigo do qual não se lembrava mais, mas ela estava muito formosa, os cabelos pintados magicamente de vermelho, a inocência no rosto exalava no ar e deixava Frederic inebriado...



Frederic se apaixonou no mesmo instante, mas não conseguiu conversar muito com Misataka, ela era tímida, sempre dava desculpas que ia ao banheiro, ia tomar um ar, ia conversar com o amigo que a convidara...

Durante muito tempo, já na escola, Frederic ficou de olho nela, e descobriu que ela era lufana... O asco tomou sua mente, corpo e coração... A admiração tornou-se ódio: ela o enganara. Nojo, um nojo incutido nele através dos ensinamentos torpes de seu pai, seu espelho na vida até então. Sempre que a via no corredor, Wise a ridicularizava... Ele não sabia, mas fazia isso inconscientemente... Era o seu modo de chamar a atenção da lufana, sem deixar suas raízes orgulhosas de lado. Porque tinha que ser daquele jeito? E o pior aconteceu no ano seguinte...

Estavam no terceiro ano quando Misataka, numa tarde qualquer de outono, encontrou-se com Frederic no lago negro... Ele estava trajando o uniforme, ela também, entretanto escondia o belo rosto, o cabelo chamativo e as feições leves que lhe davam charme na festa em que se conheceram estavam completamente apagados em um preto no branco sem graça.


- Oi, Wise…

Frederic não respondeu, apenas continuou a fitar a imensidão do lado negro, deitado entre as folhas secas espalhadas pela grama, girando uma nos dedos, pelo talo.

- Wise… Olha… Eu... Eu... Eu gosto de você... Apesar de tudo... Apesar de tudo o que fez e o que tem feito... Bem, você sabe, apesar de tudo o que tem feito comigo nos corredores... No final das contas eu... eu te perdôo.

Frederic sentiu um arrepio repentino, que pensou ser raiva. Ele não a olha nos olhos, apenas sorri com desdém, e depois fica sério, olhava o horizonte impassível.

- Você atravessa esse castelo, atravessa os jardins, atravessa os muros existentes entre nossas casas, para vir falar comigo que me perdoa? Eu não pedi perdão algum. Inclusive, se gosta tanto de mim, mantenha-se afastada para o meu próprio bem. Não quero te ver, não quero te ver nunca mais sua garota falsa e aproveitadora!

Ele não viu a reação da garota, não se dara ao trabalho de virar o olhar na direção do local onde ela estava, mas sentiu Misataka se afastar correndo, provavelmente chorando....

Fato era que Frederic passou o resto da semana pensando naquilo. Assim também foi o resto do mês... o resto do semestre... o resto do ano letivo... Então, após uma briga em casa nas férias de verão, viu que o mundo girava totalmente ao contrário, e começou a pensar na burrada que fizera... Sentiu-se arrependido de verdade, pela primeira vez... Era um arrependimento ferrenho, um sentimento de fraqueza que partiu seu coração em mil pedaços, uma vontade imensa de voltar atrás, o que gerava uma falta de ar confusa e arrebatadora... Ele então percebera... Não deixara de amá-la nem por um segundo... Ela não o enganara, nem havia conversado com ela direito... Ela nem tivera a oportunidade de dizer que estudava na lufa-lufa, pois estava tão tímida se furtando de Frederic na festa em que se conheceram que Wise não teve tempo de perguntar aquilo... Como ele fora cego... Como fora idiota... Como fora um carrasco com a garota e... Como fazer para consertar? Ele precisava falar com ela, mas também sentia uma necessidade nata de manter a imagem que levara quatro anos inteiros para construir naquela escola...

Mais um ano se passou e Wise continuava a evitá-la. Às vezes seus olhares se cruzavam por breves momentos nos corredores, mas não havia cumplicidade, sentimentos ou significatividade nos olhares de ambos: não havia absolutamente nada ali. E nada que se pudesse fazer...

No quinto ano, então, Frederic Wise recebe um convite para, finalmente, tornar-se monitor chefe: era monitor desde o ano passado e, convencido, não achou surpresa alguma o convite para a chefia da monitoria – era mais que obrigação do diretor Gregory escolhê-lo. Apesar de toda a soberba que o blindava por fora, Frederic estava quebrado por dentro. Ele não estava mais aguentando segurar e esconder seus sentimentos... A situação era ridícula... Qualquer esforço era inútil. Ele precisava fazer algo, e rápido. Em homenagem aos seus sentimentos por ela e àquela história de “Romeu e Julieta” que viviam com a família sonserina e a família lufana, ele resolve fazer algo para declarar seu amor... Wise tem a idéia de fazer uma festa de confraternização para os alunos, uma festa oficial de Hogwarts, onde todos seriam convidados, e onde ele iria se declarar para Misataka Monoko, selando a união entre as casas Lufa-Lufa e Sonserina... Parecia uma idéia maluca, mas os professores apoiaram completamente a idéia do novo Monitor-chefe e fizeram a festa...

Frederic se sentiu à caminho de um abismo... Estava cheio de esperanças e medos no coração. Iria ela gostar da festa? Da declaração? E se não fosse correspondido? O que seus colegas pensariam por ele gostar de uma lufana? Mas era mesmo inútil lutar contra estes sentimentos, e o baile de outono chegou antes que ele pudesse pensar em “planos Bs” para todas estas possibilidades... encontrava-se agora na beirada do abismo...

E então tudo aconteceu... e ele se arrependia tanto... não lembrava direito... só via pelas costas aquela garota loira correndo amedrontada pelos corredores... Sangue, muito sangue... Um sentimento de perda inenarrável...


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146 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Ter Mar 17, 2009 2:45 am

Misataka Monoko

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- Não… Não vou dizer nada para você... Seu crápula... Vou deixar que as pessoas aqui vejam com seus próprios olhos...

Após estas palavras, que ecoaram pelo salão por serem captadas pelo microfone que flutuava à sua frente, Misataka movimenta sua mão para o alto. Flores de cerejeira mágicas começam a cair por todo o salão, brilhantes e róseas, como se fosse uma tempestade de primavera japonesa.

Aos poucos, as pétalas foram se juntando e uma grande quantidade de “telões” flutuantes foram formando-se no alto do salão, de modo que todos começassem a ver um vídeo muito peculiar... Era... Como se fosse uma penseira, mas uma penseira diferente, pois não "estavam dentro" das lembranças, apenas "assistiam" a ela, e a lembrança era a imagem de uma garota de cabelos loiros, meio presos meio soltos, e um vestido branco, bem leve. Ela estava correndo à noite nos corredores, as luzes que as janelas projetavam no corredor passaram rápido, a garota corria sem olhar para trás... E lá estava Frederic em seu encalço. Os passos apressados de ambos ecoavam nos corredores do castelo, e a garota dá uma olhadinha para trás, para desesperadamente checar a distância entre os dois... E era ela, o único detalhe diferente eram os cabelos: estavam completamente loiros.



Frederic estava correndo atrás de Misataka. Ele quase a alcançava, mas estava tonto e corria devagar devido à quantidade elevada de bebida que tomara. Ele tocava as mãos em nos braços da garota, mas ela puxava o braço de volta... até que em uma daquelas vezes, ele conseguiu segurá-la definitivamente, e puxou-a para si, chegando bem perto, colando completamente seus corpos um no outro.


- Por favor, me escute... Eu só queria avisá-la que era para subir no palco comigo daqui há pouco, porque eu tinha algo importante a dizer...

- Me solta, Wise! O que quer de mim? Já não foi o suficiente me humilhar na frente de todos durante a vida inteira e agora quer fazer esse joguinho idiota de palco? O que acha? Acha que acredito mesmo que você confia no meu talento? Não nasci hoje, Frederic!

- Não é nada disso!! Eu... Eu vou falar agora, então... Eu... Eu... ... ... ... Desde que você... Desde aquele dia no lado negro... Bom, eu não parei de pensar em você, não parei por um só segundo... Misataka, eu... - disse, a voz um pouco inebriada pela bebida alcoólica que levara clandestinamente para a festa, o rosto se aproximando do dela, pronto para beijá-la, mas ela desviou.

Frederic seguiu os lábios dela, tentou beijá-la novamente, e de novo ela desviou-se. Não o queria, não ficaria com aquele idiota, ainda mais porque ela já tinha um compromisso, e a anta do Wise ainda não havia percebido aquilo... apesar de ser um compromisso escondido, ela estava ficando com alguém que, no passado, era bem próximo à Frederic... e ele deveria estar sabendo de quem se tratava. De repente, Frederic segura a cabeça dela, com violência, forçando-a a parar o rosto para frente... Com os olhos arregalados, ela solta algumas lágrimas, ia ameaçar gritar quando o garoto avança, enfiando-lhe um beijo na boca, forçosamente. Os lábios dele deslizaram com vontade nos dela, o calor tomou conta de Frederic, o gelo, a decepção e a tristeza tomaram conta de Misataka. Uma pontada de coragem surge, de repente, e ela lhe dá um pisão bem forte no pé, com seus saltos agulha, finíssimos. Frederic a solta imediatamente, foi quando ela aproveitou a deixa para fugir.

Misataka entra na prmeira saleta que viu, mas Frederic teve tempo de colocar o pé, ainda dolorido, entre o vão da porta e a porta em si, impedindo que Misataka a fechasse. A garota aperta a porta, para fechá-la, com toda sua força... Mas era fraca. Frederic tentava convencê-la a abrir, falava abertamente de seu amor para ela, mas Misataka insistia em não aceitar a idéia, dizia para ele ir embora, para ele a largar, e chorava como uma louca, enquanto ele não arredava o pé, literalmente, e disse que iria abrir a porta a todo custo, para ela se afastar que ele iria arrombar a porta.

Brutalmente, Frederic dá um empurrão forte na porta, que abre com um baque surdo... e ele sente um peso... era o peso... dela... Outro barulho se escuta, um de porcelana caindo no chão... Misataka fora jogada para trás, desequilibrara nos saltos agulha, batera a cabeça na pia, que quebrara, onde ficara uma mancha de sangue, e agora a lufana estava estatelada no chão, os olhos fechados. O vermelho vivo contrastava com a alvura da pia quebrada, e abaixo os cabelos loiros da garota estavam espalhados pelo chão, como um leque abaixo de sua cabeça, muito manchado de vermelho. Wise avança para abraçá-la, e uma quantidade de sangue jorrou grossa da nuca da garota, misturada aos cabelos. Ela estava muito ferida na nuca, o fato da pia quebrar havia cortado uma veia importante ali, e sangrava muito.

A cabeça dela estava em seus joelhos, Frederic tentava segurar e estancar as feridas, mas não adiantava. Ele tira a parte de cima de suas vestes a rigor novas em folha, enrola o pescoço dela, tentando estancar o ferimento, inutilmente. Wise chega a pegar sua varinha, tentou utilizar algum feitiço, mas estava nervoso demais para fazer alguma coisa, aliás feitiços nunca fora seu forte... e ele amaldiçoou a si mesmo por isso. Os olhos dela abriram-se devagar e Frederic teve um pouco de esperanças... Ele falava com ela o tempo todo, pedia resposta, e ao ver os olhos orientais abrirem devagar, o monitor-chefe banhou-se de esperança. Wise ia se levantar para chamar a enfermeira plantonista, mas era tarde... as pontas dos fios dos cabelos dela começavam a tonalizar de preto, a magia estava indo embora. Fracamente, o braço dela se levanta, devagar, quase que na mesma velocidade que os cabelos dela ganhavam de volta a tonalidade negra natural. O sangue dela jorrava quente no pulso e braços de Frederic, que estava com o torso nu, onde ela toca a ponta dos dedos e a mão, subindo a mesma, acariciando-o até os ombros e pescoço, alcançando o maxilar dele... Frederic segura a mão dela ali, e poderia ter visto um sorriso tênue colorir o rosto pálido dela...


- MISA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E os telões desapareceram por completo.

147 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Ter Mar 17, 2009 2:48 am

Frederic Wise

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Narração
- Fala.
- Fala de Misataka Monoko.
”Pensamento”



Frederic olhava o telão, completamente perdido. Ele... Ele não havia a matado? Como era possível ele não se lembrar daquelas coisas? Não lhe apagaram a memória... mas talvez aquilo tenha sido apagado instintivamente... e realmente fora. Frederic perdera o amor de sua vida em suas próprias mãos e não se lembrava o que fizera durante ou depois daquilo... Correra diretamente para a biblioteca, que estava próxima, e chamou a bibliotecária, que por sua vez chamou a enfermeira, e horrorizara, chamou Gregory, o diretor... Gregory ordenou que a enfermeira levasse Wise embora, desse-lhe um banho e, naquele mesmo momento, apagara a memória de ambas: enfermeira e bibliotecária. O que aconteceu depois, Wise só soube porque o pai lhe dera um sermão, e sempre achou que ele mesmo havia matado Misataka... E só agora vira que não fora ele... E que Agatha estava certa ao dizer que fora um acidente... No fim das contas, era mais fácil ele culpar a si mesmo... Estava sem ação que nem as lágrimas saíram naquele momento.


_________________

148 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Ter Mar 17, 2009 2:58 am

John Carlson

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Todos olhavam aquela cena e então um garoto surgiu do meio da multidão. Ele estava fantasiado de Jason, uma garota de cabelos negros fantasiada de "O Grito" estava ao lado dele, tentava segurá-lo inutilmente. Ele pára ao lado de Misataka, puxando a camisa de Frederic, gritando:

- DESGRAÇADO! QUEM VOCÊ ACHA QUE É, EU SABIA O TEMPO TODO QUE VOCÊ ERA QUEM HAVIA MATADO A MISATAKA! VOCÊ NÃO SABE DE NADA, SEU DESALMADO, ME ARREPENDO AMARGAMENTE DE TER SIDO SEU AMIGO NO PASSADO, VOCÊ NÃO VALE NEM O AR QUE RESPIRA!

Jason arranca sua máscara, jogando-a com violência no chão, e revela ser John Carlson, um amigo de infância de Frederic, que era o calouro dois anos mais novo que Fred... Durante a escola, eles haviam se afastado e somente agora Frederic se lembrava que era ele quem havia levado Misa naquela festa há tempos atrás... ele era o responsável por terem se conhecido e Fred nem ao menos lembrava-se disso...

Enquanto o diretor mantinha-se aturdido, Carlson continuava a gritar, os olhos impregnados de fúria.


- É MUITO FÁCIL APAGAR A MEMÓRIA DE TODO MUNDO, NÉ? OS PAIS DELA NEM SABEM DA EXISTÊNCIA DELA, VOCÊ SABIA DISSO?? É TÃO FÁCIL APAGAR VESTÍGIOS!!! CLARO!!!!! MISA NUNCA FOI POPULAR, AS PESSOAS A ESQUECERIAM COM O TEMPO, MAS SEU CAUTELOSO PAI APAGOU AS MEMÓRIAS DE TODOS NESSA ESCOLA SÓ QUE ELE FOI IDIOTA O SUFICIENTE PARA CONFIAR NA CASA DA SONSERINA E NÃO APAGAR NOSSA MEMÓRIA. MISA PODERIA SER FACILMENTE ESQUECIDA POR NOSSOS COLEGAS SONSERINOS, MAS NUNCA SERIA ESQUECIDA POR MIM! NUNCA! PORQUE? PORQUE EU A AMAVA DE VERDADE, FREDERIC! EU A AMAVA E A RESPEITAVA, E ELA A MIM!! VOCÊ DESTRUIU NOSSAS VIDAS, FREDERIC, E EU JUREI QUE PROVARIA QUE VOCÊ ESTAVA ENVOLVIDO NO SUMIÇO DELA! JUREI VINGANÇA!!! EU SEMPRE DESCONFIEI QUE VOCÊ TINHA ESSE AMOR DOENTIO POR ELA, POIS BEM!! AGORA ESTÁ TUDO REVELADO! TUDO!! E EU NEM TIVE O TRABALHO DE FAZÊ-LO!! NÃO PRECISO DE PROVAR PRA NINGUÉM QUE EU ESTAVA CERTO E AGORA, WISE, VOU TE ENCHER DE PORRADA SEU FILHO DA MÃE!!!

E com estas palavras, Carlson saca uma varinha longa de azevinho e aponta para Frederic.




***OFF

Término da revelação da trama, logo haverá um post comentando sobre as pistas que foram dadas até então e como culminaram para este final de trama.

Não se esqueçam que há pistas em todos os lugares para a nova trama, inclusive nas postagens anteriores ao incidente do vasamento da trama.

149 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Ter Mar 17, 2009 8:43 am

Ctaaciug Xyeetnuut

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Professor de Hogwarts
Professor de Hogwarts
Ele chegou um pouco antes do discurso carregando a princesa nos braços, fica então parado na porta, e ouve tudo, desde o discurso, até o final quando as pétalas de cerejeira caíram e cessaram.

E pensa.

-E no final ela realmente tinha um motivo para ficar, pode não ser nobre ou altruísta, pode não ser movido pelas mais altas virtudes, mas ela foi uma vítima das circunstancias (se é que isto existe) e tinha um motivo.

-E agora o motivo partiu, espero que algum amparador venha e a conduza, para que seus ferimentos sejam cicatrizados, e ela possa partir para a próxima vida de maneira mais leve.

-Não é mesmo, Hermes?


E uma voz, responde como se vindo do lado dele, mas audível apenas a sua mente e para os mais sensíveis uma sensação como um calafrio percorre a sua espinha.

-Talvez, mas mantenha a esperança garoto, é um aspecto importante da vida.

-Porquê você não me contou? Eu a tratei tão mal quando nos conhecemos...

-Porque se contássemos tudo a que você, todo o seu caminho, e as possibilidades que o aguardam, você não estaria vivendo, estaria sendo mantido, então qual seria a função de você estar encarnado? Uma vez que você não estaria evoluindo, vivenciando as suas experiências.

-Só me entristece que a história dela acabou e foi sem um final feliz.... Sad

-Mas quem disse que acabou criança? Para vocês que só percebem o tempo como algo linear, deve ser algo difícil, mas a criação é una, então todas as encarnações são experiências para a alma. E saiba de uma coisa, todos vocês foram criados para serem felizes, e ela não é exceção.

-Lembre-se do que é importante, você é uma criança, atenha-se a coisas de criança, aproveite o ponche, não tente beber as bebidas alcoólicas, pois tem alguém de olho, e observe o resto da festa, você já fez muito esta noite.

150 Re: Salão Principal - Baile de Máscaras em Ter Mar 17, 2009 11:23 am

Frederic Wise

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NPC
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Narração
- Fala.
”Pensamento”



- Vai, Carlson... Me mata, mata logo... Assim eu vou poder... Ficar perto dela... - sussurra Frederic para o ex amigo, sem nenhuma emoção na voz.

Agora ele lembrava perfeitamente que eram amigos... E que, durante os anos em Hogwarts, se separaram pela popularidade que Wise alcançara e o fato do monitor estar interessado em outros assuntos enquanto Carlson ficava esquecido de lado... E Frederic não se arrependia... Agora sentia uma raiva estranha e crescente: Carlson estava com Misa... e nunca havia lhe contado...


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